Conheça as novidades sobre vacinas, perspectivas terapêuticas, impacto do Covid sobre os profissionais de saúde quando está indicado seu retorno ao trabalho. Existe evidência científica para uso de ozônio? Como estão outras doenças infecciosas e os programas de imunização? Essas e outras respostas vocês encontram neste boletim.

Programação da TV CCIH 9 a 13 de novembro-2020

Começando sempre as 20:00 horas, a programação desta semana está um pouco diferente. Os encontros com professores serão, segunda, quinta e sexta-feira. O SuperAção será terça e quarta-feira. Excepcionalmente não teremos o ReVisão.

Anvisa aprova pesquisa com células-tronco para Covid-19

Anvisa aprovou, na quarta-feira (4/11), um estudo clínico com produto de terapia avançada para tratamento da Covid-19. O estudo denominado “Hope”, que significa esperança na língua inglesa, é o primeiro controlado no Brasil e autorizado pela Agência com células-tronco mesenquimais, originadas da polpa de dente humano. Ele é um estudo clínico que integra as fases 1 e 2.

Patrocinado pela empresa brasileira Cellavita Pesquisas Científicas Ltda., o estudo tem como objetivo principal avaliar a segurança do uso do produto NestaCell® e verificar os indícios de eficácia na melhora do quadro clínico e do perfil inflamatório de pacientes com Covid-19 hospitalizados sem suporte ventilatório invasivo.

Está prevista a participação de 90 pacientes, dos quais 45 farão parte do grupo “Teste” e receberão o NestaCell®. A outra metade participará do grupo “Controle”, em que será administrado o placebo. O placebo é produzido para parecer com o tratamento real, porém não tem nenhum componente ativo. Ele é utilizado em grupos de pesquisa para avaliar os efeitos do produto. Em outras palavras: é esperado que o grupo “Controle”, que receberá placebo, não apresente nenhum evento adverso ou melhora clínica – em contraposição ao outro grupo que usará o produto e que se observará os eventos indesejados e ainda precisa apresentar uma melhora substancial para comprovar os indícios de eficácia do tratamento que está sendo avaliado.

A pesquisa clínica deverá ser realizada em diversos centros clínicos brasileiros, com aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep/MS), e será supervisionada por um Comitê Independente de Monitoramento de Segurança. Esse comitê é formado por especialistas independentes, a fim de monitorar os dados de segurança coletados durante o ensaio clínico. É importante ressaltar que a Anvisa estabeleceu uma série de estratégias e compromissos com o patrocinador para o monitoramento intensivo do estudo clínico.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/anvisa-aprova-pesquisa-com-celulas-tronco-para-covid-19

Tuberculose e Covid-19: saiba mais sobre medidas preventivas

As estratégias e as medidas preventivas recomendadas pelo Ministério da Saúde (MS) para a prevenção de tuberculose e Covid-19 na atenção primária à saúde serão os temas de um seminário virtual (webinar), que será realizado no dia 12 de novembro, a partir das 10h. Durante a atividade, também serão apresentadas as ações indicadas pela Anvisa aos profissionais das unidades primárias de saúde para a prevenção e o controle dessas doenças.

De acordo com o MS, a atenção primária é o primeiro nível de atenção às pessoas. Caracteriza-se por um conjunto de ações que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de doenças, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação, entre outras. O objetivo da estratégia é desenvolver uma atenção integral que impacte positivamente na situação de saúde da população.

A área responsável pelo webinar é a Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde (GVIMS), vinculada à Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES), em parceria com a Gerência Geral de Conhecimento, Inovação e Pesquisa (GGCIP).

Para participar, não é preciso efetuar nenhum tipo de cadastro prévio. Basta clicar no link na página da ANVISA.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/tuberculose-e-covid-19-saiba-mais-sobre-medidas-preventivas

Anvisa esclarece sobre uso de ozônio como desinfetante

Anvisa acaba de publicar a Nota Técnica 108/2020, que traz informações sobre o uso de ozônio como produto desinfetante durante a pandemia causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). De acordo com o documento, uma revisão de dados de estudos nacionais e internacionais concluiu que não foram apresentadas evidências científicas relacionadas à eficácia desinfetante do ozônio contra o vírus.

Além disso, o documento afirma que, embora tenha ação desinfetante na água de consumo humano e seja utilizado com esta finalidade, principalmente na Europa, o uso do ozônio tem potencial para causar danos agudos e crônicos em humanos, caracterizados por lesões na pele, nas vias respiratórias e nos olhos, e por reações alérgicas.

De acordo com os marcos legais e regulatórios vigentes, equipamentos ou estruturas que utilizam ozônio para desinfecção de ambientes públicos e de superfícies em geral não estão sujeitos à regularização junto à Anvisa. Contudo, os ensaios de comprovação de eficácia e segurança da substância produzida por tais equipamentos devem ser realizados e mantidos pelas empresas, para fins de fiscalização.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/anvisa-esclarece-sobre-uso-de-ozonio-como-desinfetante

Anvisa autoriza retomada de testes da vacina da Janssen

Os estudos clínicos com a vacina Ad26COVS2.S contra a Covid-19 do laboratório Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. já podem ser retomados. A Anvisa autorizou, nesta terça-feira (3/11), que o laboratório prossiga com a pesquisa.

A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária garante segurança aos voluntários brasileiros que queiram participar do experimento. Os testes estavam suspensos desde o dia 12 de outubro, após um voluntário dos EUA ter apresentado um evento adverso grave.

Pelas regras de pesquisa clínica, eventos adversos estão previstos e sua identificação serve justamente para conhecer e definir o perfil de segurança de cada medicamento, mas os eventos graves exigem a paralisação de todo o estudo e a investigação do caso antes da retomada da pesquisa.

Após avaliar os dados do evento adverso e as informações do Comitê Independente de Segurança, além de dados da autoridade regulatória norte-americana (Food and Drugs Administration – FDA), a Anvisa concluiu que a relação benefício e risco se mantém favorável e que o estudo poderá ser retomado.

No momento da interrupção, 12 voluntários do Brasil, todos do Rio de Janeiro, já haviam participado do teste, recebendo a dose da vacina ou do placebo. O estudo da Janssen-Cilag (divisão farmacêutica da Johnson & Johnson) no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos.

É importante destacar que a Anvisa continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas previstas nos protocolos para a investigação criteriosa desses eventos.

Fonte: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/anvisa-autoriza-retomada-de-testes-da-vacina-da-janssen

UNICEF e OMS pedem ações urgentes para evitar grandes epidemias de sarampo e poliomielite

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) fizeram nesta sexta-feira (6) um chamado urgente à ação para evitar grandes epidemias de sarampo e poliomielite, uma vez que a COVID-19 continua interrompendo serviços de imunização em todo o mundo, deixando milhões de crianças vulneráveis em alto risco de doenças infantis evitáveis.

As duas organizações estimam que US$ 655 milhões (US$ 400 milhões para a poliomielite e US$ 255 milhões para o sarampo) são necessários para preencher as perigosas lacunas de imunidade em países não elegíveis para a Gavi Alliance e alcançar grupos por idade.

“A COVID-19 teve um efeito devastador nos serviços de saúde e, em particular, nos serviços de imunização em todo o mundo”, comentou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Mas, ao contrário da COVID-19, temos as ferramentas e o conhecimento para impedir doenças como a poliomielite e o sarampo. O que precisamos são de recursos e compromissos para colocar essas ferramentas e conhecimentos em ação. Se fizermos isso, vidas de crianças serão salvas.”

“Não podemos permitir que a luta contra uma doença mortal nos faça perder o rumo na luta contra outras doenças”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF. “Enfrentar a pandemia de COVID-19 é fundamental. No entanto, outras doenças mortais também ameaçam a vida de milhões de crianças em algumas das áreas mais pobres do mundo. É por isso que hoje estamos fazendo esse chamado urgente por uma ação global dos líderes dos países, doadores e parceiros. Precisamos de recursos financeiros adicionais para retomar com segurança as campanhas de vacinação e priorizar os sistemas de imunização que são essenciais para proteger as crianças e evitar outras epidemias além da COVID-19”, acrescentou.

Nos últimos anos, houve um ressurgimento global do sarampo com surtos contínuos em todas as partes do mundo. As lacunas na cobertura da vacinação foram ainda mais exacerbadas em 2020 pela COVID-19. Em 2019, o sarampo atingiu o maior número de novas infecções em mais de duas décadas. Os dados de mortalidade por sarampo em 2019, que serão divulgados na próxima semana, mostrarão o número contínuo de surtos prolongados em muitos países ao redor do mundo.

Ao mesmo tempo, estima-se que a transmissão do poliovírus selvagem aumente no Paquistão e no Afeganistão, bem como em muitas áreas da África com baixa cobertura vacinal. O fracasso em erradicar a poliomielite agora levará ao ressurgimento global da doença, responsável por até 200 mil novos casos por ano, dentro de 10 anos.

Novas ferramentas, incluindo uma nova vacina oral contra a poliomielite da próxima geração e um novo Plano Estratégico de Resposta aos Surtos de Sarampo devem ser implantados nos próximos meses para ajudar no enfrentamento às ameaças crescentes de uma maneira mais eficaz e sustentável e salvar vidas. O plano é uma estratégia mundial para prevenir, detectar e responder de forma rápida e eficaz aos surtos de sarampo.

Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/6-11-2020-unicef-e-oms-pedem-acoes-urgentes-para-evitar-grandes-epidemias-sarampo-e

OMS: prevenção, identificação e gestão de infecção em profissionais de saúde no contexto do COVID-19

A OMS liberou orientações sobre prevenção, identificação e gestão da infecção dos profissionais de saúde no contexto do COVID-19. Profissionais de saúde, em particular aqueles em contato com pacientes COVID-19, estão em maior risco de serem infectados com SARS-CoV-2 do que a população em geral. Dados coletados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que, principalmente na Europa e países americanos, aproximadamente 14% dos casos de COVID-19 notificados à OMS são entre trabalhadores de saúde.

Foram realizadas revisões da literatura para reunir a base de evidências para o desenvolvimento do documento, em particular em relação à epidemiologia e aos fatores de risco para infecções por SARS-CoV-2 entre profissionais de saúde e à eficácia da vigilância sindrômica ativa e passiva e testes laboratoriais de rotina.

Confira em: https://www.who.int/publications/i/item/10665-336265

OMS: ações críticas de preparo, prontidão e resposta para COVID-19

Documento da OMS orienta que todos os países devem aumentar seu nível de preparo, alerta e resposta para identificar, gerenciar e cuidar de novos casos de COVID-19. Os países devem se preparar para responder a diferentes cenários de saúde pública, reconhecendo que não existe uma abordagem única para todos os casos e surtos de COVID-19. Cada país deve avaliar seu risco e implementar rapidamente as medidas necessárias na escala apropriada para reduzir a transmissão de COVID-19 e os impactos econômicos, públicos e sociais.

Fonte: https://www.who.int/publications/i/item/critical-preparedness-readiness-and-response-actions-for-covid-19

Prontidão para influenza durante a pandemia COVID-19

Esta política da OMS fornece um resumo conciso de informações e considerações para garantir o gerenciamento ideal da gripe por Influenza durante a pandemia COVID-19. Inclui uma lista de orientações técnicas e outros recursos para auxiliar os formuladores de políticas no monitoramento da situação, prevenção da gripe sazonal, redução de complicações graves e mortalidade, proteção de populações específicas e comunicação e envolvimento com o público.

https://www.who.int/publications/i/item/WHO-2019-nCoV-Influenza-readiness-COVID-19-2020.1

CDC – Benefícios de obter uma vacina COVID-19

“Entendemos que algumas pessoas podem estar preocupadas em serem vacinadas assim que uma vacina COVID-19 estiver disponível nos Estados Unidos. Embora essas vacinas estejam sendo desenvolvidas o mais rápido possível, os processos e procedimentos de rotina permanecem em vigor para garantir a segurança de qualquer vacina que seja autorizada ou aprovada para uso. A segurança é uma prioridade e há muitos motivos para ser vacinado.”

A vacinação COVID-19 ajudará a evitar que você tome COVID-19

  • As vacinas COVID-19 estão sendo avaliadas cuidadosamente em ensaios clínicos e serão autorizadas ou aprovadas apenas se tornarem substancialmente menor probabilidade de você se infectar com COVID-19.
  • Com base no que sabemos sobre vacinas para outras doenças, os especialistas acreditam que tomar a vacina COVID-19 pode ajudar a evitar que você adoeça gravemente, mesmo que pegue COVID-19.
  • Ser vacinado também pode proteger as pessoas ao seu redor, particularmente as pessoas com risco aumentado de doenças graves causadas por COVID-19.
  • Os especialistas continuam a conduzir mais estudos sobre o efeito da vacinação do COVID-19 na gravidade da doença do COVID-19, bem como sua capacidade de impedir que as pessoas espalhem o vírus que causa o COVID-19.

Abaixo está um resumo dos benefícios da vacinação COVID-19 com base no que sabemos atualmente. O CDC continuará a atualizar esta página conforme mais dados se tornem disponíveis.

  • A vacinação COVID-19 será uma maneira mais segura de ajudar a desenvolver proteção
  • O COVID-19 pode ter complicações graves e fatais, e não há como saber como o COVID-19 o afetará. E se você ficar doente, você pode espalhar a doença para amigos, familiares e outras pessoas ao seu redor.
  • Os ensaios clínicos de vacinas COVID-19 devem primeiro mostrar que são seguras e eficazes antes que qualquer vacina possa ser autorizada ou aprovada para uso. Os benefícios conhecidos e potenciais de uma vacina COVID-19 devem superar os riscos conhecidos e potenciais da vacina.
  • Ter COVID-19 pode oferecer alguma proteção natural, conhecida como imunidade. Mas os especialistas não sabem quanto tempo dura essa proteção, e o risco de doença grave e morte por COVID-19 supera em muito qualquer benefício da imunidade natural. A vacinação para COVID-19 ajudará a protegê-lo, criando uma resposta de anticorpos sem ter que ficar doente.
  • Tanto a imunidade natural quanto a produzida por uma vacina são aspectos importantes do COVID-19 sobre os quais os especialistas estão tentando aprender mais, e o CDC manterá o público informado conforme novas evidências se tornem disponíveis.
  • A vacinação COVID-19 será uma ferramenta importante para ajudar a conter a pandemia
  • O uso de máscaras e o distanciamento social ajudam a reduzir a chance de se expor ao vírus ou de transmiti-lo a outras pessoas, mas essas medidas não são suficientes. As vacinas trabalharão com o seu sistema imunológico, de modo que ele estará pronto para combater o vírus se você for exposto.
  • A combinação de ser vacinado e seguir as recomendações do CDC para proteger a si mesmo e a outros oferecerá a melhor proteção contra COVID-19.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/about-vaccines/vaccine-benefits.html

FDA autoriza o primeiro teste que detecta anticorpos neutralizantes de infecção por SARS-CoV-2

Dia 06/11/20 o FDA autorizou o primeiro teste sorológico que detecta anticorpos neutralizantes de infecção recente ou anterior por SARS-CoV-2, que são anticorpos que se ligam a uma parte específica de um patógeno e foram observados em laboratório por diminuir a infecção viral de células por SARS-CoV- 2. O FDA emitiu uma autorização de uso de emergência (EUA) para o cPass SARS-CoV-2 Neutralization Antibody Detection Kit, que detecta especificamente esse tipo de anticorpo.

Embora o FDA já tenha emitido EUAs para mais de 50 testes de anticorpos (sorologia), esses testes detectam apenas a presença de anticorpos de ligação. Os anticorpos de ligação se ligam a um patógeno, como um vírus, mas não necessariamente diminuem a infecção e a destruição das células. É importante observar que o efeito dos anticorpos neutralizantes do SARS-CoV-2 em humanos ainda está sendo pesquisado.

“A capacidade de detectar anticorpos neutralizantes pode nos ajudar a obter informações adicionais sobre o que a existência de anticorpos pode significar para os pacientes à medida que continuamos a lutar contra COVID-19″, disse Tim Stenzel, MD, Ph.D., diretor do Gabinete de Diagnóstico In Vitro e Saúde Radiológica no Centro de Dispositivos e Saúde Radiológica da FDA. “Ainda há muitas incógnitas sobre o que a presença de anticorpos SARS-CoV-2 pode nos dizer sobre a imunidade potencial, mas a autorização de hoje nos dá outra ferramenta para avaliar esses anticorpos à medida que continuamos a pesquisar e estudar este vírus. Os pacientes não devem interpretar os resultados como uma indicação de que estão imunes ou têm qualquer nível de imunidade ao vírus. ”

Fonte: https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/coronavirus-covid-19-update-fda-authorizes-first-test-detects-neutralizing-antibodies-recent-or

Clostridioides difficile: diagnóstico e cepas envolvidas

Este artigo apresenta a Introdução sequencial de um algoritmo de teste de várias etapas e teste de amplificação de ácido nucleico levando a um aumento na detecção de Clostridioides difficile e uma tendência para o aumento da diversidade de cepas.

Fonte: https://www.ccih.med.br/clostridioides-difficile-diagnostico-e-cepas-envolvidas/

Qual é o melhor momento para os profissionais de saúde infectados com covid-19 retornarem ao trabalho?

A atual pandemia de COVID-19 expôs o sistema de saúde ao seu maior risco, e as transmissões nosocomiais, especialmente os profissionais de saúde infectados com COVID-19 em estabelecimentos de saúde, foram relatados por muitos países. No entanto, a questão de “qual é o melhor momento para os profissionais de saúde infectados com COVID-19 retornarem ao trabalho” ainda não foi abordada.

Fonte: https://www.ccih.med.br/qual-e-o-melhor-momento-para-os-profissionais-de-saude-infectados-com-covid-19-retornarem-ao-trabalho/

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: laura_czeats@hotmail.com ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104


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