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Foi realizada síntese rápida de evidências para responder questões sobre tratamento farmacológico para COVID-19. Foram pesquisados o uso de antivirais, interferon, cloroquina e hidroxicloroquina, corticosteroides, oxigenoterapia, reanimação com líquidos intravenosos e outros tratamentos. As principais mensagens dos autores são relacionadas á precaução no uso da cloroquina em razão da necessidade de monitoramento eletrocardiográfico para identificar prolongamento do intervalo QTc e bradicardia, e também sobre o seu uso off-label. São destacados ainda que, em razão do interferon ser um tratamento adjuvante, é difícil avaliar sua eficácia intrínseca, seu uso não foi recomendado na diretriz Surviving Sepsis, e possui uma recomendação fraca na diretriz rápida da Universidade de Wuhan. Além disso, os antibióticos e antimicóticos são recomendadas apenas em pacientes com infecção documentada. A síntese também buscou evidências de tratamento farmacológico específico em gestantes e crianças, e não encontrou recomendações diferentes das associadas à oxigenoterapia, suporte vasoativo e antibiótico, caso necessário. Não foram relatados eventos adversos com tratamento antiviral ou com esquemas imunomoduladores nesses grupos.
Mesmo com evidências de baixa qualidade e recomendações fracas a favor de alguns desses medicamentos, os autores incluíram uma tabela com aqueles potencialmente eficazes e suas dosagens para uso em casos moderados ou graves, a saber: lopinavir/ritonavir (400 mg/100 mg, oral, c/12 h/7 a 14 dias), cloroquina base ou fosfato (300 mg de CLQ base ou 500 mg de CLQ fosfato, c/12 horas máx. 7 dias), hidroxicloroquina (200 mg c/12 horas, oral/5 dias), favipinavir (1º dia: 1600 mg 2 x/dia, 2º ao 14º: 600 mg, 2x/dia) e metilprednisolona (40 a 80 mg/IV/dia, sem exceder 2 mg/kg, por no máximo 5 dias)

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