A resistência adquirida aos antimicrobianos é um dos maiores problemas atualmente nos hospitais. Dentre as infecções relacionadas à assistência à saúde, as infecções do trato urinário têm uma porcentagem significativa, principalmente quando relacionadas ao cateterismo.

Entre os agentes encontramos Enterobacteriaceae, bacilos não fermentadores de glicose (Pseudomonas aeruginosa e o Acinetobacter baumannii), e Candida spp. Estudos sobre o perfil de susceptibilidade dos microrganismos envolvidos mostram aumento importante na freqüência e na resistência, com relatos de aparecimento de cepas multirresistentes. Relatos sobre o uso de tratamento com substâncias que não os antibióticos em publicações científicas ainda são escassos, com resultados controversos, porém com alguns resultados in vitro promissores.

Este trabalho mostra que novos estudos experimentais e clínicos necessitam ser realizados para acompanhamento in vitro das atividades do acido acético, probióticos e bacteriófagos para tratamento das ITUs, uma vez que cepas mutiresistentes são um problema cada vez mais comum e de difícil resolução em diversos hospitais brasileiros.

 

Autoras: Cely Barreto da Silva, Claudete Silvia Ciola e Simone Altobello

 


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