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PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE:

MBA EM CCIH, CME, SEGURANÇA DO PACIENTE, FARMÁCIA CLÍNICA E HOSPITALAR, FARMÁCIA ONCOLÓGICA

Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME

Aprenda a dominar o Power BI no CME! Transforme o controle do arsenal cirúrgico e patrimônio com dados reais, reduzindo perdas e otimizando a gestão.

CME na Palma da Mão: Domine o Controle de Patrimônio com Dados e Tecnologia

Introdução

O vídeo aborda a transição da gestão tradicional da CME para uma gestão baseada em dados e tecnologia, especificamente utilizando o Power BI. A professora Lia Jeronymo Romero discute como a unidade de CME, que interage com quase todos os setores hospitalares, muitas vezes sofre com a falta de visibilidade sobre seu próprio patrimônio e arsenal. A discussão central foca em como transformar a rotina operacional, que muitas vezes lida com imprevistos e inventários manuais exaustivos em uma inteligência de gestão. O uso de dashboards permite o acompanhamento em tempo real de caixas cirúrgicas, controle de validade, frequência de uso de materiais e redução drástica de extravios. Além disso, o vídeo destaca que a tecnologia no CME não deve ser vista como algo inacessível, mas como uma ferramenta para simplificar o cotidiano do enfermeiro gestor e garantir segurança nos processos cirúrgicos.

Minutagem Completa

Siga abaixo a cronologia completa dos temas discutidos no vídeo:

[00:00:00] Introdução e abertura: Boas-vindas e apresentação do programa SuperAção na TV CCIH.

[00:01:16] Apresentação do tema: Controle de patrimônio e arsenal cirúrgico por Power BI no CME.

[00:03:10] Perfil da convidada: Trajetória acadêmica e profissional da Profa. Lia Jeronymo Romero.

[00:04:30] Início da aula: A tecnologia como ponte entre sonhos e realidade na gestão hospitalar.

[00:06:00] Contextualização da CME: O papel vital da unidade como “coração” que atende todo o hospital.

[00:07:40] Missão do projeto: Transformar a rotina operacional em inteligência de gestão estratégica.

[00:08:15] Desafios do inventário: Problemas com “batismo” de caixas e as dores da operação manual.

[00:15:00] Demonstração prática e indicadores: Estruturação de dados, criação de dashboards e exemplos de monitoramento de arsenal.

[01:10:00] Tomada de decisão: Como os dados auxiliam em auditorias, acreditações e compras hospitalares.

[01:22:22] O futuro da CME: Discussão sobre a história da enfermagem, inovação tecnológica e o impacto do e-book sobre infecções.

[01:23:40] Agradecimentos e carreira: Relato pessoal da palestrante sobre sua evolução profissional e parcerias acadêmicas.

[01:25:50] Encerramento: Informações sobre os cursos do Instituto CCIH+ e próximos episódios.

FAQ – Controle de patrimônio e arsenal cirúrgico por Power BI na CME

  1. O que é o projeto de controle de patrimônio e arsenal cirúrgico por Power BI na CME?

É uma proposta de gestão da Central de Material e Esterilização (CME) baseada em dados, que utiliza o Power BI para transformar inventários manuais, controles em planilhas e rotinas reativas em painéis dinâmicos que permitem acompanhar em tempo real o arsenal cirúrgico, o patrimônio, o giro de materiais e pontos de desperdício. A partir da experiência apresentada pela Profa. Lia Jeronymo Romero, o objetivo é dar visibilidade à CME como “coração” do hospital, apoiando decisões estratégicas de compras, manutenção de instrumental, reposição de caixas e segurança cirúrgica.
Referência: https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/

  1. Como o Power BI pode melhorar o controle de patrimônio e de arsenal cirúrgico no dia a dia da CME?

O Power BI permite integrar dados de diferentes fontes (sistemas de gestão hospitalar, planilhas de inventário, registros de empréstimos, manutenção e perdas) em dashboards intuitivos, facilitando o monitoramento da localização, do estado de conservação, da frequência de uso e da disponibilidade de caixas cirúrgicas e instrumentais. Isso reduz o tempo gasto em levantamentos manuais, melhora a rastreabilidade do arsenal, diminui extravios, apoia a negociação com gestores e aumenta a previsibilidade da oferta de materiais processados para o centro cirúrgico.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/

  1. Quais indicadores são prioritários em um painel de Power BI para CME e arsenal cirúrgico?

Entre os indicadores frequentemente destacados estão: número de caixas cirúrgicas por especialidade, frequência de uso por período, taxa de atrasos na devolução ou processamento, percentual de extravios ou divergências de inventário, tempo médio de processamento por tipo de material e indicadores de obsolescência ou necessidade de manutenção de instrumentais. Também podem ser úteis indicadores de custos associados a perdas, reprocessamentos desnecessários e falta de padronização de conjuntos, apoiando auditorias, acreditações e decisões de investimento.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
Live TV CCIH – “Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME”: https://www.youtube.com/watch?v=36fupvddzkw

  1. Como integrar o uso de Power BI na CME com as exigências da CCIH e da segurança do paciente?

O painel de Power BI deve ser desenhado para evidenciar pontos críticos de risco para infecção associada à assistência, como indisponibilidade de materiais críticos, uso de caixas incompletas, falhas na rastreabilidade de lotes e cargas de esterilização, além do impacto disso na segurança cirúrgica. A CCIH pode utilizar esses dados para planejar auditorias, priorizar intervenções em processos do CME e apoiar a gestão de riscos em procedimentos de alto impacto, alinhando o monitoramento de processos às recomendações de segurança do paciente e normas regulatórias.
Referências:
https://www.ccih.med.br/o-que-faz-um-centro-de-material-e-esterilizacao-cme-em-um-hospital/
Live “O que a CCIH deve saber sobre o CME?”: https://www.youtube.com/watch?v=Bg4UMgvAlug

  1. Qual é o papel do gestor hospitalar na implantação de um projeto de Power BI na CME?

O gestor hospitalar deve apoiar a disponibilização de dados confiáveis, garantir infraestrutura tecnológica adequada (licenças, integração de sistemas, suporte de TI) e legitimar o uso de indicadores do CME nos fóruns de decisão institucional. Além disso, precisa compreender que a CME é unidade estratégica para a segurança e para a eficiência operacional, apoiando investimentos em mapeamento de processos, padronização de nomenclaturas, treinamento da equipe e parcerias, por exemplo, com engenheiros de produção ou analistas de dados.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
Live “Como sensibilizar gestores para CME e CCIH”: https://www.youtube.com/watch?v=ZZn3Xf86fFQ
Live “Parceria do CME com engenheiro de produção”: https://www.youtube.com/watch?v=vd3Rxly04io

  1. Como a equipe de enfermagem do CME pode se preparar para utilizar dashboards de Power BI?

A equipe de enfermagem precisa, inicialmente, compreender os conceitos básicos de indicadores, fluxos de dados e interpretação de gráficos, além de participar ativamente da definição de quais perguntas de gestão os dashboards devem responder. É importante envolver os profissionais na construção do modelo de dados (padronização de nomes de caixas, códigos de materiais, classificação de criticidade) e em treinamentos práticos para leitura de painéis, de forma que o uso do Power BI se torne ferramenta de trabalho diário e não apenas relatório eventual para a direção.
Referências:
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/
https://www.ccih.med.br/quais-sao-os-principais-problemas-que-uma-central-de-material-e-esterilizacao-enfrenta/
Live “Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME”: https://www.youtube.com/watch?v=36fupvddzkw

  1. Quais são os principais desafios na migração de inventários manuais da CME para um modelo de Power BI?

Entre os desafios mais frequentes estão a ausência de cadastro padronizado de materiais, o uso de “apelidos” ou “batismos” de caixas cirúrgicas diferentes para o mesmo conjunto, inconsistências entre sistemas de gestão e registros locais e a resistência inicial da equipe a abandonar controles manuais. Também pode haver dificuldades tecnológicas, como falta de integração entre o sistema hospitalar e o Power BI, além de lacunas de capacitação de profissionais em conceitos de dados. O enfrentamento desses desafios exige projeto estruturado, com fase de saneamento de cadastros, validação de bases e envolvimento multiprofissional.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
https://www.ccih.med.br/quais-sao-os-principais-problemas-que-uma-central-de-material-e-esterilizacao-enfrenta/

  1. Como o controle informatizado do arsenal cirúrgico impacta a segurança do paciente e a prevenção de infecções?

Um controle mais preciso do arsenal permite garantir que caixas cheguem completas, com instrumentais íntegros, adequadamente processados e dentro dos prazos de validade, reduzindo o risco de improvisos em campo cirúrgico e potenciais falhas de esterilização. Além disso, a rastreabilidade informatizada auxilia na investigação de eventos adversos relacionados a material e na implementação de ações corretivas rápidas, o que fortalece a interface entre CME, centro cirúrgico e CCIH no contexto de segurança cirúrgica e prevenção de infecções.
Referências:
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/
https://www.ccih.med.br/o-que-faz-um-centro-de-material-e-esterilizacao-cme-em-um-hospital/

  1. A implantação de dashboards de Power BI na CME exige conhecimento avançado de tecnologia por parte dos enfermeiros?

Não necessariamente, pois o objetivo é que o enfermeiro gestor utilize o Power BI como ferramenta de visualização e tomada de decisão, e não como programador. No entanto, é desejável que exista um profissional de apoio (analista de dados, TI ou engenheiro de produção) para a modelagem inicial, enquanto a equipe de enfermagem se familiariza com a leitura de painéis, filtros, segmentações e principais conceitos de indicadores e metas.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
Live “Parceria do CME com engenheiro de produção”: https://www.youtube.com/watch?v=vd3Rxly04io

  1. Como CCIH e CME podem usar conjuntamente o Power BI para auditorias e acreditações?

As equipes podem definir, em conjunto, quais processos e indicadores da CME são críticos para a prevenção de infecções e para o cumprimento de requisitos de acreditação (como disponibilidade de materiais críticos, rastreabilidade de cargas, conformidade de fluxos limpo/sujo, tempo de resposta a não conformidades). Esses indicadores podem ser visualizados em dashboards específicos, utilizados em reuniões periódicas de análise de resultados, planos de ação e apresentação de evidências em auditorias internas e externas.
Referências:
https://www.ccih.med.br/o-que-faz-um-centro-de-material-e-esterilizacao-cme-em-um-hospital/
Live “Interfaces do CME com a CCIH”: https://www.youtube.com/watch?v=PlycdawBi5w
Live “O que a CCIH deve saber sobre o CME?”: https://www.youtube.com/watch?v=Bg4UMgvAlug

  1. De que forma o controle de patrimônio na CME pode apoiar a gestão de custos hospitalares?

O inventário informatizado e os dashboards de Power BI permitem identificar materiais subutilizados, conjuntos redundantes, extravios recorrentes e custos ocultos com consertos e reposições. Essas informações subsidiam a revisão de contratos, a racionalização de estoques e a negociação com fornecedores, além de apoiar a priorização de investimentos em novos conjuntos, tecnologias de esterilização ou ampliação da capacidade da CME, com base em dados de demanda real e de impacto na produção cirúrgica.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
https://www.ccih.med.br/quais-sao-os-principais-problemas-que-uma-central-de-material-e-esterilizacao-enfrenta/

  1. Quais são as interfaces mais importantes entre CME, centro cirúrgico e farmácia clínica no contexto do controle de arsenal?

As principais interfaces envolvem planejamento conjunto da programação cirúrgica, definição de parcerias para gestão de implantes, materiais consignados e kits especiais, além do alinhamento sobre critérios de priorização em situações de escassez. A farmácia clínica pode contribuir com dados sobre consumo, custos de materiais e avaliação de tecnologia em saúde, enquanto a CME garante a rastreabilidade do processamento e a disponibilidade física do arsenal, integrando informações no painel de Power BI.
Referências:
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/
Live “Interfaces do CME com a CCIH”: https://www.youtube.com/watch?v=PlycdawBi5w

  1. Como o projeto de Power BI na CME se relaciona com a qualificação profissional e a formação em pós-graduação?

A adoção de ferramentas de business intelligence na CME reforça a necessidade de que profissionais de enfermagem, farmácia, medicina e gestão hospitalar sejam formados com competências em análise de dados, gestão de processos e liderança. Programas de pós-graduação como MBAs em CME, CCIH, segurança do paciente e gestão em saúde podem incluir módulos específicos de indicadores, uso de dashboards e projetos práticos de implantação de soluções como as demonstradas no vídeo do Instituto CCIH+.
Referências:
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/
MBA CME – Gestão em Centro de Material e Esterilização: https://www.ccih.med.br/cursos-mba/mba-cme-gestao-em-centro-de-material-e-esterilizacao/
Cursos do Instituto CCIH+: https://www.ccih.med.br/cursos/

  1. Quais são os principais problemas de uma CME que podem ser evidenciados ou monitorados via Power BI?

Problemas como retrabalho na limpeza por falhas na devolução de materiais, atrasos em cirurgias por falta de caixas, alto índice de perdas de instrumentais, excesso ou falta de estoque de determinados itens e baixa rotatividade de materiais de alto custo podem ser rapidamente identificados em dashboards. A visualização desses dados em séries históricas e por unidade solicitante permite analisar causas, propor intervenções específicas e acompanhar o impacto das melhorias.
Referências:
https://www.ccih.med.br/quais-sao-os-principais-problemas-que-uma-central-de-material-e-esterilizacao-enfrenta/
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/

  1. Como sensibilizar a alta gestão sobre a importância de investir em tecnologia de gestão para a CME?

Uma estratégia é apresentar, com dados, o impacto da CME na produção cirúrgica, nos custos com materiais e na segurança do paciente, demonstrando perdas financeiras por extravios, atrasos cirúrgicos e retrabalhos, bem como ganhos potenciais com a implantação de um sistema de controle mais robusto. Lives e conteúdos educativos, como os do Instituto CCIH+, podem ser usados para mostrar experiências bem-sucedidas, evidências científicas e a correlação entre boa gestão da CME, acreditações e reputação institucional.
Referências:
Live “Como sensibilizar gestores para CME e CCIH”: https://www.youtube.com/watch?v=ZZn3Xf86fFQ
https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/

  1. De que maneira o uso de dados da CME pode apoiar políticas de incorporação de novas tecnologias e materiais?

Os dados de consumo, frequência de uso, eventos adversos, índices de reprocessamento e custos por procedimento ajudam a comparar tecnologias concorrentes e a justificar a incorporação ou descontinuação de determinados materiais e equipamentos. Esse processo, quando integrado com a CCIH, farmácia clínica e comissão de padronização, permite que decisões de incorporação tecnológica sejam baseadas em evidências e em impacto real na linha de cuidado e na segurança do paciente.
Referências:
Live “O que a CCIH deve saber sobre o CME?”: https://www.youtube.com/watch?v=Bg4UMgvAlug
https://www.ccih.med.br/centro-de-material-e-esterilizacao-o-que-devo-saber/

  1. Há relação entre projetos de Power BI na CME e os planos regulatórios e de segurança do paciente, como o Plano da Anvisa 2026–2030?

Sim, porque muitos objetivos e metas de planos regulatórios, como a redução de infecções associadas à assistência e a melhoria da segurança do paciente, dependem de processos estáveis e monitorados no CME, com capacidade de gerar indicadores confiáveis. O uso de dashboards em unidades críticas como a CME contribui para a governança de riscos, o acompanhamento de metas institucionais e a documentação de evidências exigidas por órgãos reguladores e programas de acreditação.
Referência:
https://www.ccih.med.br/novo-plano-da-anvisa-2026-2030-metas-indicadores-e-impactos-na-gestao-da-seguranca-do-paciente/

  1. Como o conteúdo da TV CCIH e das lives pode ser usado na capacitação da equipe da CME sobre controle de patrimônio?

As lives e aulas disponibilizadas no canal do Instituto CCIH+ no YouTube podem ser incorporadas em programas internos de educação permanente, com sessões de discussão de casos e elaboração de planos de ação locais baseados nas experiências relatadas. A live “Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME” é especialmente útil como estudo de caso para demonstrar, passo a passo, a construção de indicadores, dashboards e a mudança de cultura na gestão da unidade.
Referências:
Canal YouTube Instituto CCIH+: https://www.youtube.com/@CCIHCursosMBA
Live “Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME”: https://www.youtube.com/watch?v=36fupvddzkw

  1. Profissionais de farmácia clínica e hospitalar podem se beneficiar de projetos de Power BI na CME? De que forma?

Sim, pois a integração de dados de CME com farmácia clínica e hospitalar permite analisar consumo de materiais e medicamentos relacionados a procedimentos cirúrgicos, avaliar desperdícios, apoiar programas de stewardship e correlacionar uso de recursos com desfechos clínicos. Farmacêuticos podem participar da construção de painéis conjuntos, incluindo indicadores de consumo de antibióticos, uso de implantes e materiais de alto custo, melhorando a gestão da linha de cuidado perioperatória.
Referências:
https://www.ccih.med.br/
Informações sobre MBAs em farmácia clínica e hospitalar – Instituto CCIH+: https://www.ccih.med.br/cursos-mba/mba-ccih-gestao-em-saude-e-controle-de-infeccao/

  1. Onde encontrar mais conteúdos, cursos e materiais sobre CME, CCIH e gestão baseada em dados?

O Instituto CCIH+ disponibiliza artigos, notícias, lives da TV CCIH, cursos de pós-graduação (MBAs) e capacitações voltadas a CCIH, CME, segurança do paciente, farmácia clínica e gestão em saúde. No site, é possível acessar o blog, a categoria TV CCIH e a página de cursos, além da live específica sobre controle de patrimônio e arsenal cirúrgico por Power BI na CME, que aprofunda o tema e apresenta a experiência prática da Profa. Lia Jeronymo Romero.
Referências:
Site Instituto CCIH+: https://www.ccih.med.br
Blog e TV CCIH: https://www.ccih.med.br/blog/ e https://www.ccih.med.br/category/tv-ccih/
Live “Controle de Patrimônio e Arsenal Cirúrgico por Power BI na CME”: https://www.ccih.med.br/controle-de-patrimonio-e-arsenal-cirurgico-por-power-bi-na-cme/

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Autora 

Karine Oliveira
Enfermeira | Gerente Educacional do Instituto CCIH+
Especialista em Gestão em Saúde e Controle de Infecção | Qualidade e Segurança do Paciente
Mestranda em Enfermagem com foco em Gerenciamento de Incidentes e Eventos Adversos
Presidente da AGIH (Associação Gaúcha de Profissionais em Controle de Infecção) – Gestão 2025–2027 

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