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A GVIMS/GGTES/ANVISA divulgou dia 01/09 um comunicado de risco sobre o registro de casos de Pseudomonas aeruginosa resistente a carbapenêmicos associada aos genes blaKPC e blaNDM nos estados do Paraná e de Santa Catarina.

De acordo com o Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen-PR), desde 2016, têm sido detectados raros isolados de P. aeruginosa produtores de KPC no estado do Paraná, entretanto, apenas em 2018, apareceram os primeiros casos de NDM nesta espécie.

Em agosto de 2020, ocorreu um caso de detecção dos genes de KPC e NDM em uma mesma cepa de Pseudomonas aeruginosa isolada em Tubarão/SC. Em novembro de 2020, foram isolados 13 casos de P. aeruginosa NDM positivas (07 de aspirado/lavado brônquico, 04 de urina e 02 de sangue), oriundas de 10 pacientes, sendo todos eles de Santa Catarina (05 de Tubarão, 04 de Joinville e 01 de Jaraguá do Sul).

A partir de maio de 2021 até a presente data, foram isoladas cepas de P. aeruginosa produtoras simultaneamente de KPC e NDM de 13 pacientes de Londrina/PR e de 09 pacientes de Santa Catarina [Tubarão (6), Joinville (2) e Itajaí (1)]. As amostras foram obtidas de aspirado/secreção traqueal (14), urina (04), ponta de cateter (02), sangue (01) e secreção (01).

O documenta orienta ações para:

  • Laboratórios de microbiologia – atentar para a interpretação dos resultados e correta identificação de aeruginosa produtora de carbapenemase, alertando a Coordenação Estadual/Distrital de Controle de Infecção Hospitalar (CECIH/CHCIH) e o Serviço/Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH / CCIH), além de contar com o apoio da Subrede Analítica de Resistência Microbiana;
  • Serviços de saúde – seguir as orientações da ANVISA e CECIH/CHCIH sobre o tema;
  • SCIH / CCIH dos serviços de saúde – adotar medidas de prevenção de infecções por microrganismos multirresistentes; intensificar a limpeza e a desinfecção dos ambientes e dos equipamentos; utilizar sistemas de sucção fechados para evitar a contaminação do ambiente com aerossóis contendo o microrganismo; realizar cultura de vigilância ambiental; isolar os pacientes colonizados e infectados; notificar surtos, quando aplicável.

Leia na íntegra em: DOWNLOAD DO ARQUIVO

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Sinopse por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: [email protected] ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104

 

 

 

 

 



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