O propósito deste estudo é abordar a vigilância de infecção de sítio cirúrgico por meio de revisão da literatura com pesquisa bibliográfica a partir das bases de dados Scielo e Bireme. Infecções de sítio cirúrgico (ISCs) são causas importantes de complicações pós-operatórias, levando a significativos gastos e maior risco de morbidade e mortalidade.

Esta infecção, tanto por sua frequência como por sua importante repercussão e morbimortalidade dos pacientes e pelo impacto económico que implica para o sistema de saúde, supõe um problema de saúde pública que justifica sua prevenção e vigilância. O estudo assinala que são diversos agentes infecciosos aos quais os pacientes estão expostos durante a hospitalização.

A probabilidade de infecção resultante dessa exposição depende, em parte, da espécie do agente patogênico, sua virulência, sua resistência aos agentes antimicrobianos administrados ao paciente e a carga microbiana presente um determinado sítio. Vale ressaltar que a cirurgia e o controle clínico do paciente cirúrgico apresentaram, nos últimos anos, importantes avanços, com reflexo direto na redução da morbimortalidade daqueles submetidos a procedimentos operatórios, especialmente no nível ambulatorial, o que permite grandes vantagens, como menor custo para a instituição, maior número de atendimentos prestados e menor tempo de internação.

Autora: Amanda Lima de Almeida

 


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