Veja a programação da TV CCIH esta semana.  Também trazemos posições das principais entidades de saúde do Brasil e mundo sobre como reduzir riscos em viagens, impacto da pandemia nos programas de imunizações e reabertura de escolas.

Programação da TV CCIH na semana de 24 a 28 de agosto

De segunda à sexta você tem informações atualizadas e confiáveis sobre esta pandemia, controle de infecções, centro de material, segurança do paciente, qualidade e políticas de saúde. Veja a programação da semana.

Data Hora Programa Tema Convidados Link
24/08 20:00 Encontro com professores Microbiologia para CME Mirian Lemos https://youtu.be/AGaWwthhGnE
25/08 20:00 SuperAção Segurança do paciente metas Cassiana Prates    Claudio Stadñik https://youtu.be/ZVtOrJh9vKU
26/08 20:00 Encontro com professores Hábitos eficazes para CCIH Antonio Tadeu   Beatriz Grion    Luciano Correa https://youtu.be/_ZOpNxhHFMg
27/08 20:00 SuperAção

SOS coronaírus

Tiozinho do ônibus (teatro) Emanoel Severo https://youtu.be/wlgYmZWuDgs
28/08 20:00 Encontro com professores Hemodiálise Silvia Manfredi https://youtu.be/QW6tvBBDUvs

Saiba o que é exigido para a aprovação de vacinas

Como todo medicamento, as vacinas são produtos importantes para o controle de doenças. Antes de chegar à população, porém, precisam passar por estudos realizados pelas empresas que desenvolvem o produto para a comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia.

Leia a reportagem na íntegra e saiba mais sobre: fase não clínica, fase dos estudos em humanos, autorização para estudos em humanos, Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos, registro de vacinas e análise pela Anvisa.

Fonte:

http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=saiba-o-que-e-exigido-para-a-aprovacao-de-vacinas&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5995087&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Covid-19: Anvisa autoriza novo ensaio clínico de vacina

A Anvisa publicou, nesta terça-feira (18/8), a aprovação para condução de um ensaio clínico que estudará uma potencial vacina denominada Ad26.COV2.S, composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do vírus Sars-CoV-2. A autorização foi solicitada pela Jansen-Cilag (a divisão farmacêutica da Johnson-Johnson).

O ensaio clínico aprovado é um estudo de fase 3, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia e a segurança de Ad26.COV2.S na prevenção de Covid-19 mediada por Sars-CoV-2 em adultos com 18 anos ou mais (código do estudo: VAC31518COV3001). Será uma dose única da vacina ou placebo.

O estudo prevê a inclusão de até 60 mil voluntários, sendo sete mil no Brasil, distribuídos em diversas regiões do país (nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte). O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

Fonte:

http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=anvisa-autoriza-novo-ensaio-clinico-de-vacina-para-covid-19&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5991012&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Covid-19: empresas devem informar sobre medicamentos

As empresas detentoras de registro de medicamentos devem fornecer diariamente à Anvisa informações sobre a fabricação, a importação e a distribuição de anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares e agentes adjuvantes, entre outros medicamentos empregados para a manutenção da vida de pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). É o que estabelece o Edital de Chamamento 8/2020, publicado em edição extra do Diário Oficial da União de quinta-feira (13/8).

A medida visa fornecer à Anvisa, bem como ao Ministério da Saúde, informações atualizadas sobre a disponibilidade de medicamentos no país para subsidiar a tomada de decisão durante a pandemia.

Fonte:

http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=covid-19-empresas-devem-informar-sobre-medicamentos&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5986613&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

 

OPAS capacita profissionais no Pará e Roraima para análise e produção de estatísticas sobre COVID-19

Especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) finalizaram nesta quinta-feira (13) mais um treinamento para intensificar as ações de controle da COVID-19. Ao longo de três dias, foi feita uma oficina com cerca de 20 profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Marabá (PA), da Secretaria de Estado da Saúde do Pará e da Universidade Estadual do Pará, para aperfeiçoar a análise e produção de boletins epidemiológicos.

A mesma missão já havia sido feita, na semana anterior, com cerca de 20 profissionais da Secretaria de Saúde de Roraima, em Boa Vista (RR). Esse trabalho nos estados vai permitir agilizar a avaliação dos indicadores e, assim, encurtar o tempo de resposta e tomada de decisão local para controle da doença.

Fonte:

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6252:opas-capacita-profissionais-no-para-e-roraima-para-analise-e-producao-de-estatisticas-sobre-covid-19&Itemid=812

Medo de exposição à COVID-19 impacta nas coberturas de vacinação nas Américas

Embora os países das Américas tenham implementado estratégias inovadoras para impulsionar os programas de imunização durante a pandemia de COVID-19, a preocupação com o risco de exposição ao novo coronavírus, bem como os desafios de acesso aos serviços durante o confinamento, levaram a uma redução na cobertura vacinal, mostram os resultados de uma série de pesquisas internas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

As pesquisas foram realizadas com consultores dos programas de imunização da OPAS em 16 países da América Latina e 22 do Caribe e revelam que, à medida que as políticas de confinamento diminuíram e foram relaxadas, a oferta de serviços regulares de vacinação aumentou.

Isso se deve à implementação de medidas como a vacinação drive-thru, postos móveis de vacinação, vacinação em domicílios e outros locais estratégicos como bancos e escolas vazias, além da comunicação digital para enfatizar a importância da imunização durante uma pandemia.

Apesar desses esforços, no entanto, o Resumo da Situação dos Programas Nacionais de Imunização durante a Pandemia de COVID-19 revela que a preocupação pública em torno do risco de exposição à COVID-19 afetou a demanda por serviços de vacinação. Outras questões, como confinamento ou distanciamento físico, bem como limitações no transporte público, também levaram à redução da cobertura vacinal e ao aumento das lacunas existentes.

Fonte:

https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6250:medo-de-exposicao-a-covid-19-impacta-nas-coberturas-de-vacinacao-nas-americas&Itemid=0

Viagens durante a pandemia COVID-19

Viajar aumenta sua chance de se contaminar e disseminar o COVID-19.  Você pode se sentir bem e não ter nenhum sintoma, mas ainda pode espalhar o COVID-19 para outras pessoas. Você e seus companheiros de viagem (incluindo crianças) podem espalhar o COVID-19 para outras pessoas, incluindo sua família, amigos e comunidade por 14 dias depois de você ter sido exposto ao vírus.

Não viaje se estiver doente ou se tiver estado perto de alguém com COVID-19 nos últimos 14 dias. Não viaje com alguém que está doente.

Antes de viajar, considere o seguinte:

  • O COVID-19 está se espalhando no seu destino?
  • Quanto mais casos no seu destino, maior será a probabilidade de você se infectar durante a viagem e espalhar o vírus para outras pessoas quando retornar.
  • Você mora com alguém que pode estar em maior risco de contrair doenças graves devido ao COVID-19?
  • Se você for infectado durante uma viagem, poderá espalhar o vírus para entes queridos quando retornar, mesmo que não tenha sintomas.
  • Você tem maior risco de contrair doenças graves devido ao COVID-19?
  • Qualquer pessoa pode ficar muito doente com o vírus que causa COVID-19, mas adultos mais velhos e pessoas de qualquer idade com certas condições médicas subjacentes têm maior risco de doenças graves com COVID-19.
  • O seu destino tem requisitos ou restrições para os viajantes?
  • Alguns governos estaduais, locais e territoriais têm requisitos, como exigir que as pessoas usem máscaras e que aqueles que viajaram recentemente fiquem em casa por até 14 dias. Verifique os sites estaduais e locais de saúde pública para obter informações antes de viajar.

Se você viajar:

  • Use uma máscara para manter o nariz e a boca cobertos quando estiver em locais públicos.
  • Evite o contato próximo mantendo-se a pelo menos 6 pés de distância (cerca de 2 braços de comprimento) de qualquer pessoa que não seja de sua casa.
  • Lave as mãos com frequência ou use um desinfetante para as mãos (com pelo menos 60% de álcool).
  • Evite o contato com qualquer pessoa doente.
  • Evite tocar seus olhos, nariz e boca.

 

Considerações para o tipo de viagem:

  • Aérea: As viagens aéreas requerem tempo em filas de segurança e terminais de aeroporto, o que pode colocá-lo em contato próximo com outras pessoas e superfícies tocadas com frequência. A maioria dos vírus e outros germes não se espalham facilmente em voos devido à forma como o ar circula e é filtrado nos aviões. No entanto, o distanciamento social é difícil em voos lotados, e se sentar a menos de 2 metros de outras pessoas, às vezes por horas, pode aumentar o risco de contrair COVID-19.
  • Ônibus ou trem: Viajar em ônibus e trens por qualquer período de tempo pode envolver sentar-se ou ficar em pé a menos de 2 metros de outras pessoas, o que pode aumentar o risco de pegar COVID-19.

Leia na íntegra em https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/travelers/travel-during-covid19.html

CDC – A orientação atualizada de isolamento não implica em imunidade ao COVID-19

Em 3 de agosto de 2020, o CDC atualizou suas orientações de isolamento com base na ciência mais recente sobre COVID-19, mostrando que as pessoas podem continuar com teste positivo por até 3 meses após o diagnóstico e não mais disseminar para outras pessoas. Ao contrário do que a mídia reporta hoje, essa ciência não implica que uma pessoa seja imune à reinfecção com o SARS-CoV-2, o vírus que causa o COVID-19, nos 3 meses após a infecção. Os dados mais recentes simplesmente sugerem que repetir o teste em alguém nos 3 meses após a infecção inicial não é necessário, a menos que essa pessoa esteja exibindo os sintomas de COVID-19 e os sintomas não possam estar associados a outra doença.

Pessoas com COVID-19 devem ser isoladas por pelo menos 10 dias após o início dos sintomas e até 24 horas após o desaparecimento da febre, sem o uso de medicamentos para reduzir a febre.

Houve mais de 15 estudos internacionais publicados recentemente, observando a extensão da infecção, duração da disseminação viral, disseminação assintomática e risco de disseminação entre vários grupos de pacientes. Os pesquisadores descobriram que a quantidade de vírus vivos no nariz e na garganta cai significativamente logo após o desenvolvimento dos sintomas do COVID-19. Além disso, a duração da infecção na maioria das pessoas com COVID-19 não é superior a 10 dias após o início dos sintomas e não superior a 20 dias em pessoas com doença grave ou gravemente imunocomprometidos.

O CDC continuará monitorando de perto a ciência em evolução em busca de informações que justifiquem a reconsideração dessas recomendações.

Fonte: https://www.cdc.gov/media/releases/2020/s0814-updated-isolation-guidance.html

OMS – Considerações para quarentena de contatos de casos COVID-19

A OMS divulgou orientações sobre medidas de quarentena para indivíduos no contexto do COVID-19.

Existem dois cenários em que a quarentena pode ser implementada: (1) para viajantes de áreas com comunidade transmissão e (2) para contatos de casos conhecidos. Este documento oferece orientação provisória sobre implementação de quarentena, neste último cenário, para os contatos de pessoas com COVID-19 provável ou confirmado. Assim, esta orientação é destinada às autoridades nacionais responsável por sua política local ou nacional sobre quarentena de contatos de casos COVID-19 confirmados ou prováveis e para garantir a adesão à prevenção e controle de infecções.

Fonte:

https://www.who.int/publications/i/item/considerations-for-quarantine-of-individuals-in-the-context-of-containment-for-coronavirus-disease-(covid-19)

O custo para o setor de saúde pela falta de Segurança e Saúde nos ambientes de trabalho

7 passos para promover ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis no setor de saúde e obter “lucro” humano e empresarial

Confira os mais recentes artigos da equipe que atua em Saúde e Segurança no Trabalho e que já participou de um SuperAção sobre o tema, Mauro Daffre e Edivaldo Gregório.

http://www.nosevoce.com.br/download/2020/Edivaldo-Artigo02-SetorSaude.pdf

http://www.nosevoce.com.br/download/2020/Edivaldo-Artigo03-SetorSaude.pdf

Estudo avalia SARS-CoV-2 pediátrico: apresentação clínica, infecciosidade e respostas imunológicas

Conforme as escolas planejam a reabertura, é fundamental compreender o papel potencial que as crianças desempenham na pandemia por coronavírus 2019 (COVID-19) e os fatores que levam a doenças graves em crianças.

O estudo americano avaliou 192 crianças (idade média de 10,2 +/- 7 anos). Quarenta e nove crianças (26%) foram diagnosticadas com infecção aguda por SARS-CoV-2; outras 18 crianças (9%) preencheram os critérios para síndrome inflamatória multissistêmica em crianças. Apenas 25 (51%) das crianças com infecção aguda por SARS-CoV-2 apresentaram febre; os sintomas da infecção por SARS-CoV-2, se presentes, eram inespecíficos. A carga viral nasofaríngea foi maior em crianças nos primeiros 2 dias de sintomas, significativamente maior do que em adultos hospitalizados com doença grave (P = 0,002). A idade não afetou a carga viral, mas as crianças mais novas apresentaram menor expressão viral (P = 0,004). IgM e IgG para o domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike SARS-CoV-2 foram aumentados em crianças com síndrome inflamatória multissistêmica grave (P <0,001), com respostas humorais desreguladas observadas.

Este estudo revela que as crianças podem ser uma fonte potencial de contágio na pandemia de SARS-CoV-2, apesar de doença mais branda ou falta de sintomas, e a desregulação imunológica está implicada em síndrome inflamatória multissistêmica grave pós-infecciosa.

Fonte: https://www.jpeds.com/article/S0022-3476(20)31023-4/fulltext

 

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis Contatos: laura_czeats@hotmail.com    ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104

 


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