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Estamos enfrentando o maior desafio para a saúde pública mundial da história da humanidade, potencializada pelos efeitos da globalização e da progressiva desigualdade social. As medidas de contenção de sua expansão afetam a economia e aqui efeito realimenta a causa, num ciclo vicioso complexo que exige ciência, sabedoria, amor à vida e respeito à natureza. Temos a obrigação de desenvolver abordagens interdisciplinares e multiprofissionais e, principalmente, muito critério na difusão de informações, sejam vindas de redes sociais, altamente contaminadas por Fake News, sejam originadas dos meios de comunicação, as vezes contaminadas por um viés ideológico ou priorizando o sensacionalismo.

Por isso, temos a intenção de fazer uma rígida seleção do que disponibilizamos em nossos boletins. Neste boletim destacamos artigos sobre triagem para dimensionamento do grau de contaminação, a verdade a respeito da associação de anti-inflamatórios com pioras clínicas, regras para disciplinar pesquisas científicas e artigos sobre o risco de contaminação em odontologia, tema do SuperAção do dia 22/04.

Aliás, o SuperAção, agora duas vezes por semana, vem dando a sua contribuição, abrindo espaço para discussões multidisciplinares e esclarecimentos aprofundados, com nossos professores e especialistas de renome. Participem pelo nosso canal do Youtube e nossas redes sociais. Todas terças-feiras e quintas-feiras, a partir das 20:00 horas.

TVCCIH: http://www.youtube.com/c/CCIHCursosMBA

Que tal um site com literatura sobre Covid-19 organizado por área de interesse?

Existe um excelente site com a literatura científica, atualizada periodicamente, sobre a pandemia Covid-19 organizado por área de interesse com link para os artigos. Excelente ferramenta para direcionar seus estudos e pesquisas. Recomendamos a navegação.

Link: http://pubcovid19.pt/temas.php 

Atualização do CDC para laboratórios: Perguntas e respostas sobre testes de laboratório COVID-19 e Diretrizes para coleta de amostras

O CDC atualizou a seção de perguntas e respostas sobre os testes COVID-19 para laboratórios. O documento revisado fornece aos laboratórios clínicos e de saúde pública orientações atualizadas para testes e relatórios da Doença de Coronavírus (COVID-19). O CDC também atualizou as diretrizes de coleta de amostras COVID-19. O documento revisado esclarece os procedimentos de coleta de amostras para todos os tipos de swabs e alinha outras diretrizes de coleta de amostras de doenças respiratórias.

Fonte: https://www.cdc.gov/csels/dls/locs/2020/covid19_lab_testing_reporting_and_specimen_guidance.html 

OMS divulgar artigo sobre o uso de anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) em pacientes com COVID-19

Os anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) estão entre os medicamentos mais comumente usados ​​e têm uma ampla gama de usos. Os AINEs incluem inibidores não seletivos da ciclooxigenase (COX) (como ibuprofeno, aspirina, diclofenaco e naproxeno), bem como inibidores seletivos da COX2 (como celecoxibe, rofecoxibe, rofecoxibe, etoricoxibe, letoriracoxibe e valecoxibe).

Surgiram preocupações de que os AINEs possam estar associados a um risco aumentado de efeitos adversos quando utilizados em pacientes com infecções respiratórias virais agudas, incluindo o COVID-19. Esta revisão teve como objetivo avaliar os efeitos do uso prévio e atual de AINEs em pacientes com infecções respiratórias virais em eventos adversos graves agudos (incluindo mortalidade, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência orgânica aguda e infecções oportunistas), utilização de serviços de saúde (incluindo hospitalização, internação em unidade de terapia intensiva (UTI), oxigenoterapia suplementar e ventilação mecânica), bem como na qualidade de vida e sobrevida a longo prazo.

Métodos

Uma rápida revisão sistemática foi realizada em 20 de março de 2020 sobre AINEs e infecções respiratórias virais usando o MEDLINE, EMBASE e o Banco de Dados Global da OMS. A revisão incluiu estudos realizados em humanos de qualquer idade com infecções respiratórias virais expostas a AINEs sistêmicos de qualquer tipo. Todos os estudos sobre COVID-19, Síndrome Respiratória no Oriente Médio (MERS) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) foram incluídos independentemente do tamanho da amostra.

Revisão das evidências

Um total de 73 estudos foram incluídos (28 estudos em adultos, 46 estudos em crianças e um estudo em adultos e crianças). Todos os estudos estavam preocupados com infecções respiratórias virais agudas ou condições comumente causadas por vírus respiratórios, mas nenhum abordava especificamente COVID-19, SARS ou MERS. A revisão mostrou evidências de certeza muito baixa sobre a mortalidade entre adultos e crianças. Os efeitos dos AINEs no risco de acidente vascular cerebral isquêmico e hemorrágico e infarto do miocárdio em adultos com infecções respiratórias agudas não são claros. Evidências de moderada a alta certeza mostraram pouca ou nenhuma diferença entre ibuprofeno e paracetamol (paracetamol) entre crianças com febre em relação aos efeitos sobre a mortalidade, hospitalização por qualquer causa, insuficiência renal aguda e sangramento gastrointestinal agudo. A maioria dos estudos relata que não houve eventos adversos graves, ou que apenas eventos adversos leves ou moderados foram observados. Não havia evidências sobre os efeitos do uso de AINEs na utilização aguda de cuidados de saúde, medidas explícitas de qualidade de vida ou sobrevida a longo prazo.

Limitações

Nenhuma evidência direta de pacientes com COVID-19, SARS ou MERS estava disponível. Portanto, todas as evidências incluídas devem ser consideradas evidências indiretas com relação ao uso de AINEs antes ou durante o gerenciamento do COVID-19. Apenas um estudo controlado randomizado incluiu um número suficientemente grande de participantes para identificar eventos adversos graves raros. A evidência remanescente deriva de pequenos ensaios clínicos randomizados, que provavelmente são pouco potentes na detecção de eventos adversos graves e raros, e de estudos de caso-controle e coorte com limitações metodológicas. Os estudos incluíram não apenas pacientes com infecções respiratórias virais confirmadas e patógenos conhecidos, mas também aqueles com condições comumente causadas por vírus respiratórios, como infecções do trato respiratório superior e febre em crianças. É provável que nem todos os participantes tenham tido infecções respiratórias virais. Os AINEs são um conjunto diversificado de medicamentos com diferentes perfis de risco para diferentes populações e condições. Nem todos os estudos distinguiram entre diferentes tipos de AINEs. É provável que alguns dos estudos mais antigos incluam pacientes que tomam AINEs específicos que não estão mais disponíveis devido a efeitos adversos.

Conclusão

Atualmente, não há evidências de eventos adversos graves, utilização aguda de cuidados de saúde, sobrevida a longo prazo ou qualidade de vida em pacientes com COVID-19, como resultado do uso de AINEs.

Fonte: https://www.who.int/news-room/commentaries/detail/the-use-of-non-steroidal-anti-inflammatory-drugs-(nsaids)-in-patients-with-covid-19 

COVID-19: Qual o status dos ensaios clínicos no Brasil?

Todos os ensaios clínicos conduzidos no Brasil para fins regulatórios (registro de medicamentos) devem ser aprovados pela Anvisa antes do início dos estudos. A norma faz parte da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 9/2015, que define os procedimentos e requisitos para a realização de ensaios clínicos com medicamentos no país, inclusive a submissão de Dossiês de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos (DDCMs) a serem aprovados pela Agência. Exceção à regra são os ensaios clínicos de caráter exclusivamente científico ou acadêmico. Estes não necessitam de autorização da Anvisa, apenas da anuência da instância ética.

Os ensaios clínicos deferidos, aqueles que têm anuência da Anvisa para serem realizados, são publicados no Diário Oficial da União (D.O.U.) em formato de Resoluções Específicas, as REs, e também no portal da ANVISA. Desde o início da pandemia, já foram publicadas nove Resoluções Específicas de anuência em pesquisa para Covid-19.

Dentre as ações da Anvisa para o enfrentamento da pandemia, foi publicada, em 22/4, uma atualização da Nota Técnica 3/2020, que reúne uma série de orientações sobre a condução de pesquisas clínicas autorizadas pela Agência e estudos de bioequivalência, considerando as medidas de enfrentamento ao novo coronavírus. As orientações são destinadas a patrocinadores, centros e investigadores envolvidos com o tema.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/ensaios-clinicos-entenda-a-atuacao-da-anvisa/219201?p_p_auth=bFZo93r1&inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_auth%3DbFZo93r1%26p_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_KzfwbqagUNdE__column-2%26p_p_col_count%3D2

Diretora da OPAS pede que testagem de COVID-19 nas Américas seja acelerada e ampliada

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu aos países das Américas que acelerem e ampliem a testagem para o novo coronavírus. “Precisamos de uma visão mais clara sobre onde o vírus está circulando e quantas pessoas foram infectadas para guiar nossas ações”, disse.

Desde fevereiro, a OPAS tem feito treinamentos e equipado laboratórios para testes de PCR em mais de 30 países. Mas, à medida que os casos aumentavam, os países achavam cada vez mais difícil manter essa capacidade, observou.

Etienne destacou as recomendações da OPAS para os países: expandir sua capacidade laboratorial e usar tudo o que está disponível em nível nacional; priorizar pacientes sintomáticos, rastrear contatos e acompanhar aqueles que podem estar infectados; e garantir o acesso de todos a testes, para que o acesso a eles seja gratuito para os pacientes.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6150:diretora-da-opas-pede-que-testagem-de-covid-19-nas-americas-seja-acelerada-e-ampliada&Itemid=812 

COVID-19: FDA autoriza primeiro teste para coleta de amostras em casa do paciente

O órgão americano Food and Drug Administration (FDA) autorizou o primeiro teste de diagnóstico com opção de coleta domiciliar para o COVID-19. Especificamente, o FDA reemitiu a autorização de uso de emergência (EUA) para o Teste COVID-19 RT-PCR da Laboratory Corporation of America (LabCorp) para permitir o teste de amostras auto-coletadas por pacientes em casa usando um kit de coleta domiciliar.

Durante essa pandemia, facilitamos o desenvolvimento de testes para garantir o acesso dos pacientes a diagnósticos precisos, o que inclui o apoio ao desenvolvimento de opções confiáveis e precisas de coleta de amostras em casa”, afirmou o FDA.

Fonte: https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/coronavirus-covid-19-update-fda-authorizes-first-test-patient-home-sample-collection 

Dez etapas que todos os locais de trabalho podem adotar para reduzir o risco de exposição ao coronavírus

A Administração de Segurança e Saúde Ocupacional americana disponibiliza um informativo em espanhol, em formato de pôster, sobre medidas paraa prevenção de infecções e proteção dos trabalhadores.

Fonte: https://www.osha.gov/Publications/OSHA3995.pdf 

Material complementar sobre Odontologia

Recomendações AMIB/CFO para atendimento odontológico COVID- 19:

Orientações sobre triagem dos pacientes, condutas especiais para atendimento à pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19, definição do que são consideradas urgências odontológicas, e mais informações disponíveis. Fonte:https://www.amib.org.br/fileadmin/user_upload/amib/2020/marco/26/2603Recomendacoes_AMIB-CFO_para_atendimento_odontologico_COVID19_atualizada.pdf 

Recomendações para Atendimentos de Urgências Odontológicas do grupo Geração Biossegurança

O Grupo GerAção Biossegurança, composta por profissionais que trabalham pela conscientização da importância da Biossegurança em Odontologia e sua aplicação prática, divulgou documento abordando importantes recomendações para um atendimento odontológico adequado nas situações de urgência, neste momento de pandemia.

Fonte: https://www.cristofoli.com/biosseguranca/covid-19-recomendacoes-para-atendimentos-de-urgencias-odontologicas/

Comunicados do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro

O CRO-RJ já emitiu alguns ofícios, orientando os profissionais e governantes a respeito dos atendimentos odontológicos durante a pandemia por COVID-19. A organização reforça que os órgãos de saúde  limitem o contato pessoal entre as pessoas e, assim, limitem os atendimentos à população, de modo a que os Profissionais da Odontologia atendam somente aos casos de urgência e emergência, minimizando o contato com pacientes e, desse modo, diminuindo a possibilidade de contágio cruzado.

Fonte: http://www.cro-rj.org.br/medidas-em-resposta-ao-coronavirus/

Mais lives sobre Odontologia em tempos de COVID-19

Todos os dias saem novas informações sobre o COVID-19 nas redes sociais e outras mídias de notícias. Porém, muito precisa ser discutido, visto que é um vírus novo que ainda está sendo compreendido através de análises genômicas e ensaios clínicos e in vitro. Portanto, divulgamos aqui outros vídeos de discussão sobre o impacto da epidemia sobre os serviços de odontologia, além, é claro, do SuperAção especial SOS Coronavírus: como fica o tratamento odontológico, que ocorrerá na próxima quinta-feira (23/04), às 20h.

Fontes:https://www.youtube.com/watch?v=2uRfLhlyoGU&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=WaTC_rM2oEw&feature=youtu.be

Elaborado por: Laura Czerkster Anthochevis



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