Este estudo tem por objetivo abordar a sepse neonatal precoce em seu aspecto preventivo por meio de revisão da literatura com pesquisa bibliográfica a partir das bases de dados Scielo, PubMed, e Bireme.

Na análise dos artigos, foram identificadas três categorias a serem trabalhadas: Categoria I – Sepse Neonatal; Categoria II Sepse Neonatal Precoce; Categoria III – Prevenção da Sepse Neonatal Precoce. O estudo assinala que a equipe de enfermagem pode contribuir para a prevenção efetiva da sepse neonatal. O conhecimento em relação aos meios de transmissão da infecção auxilia o enfermeiro a identificar os recém-nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) com maior risco de contraírem a sepse. Dois terços das sepses são decorrentes das infecções relacionadas à assistência à saúde.

Toda a equipe multiprofissional é responsável pelo controle de infecções. Como os profissionais de enfermagem possuem maior contato direto com os recém-nascidos internados, e devem conhecer as boas práticas e as técnicas assépticas, assim cogitou-se sobre a opinião da equipe de enfermagem acerca das medidas de prevenção e controle de infecções no período neonatal com intuito de prevenir a sepse neonatal.

 

Autora: Rosilene Santarone Vieira

 


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