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Este artigo aborda o que a medicina alternativa afirma sobre as infecções hospitalares, sua prevenção e controle. O tema é altamente polêmico, mas o que podemos concluir em termos de evidências científicas é uma das propostas desta sinopse, além de compreendermos melhor os princípios de ações dos profissionais de saúde adeptos desta corrente terapêutica.

Nesta sinopse abordaremos:

  • Por que pacientes diabéticos têm maior risco de infecção de acordo com a medicina alternativa?
  • Quais as principais estratégias adicionais que a medicina tradicional emprega para prevenir infecções em pacientes diabéticos?
  • Segundo o autor, quais as causas dessa predisposição à infecção?
  • É possível tratar infecções bacterianas sem o uso de antibióticos?
  • Mas existe comprovação científica dessas estratégias terapêuticas?
  • E o que penso a respeito disso tudo?

Por que pacientes diabéticos têm maior risco de infecção de acordo com a medicina alternativa?

Este tema que o autor aborda neste artigo está muito bem estabelecido na literatura da medicina ocidental, onde os pacientes diabéticos são mais propensos a ter infecção hospitalar. Ele apresenta um ponto de vista diferente, das alterações energéticas que todos os pacientes diabéticos possuem e quais são os desequilíbrios energéticos encontrados nos pacientes com processo de infecção hospitalar.

Quais as principais estratégias adicionais que a medicina tradicional emprega para prevenir infecções em pacientes diabéticos?

A visão da medicina ocidental para reduzir a infecção hospitalar em pacientes diabéticos visa apenas reduzir a glicemia, por exemplo no período pré-operatório, usando medicação ou insulina ou dieta.

Segundo o autor, quais as causas dessa predisposição à infecção?

Os pacientes diabéticos apresentam deficiências nos centros energéticos dos chakras que estão levando a um desequilíbrio (deficiência de Yin e retenção de calor), levando à hiperglicemia, segundo a medicina tradicional chinesa.

O autor descreve que os sinais e sintomas de infecção nosocomial só podem ser manifestações de desequilíbrios energéticos internos gerando formação de calor interno e que o equilíbrio dessas energias através da terapia dietética chinesa, acupuntura com sangria no ápice da orelha, e prevenção da entrada de fatores patogênicos externos no corpo do paciente pode ter efeito protetor.

O controle de todos os fatores que estão causando sintomas de infecções hospitalares, como a exposição a fatores patogênicos externos, dieta, emoção e o tratamento da falta de energia em todos esses pacientes, é importante para controlar os outros dois terços das infecções hospitalares que não é controlado atualmente, pelos programas de controle de infecção.

É possível tratar infecções bacterianas sem o uso de antibióticos?

De acordo com a medicina tradicional chinesa, quando ocorre a redução de qualquer tipo de energia (deficiência do Yin, Yang, Qi ou Sangue ou uma combinação dessas quatro forças), há a formação de calor interno, responsável pelo início das manifestações dos sintomas da infecção, como hiperemia da pele ou incisão cirúrgica, secreção purulenta, etc.

Esses desequilíbrios energéticos que estão induzindo a formação do diabetes são os mesmos que estão produzindo a infecção hospitalar. O autor disse que todas as infecções (bacterianas, fungos, vírus) têm em comum deficiências energéticas com a formação interna de calor.

O uso de medicamentos altamente concentrados para tratar muitas condições apresentadas pelos pacientes como febre, infecção, hipoglicemiantes etc., podem causar maior queda em todas essas energias que já são baixas. Segundo princípios da homeopatia, drogas em altas concentrações poderiam causar redução da energia vital e o uso de drogas altamente diluídas, aumenta essas energias.

Portanto, devido à mudança no padrão energético (reduzindo a energia interna em todos os órgãos) de nossa população em todo o mundo, induzida pelas influências das ondas eletromagnéticas em nossas vidas, e sabendo que os pacientes diabéticos têm essa falta de energia, o uso de medicamentos altamente diluídos é muito recomendado hoje em dia, mesmo em pacientes graves.

Segundo Hipócrates (460 aC – 370 aC), pai da Medicina, ele disse que as forças naturais dentro de nós são verdadeiras curas para doenças, restabelecendo o equilíbrio dessas energias. Portanto, para reduzir a chance do paciente diabético ter infecção hospitalar, há a necessidade de regular os desequilíbrios energéticos em nível radicular, pois quando o médico trata apenas a redução da glicemia, utilizando insulina ou medicação hipoglicemiante, haverá a formação de desequilíbrios energéticos reduzindo ainda mais a energia vital que já está baixa, em todos esses pacientes, e aumentando a chance de produzir o Calor interno, que está produzindo sintomas de infecções hospitalares. O uso de antibióticos para tratar essas manifestações de infecções causará queda ainda maior dessa energia, que é baixa.

Como disse Hipócrates, pai da medicina, as forças naturais dentro de nós são os verdadeiros curadores das doenças. Assim, o autor quer dizer que, exsite energia que está desequilibrada tanto em diabéticos quanto em pacientes infecciosos e o reequilíbrio de todas essas energias é suficiente para restaurar a saúde do corpo novamente.

Mas existe comprovação científica dessas estratégias alternativas?

No artigo escrito por Rossi et al. (2018) intitulado “Integração da Homeopatia e Medicina Complementar no Sistema de Saúde Pública da Toscana e a Experiência da Clínica Homeopática do Hospital de Lucca”, os autores dizem que suas experiências na integração da medicina complementar, incluindo a homeopatia, começaram em 1996 e estudam na época, 5.877 pacientes que foram internados no hospital para diversos tratamentos (clínica geral, clínica de saúde da mulher e oncologia) e o que encontraram foi que ocorre uma melhora de sua condição em 88,8% de todas essas populações em uso de homeopatia associada a medicamentos ocidentais.

E o que penso a respeito disso tudo?

Sei que este tema é bastante polêmico e gera debates acalorados. Mas, conceitos modernos sobre saúde trazem o princípio de equilíbrio entre forma e função do organismo. As próprias infecções hospitalares são provocadas pelo desequilíbrio entre o microbioma humano e os mecanismos de defesa anti-infecciosa do hospedeiro. Por outro lado, o desenvolvimento da metodologia das evidências científicas exige estudos rigorosamente planejados, com um grupo sem a intervenção avaliada, sem qualquer espécie de viés e que as diferenças entre as abordagens sejam estatisticamente significativas. A opinião de especialistas e estudos observacionais, sem o devido controle e efetivamente cegados (o que é impossível neste caso), apresentam um valor limitado.

Outros fatores complicam bastante estes possíveis estudos, como: efeito placebo da relação médico-paciente; influências do observador na coleta e interpretação de dados; a necessidade dos estudos serem aprovados pelas comissões de ética em pesquisa; o conceito moderno de multicausalidade tem vários fatores etiológicos ainda desconhecidos pela ciência e isto se aplica às infecções hospitalares e o próprio diabetes.  Assim, ainda estamos longe de uma conclusão definitiva sobre o tema.

Sinopse por: Antonio Tadeu Fernandes

Fonte: Huang Wei Ling (2022) Why Diabetic Patients Are More Likely to Get Hospital Infection?. Int J Diabetes Metab Disord 7(1): 01-03.

Link: https://scholar.google.com.br/scholar_url?url=https://opastpublishers.com/open-access/why-diabetic-patients-are-more-likely-to-get-hospital-infection.pdf&hl=pt-BR&sa=X&d=408237473273087163&ei=5chgYozPA5WMy9YPt8OamA0&scisig=AAGBfm1NH2LWXJs-psxObfmjyHbD_t01Xw&oi=scholaralrt&hist=bhw1rCkAAAAJ:13161214607370748383:AAGBfm2whgfMK_XrCADj9QjZrERoZ9CWEg&html=&pos=0&folt=kw-top

Links adicionais:

https://bmcinfectdis.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12879-018-2975-2

https://www.omicsonline.org/proceedings/is-it-possible-to-treat-communityacquired-and-nosocomial-infections-with-the-same-method-without-the-use-of-antibiotics-105439.html

https://www.researchgate.net/publication/352367651_Is_it_Possible_to_Treat_Nosocomial_Cellulitis_Post_Placement_of_Hemodialysis_Catheter_without_the_Use_of_Antibiotics

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29549880/

https://escientificpublishers.com/what-do-we-need-to-know-to-reduce-complications-for-our-surgical-patients-JMSS-03-0033

https://www.ccih.med.br/relacao-entre-diabetes-e-infeccao-de-sitio-cirurgico-apos-cirurgia-de-vascularizacao-do-miocardio/

https://www.ccih.med.br/a-importancia-da-participacao-da-ccih-como-colaboradora-para-a-prevencao-de-infeccoes-de-partes-moles-em-membros-inferiores-de-pacientes-diabeticos/

Palavras chaves / TAGs: diabetes, infecção hospitalar, IH, IRAS, alterações energéticas, medicina ocidental, medicina alternativa, chakras, desequilíbrio, Yin, medicina tradicional chinesa, calor interno, terapia dietética chinesa, acupuntura, sangria, yang, Qi, homeopatia, energia vital, ondas eletromagnéticas, Hipócrates, microbioma humano, mecanismos de defesa



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