A infecção puerperal pode ocorrer entre 4º e 5º dia pós-parto, apresentando febre alta, lóquios purulentos e com odor fétido, útero amolecido e doloroso, colo permeável à polpa digital, que ao ser manipulado excreta secreção purulenta e deiscência na episiotomia.

É uma das principais causas de morbimortalidade, sendo que no Brasil é a quarta causa de mortalidade materna. Os objetivos foram investigar a incidência e identificar os fatores predisponentes decorrentes à infecção puerperal relacionada ao parto normal. O método de estudo foi a revisão integrativa. As bases de dados utilizadas foram a LILACS, MEDLINE e SCIELO.

Conclui-se que as variáveis idade, ruptura de membranas, número de toques, gestações e paridade não foram identificados como fatores de risco, entretanto a duração do trabalho de parto, a presença de mecônio e a baixa condição socioeconômica estão associadas à infecção puerperal. Este estudo também afirma que a opção pelo parto normal é mais segura do que a cesariana em relação ao risco de infecção puerperal.

 

Autora: GILVÂNIA LIMA NOGUEIRA

 


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