Promoção Juho Azul Celeste - Inscrição por apenas R$ 50,00 e mensalidades por apenas R$ 200,00

Nesta síntese das melhores evidências científicas e novidades sobre o Covid-19 desta última semana destacamos: atualização de informações sobre Covid-19; possível caso de reinfecção em profissional de saúde; impactos da pandemia sobre atenção às demais doenças; avaliação do uso de cloro e ultravioleta; novas orientações da OMS para vigilância, entre outros temas. 

Programação da TV CCIH na semana de 10 a 14 de agosto

De segunda à sexta você tem informações atualizadas e confiávies sobre esta pandemia, controle de infecções, centro de material, segurança do paciente, qualidade e políticas de saúde. Veja a programação da semana.

Data Hora Programa Tema Convidados Link
10/08 20:30 Encontro com professores Farmácia hospitalar Valéria Santos https://youtu.be/vcS7goHafuc
11/08 20:00 SuperAção  SOS coronaírus Complicações pulmonares Rudrigo Sampaio

Maria Claudia

Katia Borges

https://youtu.be/R8Q1kPwtm_E
12/08 20:30 Encontro com professores Recursos humanos Fabrizio Rosso Equipe Fator RH https://youtu.be/sXvir14BVO8
13/08 20:00 SuperAção

SOS coronaírus

Aerossóis e necrópsias Paulo Saldiva https://youtu.be/daElUFOVGrs
14/08 20:30 Encontro com professores Gestão hospitalar Claudia Vallone https://youtu.be/nec-OupxaQc

 

ANVISA: Atualização da NT 07/2020 – Orientações para prevenção e vigilância epidemiológica das infecções por sars-cov-2 (covid-19) dentro dos serviços de saúde.

A ANVISA atualizou a Nota Técnica 07/2020 no último dia 05, trazendo várias alterações das orientações. Confira algumas:

“Para estruturação deste documento foram elencadas as principais situações de risco e possíveis causas relacionadas à transmissão dentro dos serviços de saúde, bem como, as recomendações que podem ser adotadas para sua prevenção, controle e mitigação dos casos de infecção, além de alguns critérios epidemiológicos que possibilitem a vigilância das infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) associadas ao SARS-CoV-2 dentro dos serviços de saúde brasileiros.

Como o SARS-CoV-2 é transmitido?

De acordo com a rede global de especialistas da OMS, respaldada por estudos de epidemiologia e virologia publicados recentemente, o SARS-CoV-2 é transmitido principalmente por gotículas respiratórias (expelidas durante a fala, tosse ou espirro) de pessoas sintomáticas para outras pessoas que estão em contato próximo (menos de 1 metro), pelo contato direto com a pessoa infectada ou por contato com objetos e superfícies contaminados. Além disso, têm-se acumulado evidências científicas do potencial de transmissão da COVID-19 por inalação do vírus através de partículas de aerossóis (partículas menores e mais leves que as gotículas), especialmente a curtas e médias distâncias (Morawaska; Milton, 2020). É importante lembrar que a transmissão por aerossóis já era reconhecida como de alto risco em situações que comumente podem gerar essas partículas em ambientes hospitalares, como por exemplo, durante a manipulação direta da via aérea, intubação e extubação de pacientes, em procedimentos de aspiração, etc. Dados de estudos clínicos que coletaram repetidas amostras biológicas de pacientes confirmados fornecem evidências de que o SARS-CoV-2 se concentra mais no trato respiratório superior (nariz e garganta) durante o início da doença, ou seja, nos primeiros três dias a partir do início dos sintomas. Dados preliminares sugerem que as pessoas podem ser mais contagiosas durante o início dos sintomas comparadas à fase tardia da doença.

Período de incubação

O período de incubação da COVID-19, tempo entre a exposição ao vírus e o início dos sintomas, é, em média, de 5 a 6 dias, no entanto, pode ser de 1 a até 14 dias. O quadro clínico inicial mais comum da doença é caracterizado como Síndrome Gripal, na qual o paciente pode apresentar febre ou sintomas respiratórios. Entretanto, outras manifestações podem ocorrer, principalmente relacionadas a sintomas gastrointestinais e a perda do paladar e do olfato.

Vigilância e monitoramento de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 dentro dos serviços de saúde

Outras manifestações clínicas extrapulmonares podem estar associadas à infecção por SARS-CoV-2. Estas manifestações podem incluir:

– tromboembolismo;

– alterações cardíacas (arritmias cardíacas e isquemia miocárdica);

– alterações renais (hematúria, proteinúria e insuficiência renal);

– alterações gastrointestinais (diarreia, náuseas, vômitos, dor abdominal, anorexia);

– alterações neurológicas (cefaleia, tontura, encefalopatia, ageusia, anosmia, acidente vascular encefálico);

– alterações hepáticas (aumento de transaminases e bilirrubinas);

– alterações endócrinas (hiperglicemia e cetoacidose diabética) ou

– alterações dermatológicas.

  • Estratégia ativa presencial

Para que esta estratégia seja executada é necessário que o serviço de saúde disponibilize uma equipe profissional, que possa atuar 24 horas por dia, para realizar a verificação de sinais e sintomas da doença em todos os profissionais do serviço, no momento da sua chegada.

Vigilância Epidemiológica das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) associadas ao SARS-CoV-2 dentro dos serviços de saúde

A NT traz uma tabela com os critérios  epidemiológicos para pacientes da neonatologia, pediátricos e adultos.

Confira na íntegra em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/NOTA+T%C3%89CNICA+-GIMS-GGTES-ANVISA+N%C2%BA+07-2020/f487f506-1eba-451f-bccd-06b8f1b0fed6

Teste positivo para covid-19 em quem já teve a doença leva cientistas a investigarem se é possível reinfecção

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP investigam o caso de uma técnica de enfermagem que, em maio, apresentou os sintomas da covid-19 (quadro de cefaleia mais intensa que habitual que evoluiu para mal-estar, fraqueza muscular, sensação febril, leve dor de garganta e congestão nasal). Foi realizado um primeiro exame de RT-PCR (exame laboratorial que identifica moléculas do vírus), com material colhido no nariz e na garganta, e o resultado foi negativo. Mas como os sintomas persistiram, repetiram o exame no nono dia, confirmando, então, a presença do novo coronavírus. No décimo dia, os sintomas desapareceram.

Entretanto, 38 dias depois, 27 de junho, a paciente voltou a apresentar mal-estar, mialgia, cefaleia intensa, fadiga, fraqueza, sensação febril, dor de garganta, perda do olfato e diminuição do paladar, diarreia e tosse. Submetida a novo RT-PCR para o vírus SARS-CoV-2, o resultado foi positivo. Nos dois momentos a paciente evoluiu bem, não precisou de internação hospitalar.

Segundo o professor Fernando Bellissimo Rodrigues, o diagnóstico da covid-19 é baseado em três pilares: sintomas clínicos, exames laboratoriais e epidemiologia (contato com outros infectados), todos afirmativos nesse caso. “Ao que tudo indica, inclusive o exame sorológico, é que a paciente não desenvolveu anticorpos suficientes quando testou positivo em maio”, analisa o professor, que alerta tratar-se de um caso muito raro. Bellissimo afirma que será necessária uma investigação mais profunda para entender como a imunidade se comporta, o que pode contribuir até para o desenvolvimento das vacinas.

Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/teste-positivo-para-covid-19-em-quem-ja-teve-a-doenca-leva-cientistas-a-investigarem-se-e-possivel-reinfeccao/

ANVISA – NT sobre uso da radiação UV no combate à Covid-19

A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (5/8), a Nota Técnica (NT) 64/2020, com orientações sobre o uso de luz ultravioleta (UV) para desinfecção de ambientes públicos e hospitalares. De acordo com a nota, não há evidências científicas de que o uso de tecnologias baseadas em exposição a esse tipo de radiação para desinfecção de ambientes públicos e hospitalares seja eficaz no combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2), responsável pela Covid-19.

Além disso, a NT conclui que só foram encontradas evidências de eficácia do uso de tecnologias baseadas em UV para desinfecção em condições conformacionais muito específicas e controladas quanto à área irradiada, ângulo de exposição, intensidade e dose de radiação, sobre superfícies lisas e limpas. Por isso, diante da ausência de comprovação da eficácia da técnica para ambientes reais, a Anvisa não recomenda o uso de equipamentos com tecnologias baseadas em UV para desinfecção de ambientes públicos e hospitalares como única alternativa.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=radiacao-uv-nao-e-eficaz-no-combate-a-covid-19&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5971265&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content 

Diretora da OPAS alerta para interrupções nos serviços regulares de saúde devido à COVID-19

Os serviços de saúde nos países das Américas estão sendo interrompidos à medida que profissionais de saúde são redirecionados para atender pacientes com COVID-19, as pessoas estão hesitando em procurar atendimento de rotina devido ao medo de infecção e as cadeias globais de fornecimento de medicamentos e equipamentos estão prejudicadas, alertou nesta terça-feira (4) Carissa F. Etienne, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

“Sem médicos e enfermeiros disponíveis para oferecer outros serviços essenciais no primeiro nível de atenção – incluindo atendimento relacionado à gestação e gerenciamento de condições crônicas como diabetes ou doenças infecciosas como HIV, TB e malária –, esses serviços foram severamente interrompidos ou pior ainda, pararam por completo”, explicou Etienne na coletiva de imprensa semanal da OPAS.

A OPAS está pedindo aos países que se adaptem a essa nova situação para “reestruturar como os cuidados essenciais são prestados e investir no primeiro nível de atenção”, usando telemedicina, visitas domiciliares e programas de extensão comunitária para apoiar populações vulneráveis”. Ao mesmo tempo, também devem mitigar os efeitos da COVID-19. “Esta não é uma escolha, os governos devem encontrar esse equilíbrio cuidadoso para a saúde pública”, disse a diretora da OPAS.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6244:diretora-da-opas-alerta-para-interrupcoes-nos-servicos-regulares-de-saude-devido-a-covid-19&Itemid=812

OPAS adverte contra uso de produtos à base de cloro como tratamento para COVID-19

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) emitiu um alerta contra o uso de produtos à base de cloro como tratamentos para a COVID-19. “A OPAS não recomenda o uso oral ou parenteral – intravenosa, intra-arterial, intramuscular e subcutânea – de dióxido de cloro ou produtos com clorito de sódio para pacientes com suspeita ou diagnóstico de COVID-19 ou para qualquer outra pessoa. Não há evidências de sua eficácia e a ingestão ou inalação de tais produtos pode causar graves efeitos adversos”, alertou o documento.

Desde o início da pandemia de COVID-19 neste ano, “numerosos produtos contendo dióxido de cloro ou seus derivados foram comercializados isoladamente ou em combinação com outros produtos com falsas alegações de que podem curar a COVID-19 e doenças associadas”, explicou a OPAS no alerta.

O dióxido de cloro, um gás usado como alvejante nas estações de tratamento de água, e o hipoclorito de sódio, um desinfetante comercializado como alvejante doméstico, podem ser tóxicos se ingeridos e causar vários efeitos adversos.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6245:opas-adverte-contra-uso-de-produtos-a-base-de-cloro-como-tratamento-para-covid-19&Itemid=812

OMS – Vigilância de saúde pública para COVID-19: orientação provisória

A OMS liberou um documento que resume a sua orientação atual para vigilância em saúde pública da doença coronavírus 2019 (COVID-19) em humanos causada por infecção com síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2).

O que há de novo nesta nova versão:

  • Revisão das definições de casos suspeitos e prováveis para integrar um maior conhecimento sobre o espectro clínico dos sinais e sintomas COVID19 e considerar as situações em que o teste não está disponível para todos;
  • Abordagens atualizadas para vigilância, incluindo vigilância ambiental e sorológica para SARS-CoV-2;
  • Revisão de variáveis incluídas na vigilância semanal para se adequar à nova definição de caso e objetivos de vigilância (isto é, inclusão de casos prováveis, casos de profissionais de saúde e grupos de idade atualizados para notificação de casos e óbitos);
  • Informações sobre a importância da coleta de dados para a análise e interpretação dos dados de vigilância;
  • Recomendações para encerrar a notificação baseada em casos para vigilância global e substituí-la por notificação agregada.

ANVISA: Homenagem ao Dia da Vigilância Sanitária

Confira parte do discurso do diretor-presidente substituto da Anvisa em homenagem ao Dia da Vigilância Sanitária, na 13ª Reunião da Diretoria Colegiada:

“No dia 5 de agosto, dia de nascimento do médico Oswaldo Cruz, amanhã, comemora-se o Dia Nacional da Vigilância Sanitária. Este dia merece ser lembrado pela importância da vigilância sanitária em suas ações continuadas pela preservação da saúde de nossa população, valia já implicitamente reconhecida e agora, em tempos de pandemia, explicitada em todos os setores de nossa sociedade.

Orgulho-me em fazer parte desse contexto de permanente busca da excelência sanitária. E mais, emociono-me ao constatar que a segurança sanitária vivida hoje no Brasil decorreu, e ainda exige, muita dedicação, profissionalismo e apurada preparação técnica, condições indiscutivelmente presentes na maioria do nosso quadro funcional.

Nesta quarta-feira é o nosso dia e precisamos comemorar, em conjunto com toda a nossa população, cuja preservação da saúde é o nosso mister institucional, mesmo sabendo que por vezes nossa atuação é incompreendida e contestada.  Reconhecemos a importância da opinião pública sobre nossa atuação – na maioria elogiosa –, mas nos acostumamos também a conviver com críticas e ataque, por mais injustos e falaciosos que sejam. Afinal, nosso padrinho Oswaldo Cruz, consagrado hoje como um dos pilares de nossa vigilância sanitária, também foi alvo de injustas agressões, em certa oportunidade, apenas por ter convencido o presidente Rodrigues Alves a decretar a vacinação obrigatória no Brasil, situação historicamente conhecida como “Revolta da Vacina”. Assim, afilhados que somos desse proeminente sanitarista, buscamos alinhar-nos com a essência dos mesmos objetivos dele e, nesse propósito, seguimos perseverando, independentemente de críticas ou agressões, por mais infundadas que sejam. Afinal, como dizem as avós sobre o apadrinhamento: “Quem põe a mão, põe a virtude”.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=homenagem-ao-dia-da-vigilancia-sanitaria&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5968865&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Ações da Anvisa em 200 dias de enfrentamento à pandemia

A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (5/8), um informe sobre as ações da Agência para o enfrentamento da pandemia provocada pelo novo coronavírus. O documento apresenta uma visão geral das medidas adotadas pela instituição nesses últimos 200 dias, ou seja, de janeiro até julho deste ano.

Por fim, a publicação reforça o compromisso da Anvisa com a transparência junto à sociedade, no cumprimento de sua missão de proteger a saúde da população.

Confira a íntegra do informe.

http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=acoes-da-anvisa-em-200-dias-de-enfrentamento-a-pandemia-&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5970345&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

ANVISA – Confira mudança na petição de saneantes isentos de registro

A partir da próxima segunda-feira (10/8), o peticionamento de notificação de saneantes isentos de registro passará a ser feito pelo sistema Solicita. O objetivo é tornar o procedimento mais rápido e econômico, reduzindo o tempo de tramitação administrativa. A novidade integra o projeto de transformação digital da Agência, que visa modernizar e dar maior celeridade aos processos e ao atendimento de pedidos.

A Coordenação de Saneantes (Cosan) informa que, durante a migração dessas petições para o Solicita, haverá uma indisponibilidade temporária no sistema de peticionamento, especificamente no período da manhã do dia 10 de agosto, retornando ao normal no período da tarde.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=confira-mudanca-na-peticao-de-saneante-isento-de-registro&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5975263&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis Contatos: [email protected]   ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104



Ficou interessado? Veja nossos cursos MBA em CCIH e CME.