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MBA EM CCIH, CME, SEGURANÇA DO PACIENTE, FARMÁCIA CLÍNICA E HOSPITALAR, FARMÁCIA ONCOLÓGICA

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Infecção primária da corrente sanguínea: o que a ANVISA realmente mudou em 2025

Entenda o que a ANVISA realmente mudou em 2025 na prevenção da infecção primária da corrente sanguínea associada a cateteres. Análise crítica, científica e prática para gestores e profissionais que não se contentam com protocolos superficiais.

FAQ: Novo Protocolo de Prevenção de IPCS (ANVISA/EBSERH 2025)

Público-alvo: Gestores Hospitalares, CCIH, Médicos, Farmacêuticos e Enfermeiros.

Conceitos e Definições Gerais

1. Qual é a definição atualizada de Infecção Primária de Corrente Sanguínea Laboratorialmente Confirmada (IPCSL) para fins de vigilância?

A IPCSL é a infecção confirmada laboratorialmente em pacientes em uso de cateter central (CC) por período superior a dois dias consecutivos (a partir do D3, considerando a inserção como D1). Para associação ao dispositivo, o paciente deve estar com o cateter na data do evento ou tê-lo retirado no dia anterior.

2. O que caracteriza um “Bundle” e qual sua importância na prevenção de IPCS?

Um Bundle é um conjunto de práticas baseadas em evidências que, quando executadas coletivamente e de forma confiável, melhoram os resultados. A Anvisa estima que 65% a 70% das IPCS poderiam ser evitadas com a adesão a esses pacotes de inserção e manutenção.

Inserção de Cateteres (Central e Periférico)

3. Quais são as barreiras máximas estéreis obrigatórias durante a inserção de um Cateter Venoso Central (CVC)?

Todos os profissionais envolvidos na inserção devem utilizar: gorro, máscara, avental estéril de manga longa, luvas estéreis e óculos de proteção. Além disso, é obrigatório o uso de campo estéril ampliado que cubra o corpo todo do paciente (cabeça aos pés).

4. A ultrassonografia é recomendada para a inserção de cateteres centrais?

Sim. O protocolo recomenda preferir a inserção guiada por ultrassom para CVC e PICC, pois aumenta a segurança e a taxa de sucesso na primeira punção.

5. Qual é o antisséptico de escolha para o preparo da pele antes da inserção?

A primeira escolha é a clorexidina alcoólica a 2%. Caso haja contraindicação (ex: alergia) ou em mucosas, pode-se usar PVPI alcoólico ou aquoso. Em recém-nascidos <28 semanas, recomenda-se clorexidina aquosa >1% com remoção posterior com água estéril.

6. Como deve ser a seleção do sítio de inserção para Cateter Venoso Periférico (CIVP)?

Deve-se utilizar preferencialmente o membro não dominante e iniciar pelas veias distais. Deve-se evitar áreas de flexão (fossa antecubital), membros com fístulas, plegias ou infecções. Em adultos, evitar veias de membros inferiores devido ao risco de embolia e flebite.

Manutenção e Curativos

7. Qual a periodicidade de troca para coberturas (curativos) de cateteres centrais?

8. Quando está indicado o uso de curativos impregnados com clorexidina (Biopatch/Gel)?

Considerar o uso em pacientes com mais de 2 meses de idade com dispositivo central, especialmente em unidades com altas taxas de infecção ou pacientes oncológicos com infusões prolongadas (>4-6h) em port-a-cath.

9. Qual é o procedimento correto para desinfecção das conexões (“Scrub the Hub”)?

É obrigatório realizar a desinfecção ativa dos hubs (conectores) e injetores laterais com álcool 70% ou clorexidina alcoólica por meio de fricção mecânica vigorosa por, pelo menos, 5 segundos antes de qualquer manipulação.

10. Os cateteres periféricos (CIVP) devem ser trocados a cada 96 horas rotineiramente?

Não. O protocolo recomenda a troca do CIVP clinicamente indicada, ou seja, remover apenas na presença de sinais de flogisticos (flebite, dor, infiltração), disfunção ou fim da terapia. Não há tempo pré-estabelecido para troca de rotina, desde que monitorado diariamente.

Sistemas de Infusão e Medicamentos

11. Qual a frequência de troca para equipos de infusão contínua?

Os equipos de infusão contínua (ex: soroterapia simples) devem ser trocados a cada 96 horas, exceto se houver suspeita de contaminação ou desconexão.

12. Quais as recomendações para troca de equipos de Propofol, Sangue e Nutrição Parenteral (NPT)?

13. Como deve ser realizado o flushing e locking dos cateteres?

Deve-se usar solução de cloreto de sódio 0,9% em seringas de diâmetro de 10mL (para evitar alta pressão) antes e após infusões. Nunca usar água estéril para flushing direto em veia. O uso de seringas preenchidas industrialmente é recomendado para reduzir contaminação.

Dispositivos Específicos (PICC, Port, Umbilical)

14. Quais são os cuidados específicos com Cateteres Totalmente Implantados (Port-a-cath)?

A punção deve ser feita com agulha tipo Huber (não cortante), sob técnica asséptica (máscara e luvas estéreis). A cobertura com membrana transparente deve ser trocada a cada 7 dias se a agulha for mantida.

15. Quais as especificidades para inserção de PICC em neonatologia?

Evitar veias de membros inferiores para patologias abdominais e evitar veias de membros superiores em crianças com fisiologia de ventrículo único. A proporção cateter-vaso deve ser inferior a 45%.

16. Qual o tempo máximo de permanência sugerido para cateteres umbilicais?

Gestão, Vigilância e Indicadores

17. Quais são os indicadores obrigatórios de processo e resultado?

18. Qual é a responsabilidade do Gestor Hospitalar na prevenção de IPCS?

O gestor deve garantir o dimensionamento adequado de pessoal (Enfermagem/Médicos), prover insumos de qualidade (álcool swab, clorexidina, ultrassom, kits de inserção) e assegurar capacitação contínua.

19. Quem deve preencher o checklist de inserção?

Recomenda-se um “observador” ou auditor (profissional não envolvido diretamente no procedimento) para garantir que não haja quebra de técnica asséptica e imparcialidade nas informações coletadas. Este auditor deve ter autonomia para interromper o procedimento se houver falha.

20. Como deve ser feita a vigilância dos conectores livres de agulha (needleless)?

Devem ser trocados a cada 96 horas (ou conforme fabricante), ou imediatamente se houver sangue/sujidade visível ou mau funcionamento. A desinfecção inadequada destes conectores é uma causa importante de contaminação intraluminal.

 

1.     Introdução

IPCS, cateter e segurança do paciente: estamos diante de um avanço técnico ou de mais um protocolo formal que não muda a prática real?
A ANVISA, em parceria com a EBSERH, lançou um novo modelo de protocolo para prevenção da infecção primária da corrente sanguínea associada a dispositivos de acesso vascular. O documento promete padronização, redução de eventos adversos e maior controle das taxas de infecção hospitalar.

Mas sejamos honestos: protocolos não reduzem IPCS sozinhos. Quem reduz é adesão real, cultura assistencial e decisão clínica baseada em evidência — e não apenas checklists preenchidos para atender auditorias. Este artigo analisa, com olhar técnico e sem reverência cega, se a nova diretriz representa um salto real em segurança do paciente ou mais um instrumento normativo condenado à rotina burocrática.

2.     Objetivo e Responsáveis

Objetivo do Guia:

O documento intitulado “Protocolo de Prevenção de Infecção Primária da Corrente Sanguínea Associada a Dispositivos de Acesso Vasculares” tem como objetivo principal padronizar as diretrizes mínimas para inserção, manutenção e monitoramento de cateteres vasculares centrais (DAVC) e periféricos (DAVP). O foco é a prevenção e controle das Infecções Primárias de Corrente Sanguínea (IPCS), visando reduzir a morbidade, mortalidade e custos hospitalares, além de orientar a elaboração de protocolos institucionais locais.

Entidades Responsáveis:

Trata-se de uma coautoria governamental entre:

  • ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), especificamente a Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde (GVIMS/GGTES/DIRE3).
  • EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), responsável pela gestão dos hospitais universitários federais.

2. Metodologia da Revisão Bibliográfica (Análise Crítica)

Descrição no Guia:

O documento se apresenta como um “Modelo de Protocolo” baseado em evidências.

  • Fontes de Pesquisa: O guia cita diretrizes nacionais e internacionais consolidadas, como o “Caderno 4” da ANVISA (2024), diretrizes da SHEA/IDSA (Buetti et al., 2022), APIC (2015) e estudos observacionais relevantes (Maki, 1992; Safdar & Maki, 2004).
  • Critérios de Seleção/Classificação: O guia não descreve um método de revisão sistemática primária (não informa estratégias de busca, bases de dados varridas ou fluxograma de seleção de artigos PRISMA). Ele é um documento de implementação que compila evidências de outras diretrizes já validadas.
  • Quantificação de Artigos: O guia não informa quantos artigos foram encontrados ou selecionados.
  • Patrocínio e Conflito de Interesse: Não há declaração explícita de conflitos de interesse no texto, nem menção a patrocínio privado. Entende-se como produção técnica pública (governamental).
  • Sistema de Evidência: Embora não detalhe a extração de dados, o guia utiliza o sistema GRADE (Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation) para classificar a força das recomendações (I, II, III) especificamente no Apêndice B (Resumo da periodicidade de troca), citando a “Canadian Task Force on Preventive Health Care”.

Avaliação da Qualidade (GRADE / PRISMA / HICPAC):

  • PRISMA (Revisão Sistemática): O guia reprovaria como uma revisão sistemática, pois não relata a metodologia de busca e seleção. Ele funciona como um guia de prática clínica/protocolo operacional.
  • GRADE: Aplica o conceito (Alta/Moderada/Baixa) apenas em tabelas resumidas, mas não apresenta as tabelas de evidência que justificam cada escolha ao longo do texto corrido.
  • HICPAC (CDC): O formato se assemelha às diretrizes do HICPAC, focando em categorizar práticas como “fazer” ou “não fazer”, sendo altamente aplicável para o controle de infecção hospitalar (CCIH).

3. Recomendações Detalhadas e Fundamento

O protocolo divide as recomendações em Medidas Gerais, Específicas para Cateter Venoso Periférico (CIVP), Arterial e Central (DAVC/PICC/Port/Tunelizado).

Principais Recomendações e Fundamentos:

  1. Higiene das Mãos (HM):
    • Recomendação: Obrigatória nos 5 momentos, preferencialmente com preparação alcoólica, exceto se sujidade visível ou C. difficile.
    • Fundamento: Interrupção da cadeia de transmissão (evidência clássica nível I).
  2. Preparo da Pele (Antissepsia):
    • Recomendação: Clorexidina alcoólica a 2% é a primeira escolha. Fricção mecânica (“vai e vem”) por 30 segundos (2 min em femoral). Esperar secar espontaneamente.
    • Fundamento: Superioridade da clorexidina sobre o PVPI na redução de colonização (Buetti et al., 2022).
    • Neonatologia: Cuidados específicos com clorexidina em < 28 semanas ou < 1000g (risco de queimadura química), recomendando remoção com água estéril após o procedimento.
  3. Seleção do Sítio de Inserção (DAVC):
    • Recomendação: Preferir Veia Subclávia em adultos. Evitar femoral (risco de infecção e trombose). Em crianças, femoral pode ser considerada se tórax contraindicado.
    • Fundamento: Evidência robusta de menor taxa de infecção na subclávia comparada à jugular/femoral.
  4. Barreira Máxima Estéril:
    • Recomendação: Gorro, máscara, avental estéril longo, luvas estéreis e campo ampliado (corpo inteiro) para inserção de CVC/PICC/Arterial (femoral/axilar).
    • Fundamento: Redução drástica de contaminação no momento da inserção.
  5. Coberturas (Curativos):
    • Recomendação: Transparente estéril (troca a cada 7 dias) ou Gaze estéril (troca a cada 48h ou se sujo/sangrando).
    • Destaque: Considerar cobertura impregnada com clorexidina para pacientes > 2 meses com DAVC, especialmente oncológicos ou UTIs com taxas altas apesar de outras medidas.
  6. Manutenção e Troca (Hubs e Sistemas):
    • Recomendação: Desinfecção ativa das conexões (scrub the hub) por 5 segundos (álcool 70% ou clorexidina alcoólica). Troca de equipos contínuos a cada 96h; intermitentes a cada 24h; propofol a cada 6-12h.
    • Inovação: Não trocar cateteres central por tempo programado. Remover se desnecessário (avaliação diária).

4. Pontos em Aberto e Comparação (Análise Crítica)

O que o guia foi o primeiro a dizer (ou enfatizou):

  • Operacionalização: O grande diferencial não é a “ciência nova”, mas a entrega de ferramentas prontas: Checklists de inserção (Apêndice C e D), Checklist de manutenção (Apêndice E) e Fichas de Indicadores (Apêndice G a J). Isso facilita a adesão em hospitais com menos estrutura de CCIH.
  • Clareza em Neonatologia: Traz tabelas específicas para antissepsia em prematuros, um tema frequentemente cinzento em protocolos gerais.

O que ele deixou de informar (Lacunas/Divergências):

  1. Tampas com Antissépticos (Passive Disinfection Caps): O guia menciona brevemente “tampa protetora com antisséptico” no item 7.5 “Outras medidas”, mas não detalha quando usar ou custo-efetividade, ponto fortemente debatido nas diretrizes internacionais atuais (SHEA 2022 recomenda fortemente).
  2. Sutura vs. Fixação Adesiva: O guia recomenda “considerar dispositivos de estabilização sem sutura”, mas não proíbe a sutura, que é desencorajada em guias mais modernos (INS 2021) devido ao biofilme nos fios e risco de acidentes.
  3. Lock Therapy (Antimicrobiana): Menciona superficialmente, sem protocolos de diluição ou indicação precisa para pacientes com falência de acesso (apenas cita citrato para hemodiálise).

Comparação com ANVISA (Caderno 4 – 2024) e SHEA/IDSA (2022):

  • Convergência: Alinha-se totalmente com a ANVISA 2024 na preferência pela clorexidina e uso de ultrassom (recomendação forte no guia).
  • Divergência de Ênfase: Enquanto a SHEA/IDSA foca muito na cultura de segurança e estratégias comportamentais complexas, este protocolo foca no checklist técnico.
  • Troca de Equipo: Mantém o padrão de 96h, alinhado com CDC, mas conservador comparado a estudos que testam 7 dias (168h) em situações específicas (ainda não validado globalmente).

5. Síntese das Recomendações Finais e Pesquisas Futuras

Recomendações Finais para o Gestor:

  1. Adote os Checklists: Utilize os apêndices C, D e E imediatamente. A documentação da adesão é tão vital quanto a técnica.
  2. Incorpore o Ultrassom: O guia coloca a inserção guiada por ultrassom como preferencial. Hospitais devem investir em aparelhos e treinamento.
  3. Clorexidina é Lei: A padronização da clorexidina alcoólica >0,5% (ideal 2%) para inserção e manutenção é inegociável, salvo alergia.

Campos para Pesquisa Futura (Brasil):

  • Custo-efetividade de tampas desinfetantes passivas (“capping”) no cenário SUS.
  • Impacto da retirada da sutura (fixação adesiva exclusiva) nas taxas de IPCS e deslocamento de cateter em UTIs brasileiras.
  • Validação de bundles simplificados para hospitais de pequeno porte.

6. Conclusão

O novo protocolo da ANVISA representa um movimento importante ao fornecer ferramentas práticas, checklists e diretrizes claras para prevenção da IPCS. Isso é mérito. No entanto, permanece um ponto crítico: a distância entre protocolo e prática.

Sem cultura de segurança, sem monitoramento ativo, sem treinamento contínuo e sem protagonismo das equipes assistenciais, qualquer diretriz — por mais bem escrita que seja — vira peça decorativa de gaveta. A prevenção da IPCS exige mais que norma: exige atitude, vigilância e liderança clínica. E isso não se impõe por decreto.

 

7. Referências Bibliográficas e Leitura Recomendada

Referências do Documento Analisado (ABNT):

  1. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA nº 03/2025: Critérios Diagnósticos das infecções relacionadas à assistência à saúde de notificação nacional obrigatória. Brasília: Anvisa, 2025. Disponível em: Protocolo1PrevenodeIPCSFINAL.
  2. BUETTI, Niccolò et al. Strategies to prevent central line-associated bloodstream infections in acute-care hospitals: 2022 Update. Infection Control & Hospital Epidemiology, v. 43, n. 5, p. 553-569, 2022. DOI: 10.1017/ice.2022.87.

Artigos Relacionados (Pesquisa Externa):

  1. MAKI, Dennis G. et al. The risk of bloodstream infection in adults with different intravascular devices: a systematic review of 200 published prospective studies. Mayo Clinic Proceedings, v. 81, n. 9, p. 1159-1171, 2006. (Clássico base).
  2. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Guidelines on the prevention of bloodstream infections and other infections associated with the use of intravascular catheters. Geneva: WHO, 2024. (Lançamento recente global).

Artigos do Portal CCIH MED (Recomendados):

Autor:

Antonio Tadeu Fernandes:

Médico pela FMUSP com residência em Moléstias Infecciosas no HCFMUSP e mestrado em Medicina Preventiva na FMUSP.

Ex-presidente da APECIH (fundador) e da ABIH.

Autor do livro: “Infecção Hospitalar e suas Interfaces na Área da Saúde” (Prêmio Jabuti como melhor publicação em Ciências Neturais e Saúde).

CEO do Instituto CCIH+

https://www.linkedin.com/in/mba-gest%C3%A3o-ccih-a-tadeu-fernandes-11275529/

https://www.instagram.com/tadeuccih/

 

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