Apresentamos para vocês o cadastro de nossos cursos de pós graduação EAD no E-MEC, trazendo como grande novidade o MBA GESTÃO DA PRÁTICA ASSISTENCIAL COM FOCO NA EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR, QUALIDADE E SEGURANÇA DO PACIENTE. Nesta especialização, buscamos oferecer completa formação na gestão e na epidemiologia hospitalar, imprescindíveis bases técnico científicas para  estudo, controle e prevenção de incidentes na prática assistencial. Este Curso vem se somar aos nossos MBAs em CCIH e CME, buscando sempre o melhor para a saúde da coletividade, com objetivo de manter nossa credibilidade na qualidade do ensino, aliada à segurança que nossos alunos usufruem em cursos adaptados e credenciados para a metodologia à distância, sem improvisações. Um curso para quem soube esperar pelo melhor.

Também trazemos a programação semanal da TV CCIH que agora apresenta às sextas-feiras o ReVisão, com reprise dos destaques.

Neste boletim abordamos artigos sobre vacinas, reabertura de escolas, fake News e gestantes durante a pandemia.

Nosso EAD com cadastro no MEC

Nossos cursos MBA Gestão em saúde e controle de infecção e MBA Gestão em centro de material já estão regulamente cadastrados no E-MEC, por uma parceria entre a FACEAT e a UNIVR. Também já obtivemos o cadastro para nosso MBA inovador sobre segurança do paciente e epidemiologia hospitalar e que será inicialmente lançado exclusivamente EAD. O curso para quem soube esperar pelo melhor.

Nos cursos sobre controle de infecção e CME vocês já podem se inscrever e terão acesso imediato aos nossos consagrados cursos, que lideram a especialização no Brasil em CCIH e CME.

Para maiores informações e inscrição em nossos cursos EAD com inscrição aberta:

CCIH: https://www.ccih.med.br/cursos/ccih-cursos-lanca-turmas-brasil-on-line/

CME: https://www.ccih.med.br/cursos/ccih-cursos-lanca-turmas-brasil-on-line-2/

Fonte:

http://emec.mec.gov.br/emec/consulta-cadastro/detalhamento/d96957f455f6405d14c6542552b0f6eb/MTU1NA==/93916316abe23148507bd4c260e4b878/MTMwNTg1

http://emec.mec.gov.br/emec/consulta-cadastro/detalhamento/d96957f455f6405d14c6542552b0f6eb/MTU1NA==/93916316abe23148507bd4c260e4b878/MTMwNTU3

http://emec.mec.gov.br/emec/consulta-cadastro/detalhamento/d96957f455f6405d14c6542552b0f6eb/MTU1NA==/93916316abe23148507bd4c260e4b878/MTMwNTY0

Programação da TV CCIH

Lançamos a semana passada o programa ReVisão, que irá ao ar todas as sextas-feiras às 20 horas, onde revisitaremos os principais programas de nosso canal para atualizar e debater seu conteúdo. Esta é a programação desta semana. Todas as atividades se iniciam as 20:00 horas.

Covid-19: nova mudança no mapa das vacinas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o aumento do número de voluntários nos estudos da vacina Sinovac, em parceria com o Instituto Butantã. Antes, 9.000 pessoas iriam participar dos estudos, agora serão 13.060 voluntários. Além disso, o estudo da vacina chinesa será feito também nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Outra mudança: a vacina Janssen-Cilag, do grupo Johnson e Johnson, que teve anuência para testes em sete estados brasileiros, terá a participação de voluntários de mais quatro estados nos testes. Foram incluídos nesta lista os estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina e o Distrito Federal.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=covid-19-nova-mudanca-no-mapa-das-vacinas&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=6039086&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Nota esclarece sobre produtos têxteis antivirais e antibacterianos

Foi publicada, na sexta-feira (18/9), a NOTA TÉCNICA 202/2020/SEI/GEMAT/GGTPS/DIRE3/ANVISA, que traz esclarecimentos sobre o enquadramento sanitário de produtos têxteis com propriedade antiviral ou antibacteriana como produtos para a saúde. O objetivo é prestar informações gerais sobre o assunto, indicar quando esses produtos têxteis são considerados produtos médicos passíveis de regularização pela Anvisa e quando não são.

A publicação atende a diversas solicitações de informações sobre o tema, recebidas pela Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS). Além do enquadramento sanitário, os pedidos referem-se a esclarecimentos sobre a eficácia e a regularização dos produtos, que incluem uma diversa gama de artigos, como vestimentas, tecidos para estofados de veículos, máscaras faciais, calçados, entre outros, fabricados com fios, fibras e filamentos com propriedade antiviral ou antibacteriana.

Deve-se salientar que a Covid-19 é primariamente uma doença respiratória, com transmissão entre pessoas, principalmente por meio de gotículas respiratórias. Por não apresentarem as características tipificadas nas normas da Anvisa, os produtos de uso não profissional fabricados com materiais têxteis técnicos com atividade antiviral ou antimicrobiana não são considerados pela norma como dispositivos médicos.

Assim, o uso de vestimentas ou estofados fabricados com tecidos de propriedade antiviral, embora possa contribuir com certo nível de inativação do vírus na superfície desses objetos e potencialmente minimizar a probabilidade de contaminação indireta pelo contato, não garante proteção total contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Além disso, é relevante ressaltar que os revestimentos antivirais ou antibacterianos presentes em máscaras faciais para uso não profissional, atuam essencialmente na superfície do tecido. Ressalta-se que a utilização desses revestimentos não está necessariamente relacionada a uma maior eficiência de filtragem de partículas e de bactérias.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=nota-esclarece-sobre-produtos-texteis-antivirais-e-antibacterianos&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=6036775&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Covid-19: nota traz orientações para bancos de tecidos

Anvisa divulgou, nesta sexta-feira (18/9), uma nota contendo orientações gerais destinadas aos bancos de tecidos, diante do cenário de enfrentamento ao novo coronavírus (Sars-CoV-2). O material está consolidado na Nota Técnica 60/2020 e traz informações distribuídas por tópicos, contemplando os seguintes temas:

  • relação do Sars-CoV-2 com o transplante de tecidos humanos;
  • ações voltadas aos bancos de tecidos;
  • ações voltadas aos serviços de saúde;
  • ações voltadas aos produtos para diagnóstico in vitro;
  • orientações para mitigação do risco na utilização terapêutica de tecidos.

A Nota traz recomendações sanitárias complementares à Nota Técnica 34/2020-CGSNT/DAET/SAES/MS, publicada conjuntamente pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde.

Fonte:

tp://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=covid-19-nota-traz-orientacoes-para-bancos-de-tecidos&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=6035203&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Organizações pedem aos países medidas mais firmes para impedir a disseminação de informações falsas durante pandemia da COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS), junto com a com a Organização das Nações Unidas (ONU), agências especializadas e parceiros convocam os países a desenvolver e implementar planos de ação para promover a divulgação oportuna de informações verdadeiras, de base científica, e prevenir a disseminação de informações falsas, respeitando a liberdade de expressão.

“Assim que o vírus se espalhou pelo mundo, mensagens imprecisas e até perigosas se espalharam descontroladamente nas redes sociais, deixando as pessoas confusas, enganadas e mal aconselhadas”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres. ”Nossa iniciativa, chamada de ‘Verificado’, está lutando contra a desinformação com a verdade. Trabalhamos com parceiros da imprensa, indivíduos, influenciadores e plataformas de mídia social para divulgar conteúdo que promova a ciência, ofereça soluções e inspire solidariedade. Isso será especialmente importante à medida que trabalhamos para construir a confiança do público na segurança e eficácia das futuras vacinas contra a COVID-19. Precisamos de uma ‘vacina popular’ que seja acessível e disponível para todos ”, comentou.

Fonte:

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6290:organizacoes-pedem-aos-paises-medidas-mais-firmes-para-impedir-a-disseminacao-de-informacoes-falsas-durante-pandemia-da-covid-19&Itemid=842

OPAS pede que países planejem vacinação contra a COVID-19 antecipadamente para reduzir mortes

Os países não devem esperar que uma vacina contra a COVID-19 seja desenvolvida para começar a planejar e se preparar para sua chegada, afirmou nesta quarta-feira (23) a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F Etienne. Enquanto isso, também devem continuar com outras medidas de saúde pública recomendadas para conter o vírus.

“Os profissionais de saúde da linha de frente, socorristas e aqueles que cuidam de pessoas idosas devem ser vacinados primeiro, seguidos por grupos vulneráveis, como adultos com doenças pré-existentes, especialmente aqueles com mais de 65 anos de idade. O desafio está em identificar esses grupos com antecedência e determinar a melhor forma de alcançá-los”

Em coletiva de imprensa, a diretora da OPAS advertiu que, mesmo com a implantação da vacina, “este vírus continuará se espalhando e as pessoas continuarão a ficar doentes. Portanto, não podemos depositar todas as nossas esperanças nas vacinas”.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6289:opas-pede-que-paises-planejem-vacinacao-contra-a-covid-19-antecipadamente-para-reduzir-mortes&Itemid=812

Impulso para resposta global à COVID-19 aumenta conforme economias em todo o mundo formalizam participação no mecanismo COVAX

Sessenta e quatro economias de alta renda aderiram ao mecanismo COVAX, uma iniciativa global que reúne governos e fabricantes para garantir que as eventuais vacinas contra a COVID-19 cheguem aos mais necessitados, sejam quem forem e onde estiverem. Entre elas, há compromisso de 35, bem como da Comissão Europeia, para adquirir doses em nome de 27 Estados Membros da UE, Noruega e Islândia.

Reunindo recursos financeiros e científicos, as economias participantes serão capazes de se proteger contra o fracasso de qualquer vacina candidata individual e garantir vacinas bem-sucedidas de uma forma direcionada e econômica.

“O COVAX está agora em atividade: governos de todos os continentes optaram por trabalhar juntos, não apenas para garantir vacinas às suas próprias populações, mas também ajudar a garantir que as vacinas estejam disponíveis para os mais vulneráveis em todos os lugares”, disse Seth Berkley, CEO da Gavi, a Vaccine Alliance, que está coordenando o mecanismo COVAX. “Com os compromissos que anunciamos hoje, bem como a parceria histórica que estamos estabelecendo com a indústria, temos uma chance muito melhor de encerrar a fase aguda desta pandemia assim que vacinas seguras e eficazes estiverem disponíveis.”

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6284:impulso-para-resposta-global-a-covid-19-aumenta-conforme-economias-em-todo-o-mundo-formalizam-participacao-no-mecanismo-covax&Itemid=812

OPAS notifica mais de 60 mil casos confirmados de COVID-19 entre gestantes nas Américas, com 458 mortes

Desde a notificação dos primeiros casos de COVID-19 nas Américas, 60,4 mil casos confirmados da doença foram notificados entre gestantes, incluindo 458 mortes – ou 1% em 14 países da Região -, de acordo com uma nova atualização epidemiológica publicada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Até 14 de setembro, o México registrou o maior número de óbitos (140 mortes entre 5.574 casos entre gestantes e puérperas), seguido pelo Brasil, com 135 mortes entre 2.256 gestantes que tiveram COVID-19. Os Estados Unidos notificaram 44 mortes entre 20.798 gestantes, a Colômbia registrou 40 mortes entre 2.726 mulheres grávidas e o Peru teve 35 mortes entre 19.909 gestantes e no pós-parto. O Panamá registrou 8 mortes entre 525 grávidas, apresentando a maior proporção de mortalidade materna de 10,1 dos países que notificam esses dados. Observem a alat letalidade do Covid-19 em gestantes no Brasil, superando os demais países nesta relação dos óbitos com o total de casos em gestantes.

A OPAS pediu aos países das Américas que intensificassem os esforços para garantir o acesso a serviços de atenção pré-natal para gestantes, observando que “os resultados e estudos publicados recentemente com base nos dados de vigilância COVID-19 indicaram um risco aumentado de apresentar formas graves da doença entre mulheres grávidas e de hospitalização e internação em unidades de terapia intensiva.”

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6287:opas-notifica-mais-de-60-mil-casos-confirmados-de-covid-19-entre-gestantes-nas-americas-com-458-mortes&Itemid=812

‘Reabertura segura das escolas deve ser prioridade’, alertam UNICEF, UNESCO e OPAS/OMS

Priorizar a reabertura segura das escolas e garantir o direito de crianças e adolescentes à educação são ações essenciais. Essa reabertura deve acontecer com segurança, preservando a saúde de crianças, adolescentes, profissionais da educação e das famílias de todos.

Para tanto, é fundamental avaliar a situação da pandemia em cada estado e em cada município, assegurando investimentos financeiros para que a retomada aconteça de forma segura. É o que defendem o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

“O fechamento das escolas tem impactos profundos na vida de crianças e adolescentes. Com o início da pandemia no Brasil, em março, estima-se que 44 milhões de estudantes ficaram longe das salas de aula. Tendo em vista as diferentes realidades brasileiras, as opções de atividades para a continuidade das aprendizagens em casa não estão se dando de forma igual para todos. Manter as escolas fechadas por muito tempo pode agravar ainda mais as desigualdades de aprendizagem no país, impactando em especial meninas e meninos em situação de vulnerabilidade”, explica Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6283:reabertura-segura-das-escolas-deve-ser-prioridade-alertam-unicef-unesco-e-opas-oms&Itemid=812

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: laura_czeats@hotmail.com    ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104


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