fbpx
PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE:

MBA EM CCIH, CME, SEGURANÇA DO PACIENTE, FARMÁCIA CLÍNICA E HOSPITALAR, FARMÁCIA ONCOLÓGICA

CCIH-LOGO-NOVA

Protocolo de ISC da ANVISA: o que muda na prática da CCIH e quais riscos estão sendo subestimados?

Protocolo de ISC da ANVISA: descubra o que realmente muda na prática da CCIH, quais medidas avançam na segurança cirúrgica e onde ainda residem riscos silenciosos para pacientes e gestores hospitalares.

FAQ: Novo Protocolo de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC) – ANVISA/EBSERH 2025

Público-alvo: Gestores, CCIH, Médicos Cirurgiões/Anestesistas, Enfermeiros e Farmacêuticos.

Gestão e Estrutura

1. Qual é o principal objetivo da implementação deste novo protocolo institucional?

O objetivo é sistematizar medidas prioritárias baseadas em evidências para reduzir a incidência de ISC, padronizando ações desde o pré até o pós-operatório e garantindo a segurança do paciente em todas as unidades da rede.

2. Quais são os parâmetros críticos de climatização para salas cirúrgicas que o gestor deve garantir?

A temperatura da sala deve ser mantida entre 20°C e 24°C e a umidade relativa entre 40% e 60%. O sistema de ventilação deve garantir pressão positiva em relação aos corredores e um mínimo de 25 trocas de ar por hora (sendo pelo menos 6 de ar externo), preferencialmente com filtragem HEPA.

3. O uso de esterilização “flash” (ciclo rápido) é permitido?

A esterilização por ciclo rápido deve ser utilizada exclusivamente em situações emergenciais, quando não houver alternativa segura disponível. Não deve ser usada por conveniência ou falta de inventário de instrumentais.

4. É necessário realizar limpeza terminal da sala cirúrgica após cirurgias infectadas?

De forma geral, não é necessária uma técnica de limpeza diferenciada ou fechamento da sala após procedimentos contaminados/infectados. A limpeza terminal deve ocorrer ao final do dia, mas se houver sujidade visível excessiva, pode-se considerar uma limpeza terminal antes do próximo uso. A limpeza concorrente entre procedimentos é obrigatória para todas as cirurgias.

Medidas Pré-Operatórias

5. Qual a recomendação atual sobre a tricotomia (remoção de pelos)?

A tricotomia só deve ser feita se estritamente necessária (se os pelos interferirem na incisão). Deve ser realizada no dia da cirurgia, até duas horas antes, fora da sala cirúrgica e exclusivamente com tricotomizador elétrico (clipper). O uso de lâminas ou barbeadores é proibido devido ao risco de microtraumas.

6. Como deve ser realizado o banho pré-operatório?

Recomenda-se o banho na noite anterior ou na manhã da cirurgia com água e sabão. Para cirurgias de grande porte (ortopédicas com implante, cardíacas, neurocirurgias), recomenda-se o banho com clorexidina degermante 4% aproximadamente duas horas antes do procedimento.

7. Qual a solução antisséptica preferencial para o preparo da pele do paciente?

Deve-se utilizar solução alcoólica (ex: clorexidina alcoólica a 2%) na área da incisão, após a degermação prévia. Em casos de contraindicação à clorexidina ou em mucosas, pode-se usar PVPI alcoólico ou aquoso conforme o caso. Em neonatos <28 semanas, usar clorexidina aquosa >1%.

8. Existe indicação de descolonização nasal de Staphylococcus aureus?

Sim, para pacientes submetidos a procedimentos de alto risco (cardíacas, ortopédicas com implante), recomenda-se triagem e protocolo de descolonização com mupirocina intranasal e banho de clorexidina por 5 dias se houver colonização identificada ou conforme protocolo institucional.

9. Qual o rigor necessário com adornos e unhas da equipe cirúrgica?

É obrigatória a remoção de todos os adornos (anéis, relógios, pulseiras, brincos, piercings visíveis) antes da paramentação. Unhas devem ser naturais, curtas e sem esmalte (ou íntegro). Unhas artificiais ou alongamentos são proibidos para a equipe assistencial.

Antibioticoprofilaxia

10. Qual é o momento exato para administração da antibioticoprofilaxia?

A infusão deve ser iniciada até 60 minutos antes da incisão cirúrgica. Para antibióticos com tempo de infusão prolongado, como vancomicina e fluoroquinolonas, o início deve ser entre 60 a 120 minutos antes da incisão.

11. Quando realizar o repique (reaplicação) do antibiótico no intraoperatório?

Deve-se realizar uma nova dose se a duração da cirurgia exceder duas vezes a meia-vida do antimicrobiano ou em casos de perda sanguínea volumosa (>1500ml). O tempo conta a partir do início da infusão da dose pré-operatória.

12. Por quanto tempo a profilaxia deve ser mantida após a cirurgia?

A profilaxia não deve exceder 24 horas após o término do procedimento. Não há evidência que sustente manter antibiótico enquanto houver drenos ou cateteres.

Medidas Intra e Pós-Operatórias

13. Qual a meta de controle glicêmico no perioperatório?

Recomenda-se manter a glicemia entre 110 e 150 mg/dL tanto no intraoperatório quanto nas primeiras 48h de pós-operatório, para pacientes diabéticos e não diabéticos.

14. Por que a normotermia é um indicador de qualidade?

Manter a temperatura central > 35,5°C previne complicações como infecção, distúrbios de coagulação e retardo na recuperação anestésica. O aquecimento ativo deve ser usado quando necessário.

15. Quais os cuidados essenciais com drenos cirúrgicos?

Os drenos devem ser inseridos por contra-abertura (incisão diferente da cirúrgica), ser de sistema fechado e removidos o mais precocemente possível.

16. Quanto tempo o curativo estéril deve permanecer na ferida cirúrgica?

Para feridas fechadas por primeira intenção, o curativo estéril deve ser mantido por 24 a 48 horas, exceto se houver saturação, sujidade ou soltura. A manipulação deve seguir técnica asséptica rigorosa.

Vigilância e CCIH

17. A vigilância pós-alta é obrigatória?

Sim. A instituição deve estruturar busca ativa (ex: contato telefônico, retorno ambulatorial) pelo menos para os procedimentos de notificação nacional obrigatória definidos pela ANVISA, observando os períodos de vigilância (30 dias sem implante, 90 dias com implante).

18. Quais indicadores de processo são sugeridos para monitoramento?

O protocolo sugere: 1) Percentual de adesão à antibioticoprofilaxia no tempo correto; 2) Percentual de cirurgias com normotermia; 3) Percentual de vigilância pós-alta realizada.

19. Como o paciente e a família podem ajudar na prevenção?

Eles devem ser orientados sobre banho pré-operatório, não remoção de pelos em casa, não uso de maquiagem/adornos e vigilância de sinais de infecção. A educação do paciente é uma medida geral obrigatória.

20. O que muda na prática da CCIH com este protocolo?

A CCIH passa a ter um papel mais ativo na validação de POPs (limpeza, tricotomia), no monitoramento de indicadores de processo (não apenas taxas de infecção) e na articulação com a farmácia para o uso racional de profilaxia, além da obrigatoriedade de feedback mensal dos dados às equipes.

Introdução

A publicação do novo Protocolo de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico pela ANVISA, em parceria com a EBSERH, marca um movimento relevante na tentativa de padronização das práticas preventivas no cenário cirúrgico brasileiro. No entanto, a pergunta que incomoda — e precisa incomodar — é simples: estamos diante de um verdadeiro salto em segurança do paciente ou apenas de mais um esforço normativo com difícil aplicabilidade real?

Enquanto o documento apresenta avanços operacionais importantes, como fichas prontas, indicadores estruturados e diretrizes claras para a equipe multiprofissional, ele também silencia sobre recomendações já consagradas internacionalmente — como uso de suturas com triclosan, hiperoxigenação e terapia por pressão negativa em incisões de alto risco. Esse contraste impõe reflexão obrigatória aos controladores de infecção e gestores: seguir o protocolo será suficiente para reduzir ISC ou estaremos institucionalizando uma falsa sensação de segurança?

Este artigo propõe uma leitura crítica, técnica e estratégica do documento, confrontando suas diretrizes com guidelines internacionais e com a realidade operacional dos hospitais brasileiros.

 

1. Objetivo e Responsáveis

Objetivo do Guia:

O documento intitulado “Protocolo de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC)” tem como objetivo sistematizar a implementação de medidas prioritárias para a prevenção de ISC em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos. Ele visa fornecer orientações à equipe multiprofissional para reduzir a ocorrência dessas infecções e garantir a segurança do paciente, servindo como um modelo editável para que hospitais (especialmente da rede EBSERH e SUS) elaborem seus próprios documentos institucionais.

Entidades Responsáveis:

O documento é fruto de uma parceria governamental entre:

  • ANVISA: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (especificamente a Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde – GVIMS e GGTES).
  • EBSERH: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (gestora dos hospitais universitários federais) .

2. Análise da Metodologia e Revisão Bibliográfica

Metodologia de Revisão e Fontes:

O guia não descreve uma metodologia de revisão sistemática da literatura.

  • Ausência de Métricas: Não informa estratégias de busca (strings), bases de dados pesquisadas, critérios de inclusão/exclusão ou número de artigos encontrados/selecionados.
  • Fontes Citadas: As referências bibliográficas listadas ao final (seção 10) são documentos secundários e diretrizes de outras agências reguladoras ou sociedades científicas, e não estudos primários. As fontes principais incluem:
    • CDC (2017/2024): Guidelines for Prevention of SSI e manuais do NHSN.
    • SHEA/IDSA/APIC (2022/2023): Atualizações de práticas recomendadas.
    • OMS (2009): Diretrizes de cirurgia segura.
    • ABNT: Normas técnicas de engenharia (NBR 7256:2021).
  • Patrocínio e Conflito de Interesse: Não há declaração de conflito de interesses no texto. Por ser um documento técnico governamental, entende-se que foi financiado com recursos públicos, sem patrocínio da indústria farmacêutica declarado no corpo do texto.

Classificação das Evidências:

Diferente de diretrizes clínicas estritas (como as do IDSA), este documento não classifica o nível de evidência (ex: Nível I, II, III) ou a força da recomendação (ex: Forte/Fraca) para cada item no corpo do texto. Ele assume as recomendações como “boas práticas baseadas em evidências” já consolidadas por outras entidades.

3. Avaliação da Qualidade (GRADE / PRISMA / HICPAC)

Avaliação Crítica:

  • PRISMA (Systematic Reviews): O guia reprovaria em uma avaliação pelo checklist PRISMA, pois falha em reportar o processo de busca, seleção, extração de dados e avaliação de viés dos estudos primários. Ele funciona como um Instrumento de Implementação (Protocolo Operacional), não como uma Revisão Sistemática.
  • GRADE: Não é possível avaliar a qualidade do guia pelo sistema GRADE diretamente, pois ele não apresenta as tabelas de “sumário de achados” que conectam a certeza da evidência à recomendação.
  • HICPAC (Categorização): O guia segue a lógica do HICPAC (CDC) de categorizar medidas em “Fazer” e “Não Fazer”, focando na aplicabilidade prática.

Aplicabilidade Prática:

A aplicabilidade é alta para o cenário brasileiro. O guia fornece o “como fazer” administrativo: checklists, tabelas de responsabilidades e fichas de indicadores (Apêndices B a F) . Ele preenche a lacuna entre a ciência (o que fazer) e a gestão (como monitorar).

4. Recomendações e Fundamentação

As recomendações são divididas por fase perioperatória.

Principais Recomendações:

  1. Pré-Operatório:
    • Banho: Com clorexidina 4% (preferencialmente) ou sabão neutro na véspera/manhã.
    • Tricotomia: Nunca com lâmina. Apenas se necessário, com tricotomizador elétrico (clipper), fora da sala cirúrgica e próximo ao horário da cirurgia.
    • Triagem de S. aureus: Recomendada para cirurgias de alto risco (ortopedia/cardíaca) com protocolo de descolonização (mupirocina nasal + banho de clorexidina) por 5 dias.
  2. Intraoperatório:
    • Antibioticoprofilaxia: Administrar até 60 min antes da incisão (120 min para Vancomicina/Fluoroquinolonas). Suspender em até 24h após o fim da cirurgia.
    • Preparo da Pele: Clorexidina alcoólica 2% é o padrão ouro (exceto alergia ou cirurgias oftálmicas/otológicas).
    • Normotermia: Manter temperatura > 35,5°C.
    • Controle Glicêmico: Manter glicemia entre 110 e 150 mg/dL (em pacientes diabéticos ou não). Crítica: Esta meta é extremamente rigorosa para enfermarias gerais e difere do CDC (<200 mg/dL).
  3. Ambiente:
    • Temperatura 20-24°C, Umidade 40-60%, Pressão positiva, Mínimo 25 trocas de ar/hora16.

5. Análise Comparativa e Lacunas (Omissões)

Comparação com Diretrizes Internacionais (CDC 2017 / WHO 2016):

O que o guia converge:

  • Abolição de lâminas de barbear.
  • Timing do antibiótico.
  • Uso preferencial de solução alcoólica para preparo da pele.

O que o guia inova (Contexto Brasil):

  • Vigilância Pós-Alta: O guia enfatiza a busca ativa pós-alta (Apêndice C), reconhecendo que no Brasil muitos pacientes perdem o seguimento.
  • Estrutura Editável: A proposta de ser um “modelo” (template) com campos para logomarca e validação local é uma inovação de gestão, não clínica.

O que o guia deixou de informar (Lacunas/Divergências):

  • Hiperoxigenação (FiO2 80%): A OMS (2016) recomenda fortemente o aumento da fração inspirada de oxigênio no intra e pós-operatório imediato para pacientes intubados. O protocolo da ANVISA não menciona esta medida.
  • Irrigação da Ferida: O CDC discute a irrigação com solução aquosa de iodopovidona. O guia não aborda o tema.
  • Suturas com Triclosan: Recomendadas pela OMS e condicionais pelo CDC. O guia omite.
  • Terapia por Pressão Negativa (Curativo a Vácuo): Recomendada pelo CDC (2017) para incisões fechadas de alto risco (ex: artroplastia). O guia não menciona.
  • Controle Glicêmico Rigoroso: O guia estipula 110-150 mg/dL. O CDC (2017) e a SHEA recomendam < 200 mg/dL. A meta da ANVISA é mais difícil de atingir e aumenta o risco de hipoglicemia se não houver protocolo de insulina venosa intensiva.

Campos para Pesquisa Futura:

  • Custo-efetividade da vigilância pós-alta automatizada (apps/telefonia) no SUS.
  • Adesão ao alvo glicêmico restrito (110-150 mg/dL) em hospitais sem UTI dedicada.
  • Impacto da implementação destes “modelos prontos” na redução real das taxas de ISC no Brasil.

6. Conclusão

O novo Protocolo de Prevenção de ISC da ANVISA revela um esforço louvável de organização e padronização, especialmente ao oferecer modelos editáveis e indicadores que facilitam a implementação local. Contudo, segurança do paciente não se constrói apenas com boas intenções normativas — exige coerência científica, aplicabilidade prática e transparência metodológica.

A ausência de classificação do nível de evidência, a omissão de recomendações já consolidadas internacionalmente e a imposição de metas de controle glicêmico excessivamente rigorosas abrem espaço para riscos evitáveis e aumento potencial de eventos adversos, como hipoglicemia no intraoperatório.

O desafio que se impõe aos gestores e às CCIHs não é apenas “cumprir o protocolo”, mas questioná-lo, adaptá-lo criticamente e integrá-lo em uma estratégia robusta de vigilância, educação continuada e monitoramento de resultados reais. O futuro da prevenção de ISC no Brasil não depende de protocolos perfeitos — mas de instituições corajosas o suficiente para ir além deles.

7. Referências Bibliográficas e Leitura Recomendada

Fonte Primária Analisada:

  1. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA); EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH). Protocolo de Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC): Modelo de Protocolo. Brasília: ANVISA, 2025. Disponível em: Protocolo2PreveodeISCFINAL

Artigos Relacionados (Pesquisa Externa):

  1. BERRÍOS-TORRES, S. I. et al. Centers for Disease Control and Prevention Guideline for the Prevention of Surgical Site Infection, 2017. JAMA Surgery, v. 152, n. 8, p. 784-791, 2017. DOI: https://doi.org/10.1001/jamasurg.2017.0904

* Resumo: Base global para prevenção de ISC. Difere da ANVISA no alvo glicêmico (<200 mg/dL) e recomenda pressão negativa profilática em casos selecionados.

  1. ALLEGRANZI, B. et al. Global guidelines for the prevention of surgical site infection. The Lancet Infectious Diseases, v. 16, n. 12, p. e276-e287, 2016. DOI: https://doi.org/10.1016/S1473-3099(16)30402-9 .

* Resumo: Diretriz da OMS que introduziu a recomendação forte de alta FiO2 (80%) e suturas revestidas com triclosan, pontos ausentes no guia da ANVISA.

  1. CALDERWOOD, M. S. et al. Strategies to prevent surgical site infections in acute-care hospitals: 2022 Update. Infection Control & Hospital Epidemiology, v. 44, n. 5, p. 695-720, 2023. DOI: https://doi.org/10.1017/ice.2022.108.

* Resumo: Atualização da SHEA/IDSA focada em implementação. Reforça a descolonização de S. aureus para cirurgias cardíacas e ortopédicas, alinhado com a ANVISA.

Artigos do Portal CCIH MED:

Autor:

Antonio Tadeu Fernandes:

Médico pela FMUSP com residência em Moléstias Infecciosas no HCFMUSP e mestrado em Medicina Preventiva na FMUSP.

Ex-presidente da APECIH e da ABIH.

Autor do livro: “Infecção Hospitalar e suas Interfaces na Área da Saúde” (premio Jabuti como mlehor publicação em Ciências Neturais e Saúde).

CEO do Instituto CCIH+

https://www.linkedin.com/in/mba-gest%C3%A3o-ccih-a-tadeu-fernandes-11275529/

https://www.instagram.com/tadeuccih/

#CCIH #ControleDeInfecção #InfecçãoHospitalar #SegurançaDoPaciente #Infectologia #Enfermagem #EnfermagemCirurgica #CentroCirurgico #GestãoHospitalar #AdministraçãoHospitalar #QualidadeEmSaúde #Epidemiologia #FarmáciaHospitalar #Medicina #CirurgiaSegura #ANVISA #VigilanciaSanitaria #EBSERH #SUS #SaudePublica #ProtocoloClinico #DiretrizesMédicas #Antibioticoprofilaxia #StaphylococcusAureus #PrevençãoDeInfecções #CentroDeMaterialEEsterilização #CME #InstrumentaçãoCirurgica #Bioética #DireitoMédico #AuditoriaEmSaúde #AcreditaçãoHospitalar #MBAemSaúde #EducaçãoContinuada #PráticaBaseadaEmEvidências #CDC #OMS #SHEA #IDSA #Microbiologia #SaúdeBaseadaEmValor #TecnologiaEmSaúde #RiscoCirurgico #Tricotomia #Normotermia #Glicemia #DiabetesHospitalar

Instituto CCIH+ Parceria permanente entre você e os melhores professores na sua área de atuação

Conheça nossos cursos de especialização ou MBA:

MBA Gestão em Saúde e Controle de Infecção

MBA Gestão em Centro de Material e Esterilização

MBA EQS – Gestão da Segurança do Paciente e governança clínica 

Especialização em Farmácia Clínica e Hospitalar 

Pós-graduação em Farmácia Oncológica

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
plugins premium WordPress
×