Neste boletim temos importantes orientações sobre medidas de prevenção em visitas sociais, particularmente em grupos de risco, idas à farmácias, autorização de mais um ensaio clínico com vacinas no Brasil, posicionamento de várias entidades sobre tratamento do Covid-19 e particularidades do quadro clínico em pacientes pediátricos e idosos.

SBI libera novo documento sobre medicamentos para COVID-19

No último dia 30, a Sociedade Brasileira de Infectologia divulgou novos esclarecimentos sobre o tratamento da COVID-19. Citando as referências mais recentes, o documento traz informações sobre o uso de hidroxicloroquina, corticoides, antivirais, antiparasitários, tocilizumabe, anticoagulação, plasma convalescente e suplementos vitamínicos.

Fonte: https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/125/2020/06/ddb8adbedf98c5bed371a929338e0df2acc49af1becb494f5a15dd38f901c760.pdf

SBPT se posiciona sobre o tratamento de COVID-19

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia emite documento com orientações sobre as terapias propostas no tratamento de COVID-19, o que há de evidência científica e quais as condutas recomendadas aos médicos nessa pandemia.

Fonte: https://sbpt.org.br/portal/wp-content/uploads/2020/06/Profilaxia-e-tratamento-COVID-19.pdf

SOBECC emite nota com recomendações para boas práticas relacionadas a pacientes cirúrgicos

A Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização divulgou nota sobre boas práticas relacionadas ao manejo de pacientes cirúrgicos, tendo em vista sua saúde e segurança. Entre outras orientações, recomendam a manutenção de máscara no paciente durante anestesias regionais ou período de recuperação pós-anestésica e atentar para não permitir o contato da pele do paciente com parte metálicas (como por exemplo, o metal presente na máscara cirúrgica), aliadas ao uso seguro de antissépticos e comburentes (oxigênio), sobretudo em cirurgias de cabeça e pescoço.

Fonte: https://www.instagram.com/sobeccnacional/?hl=pt-br

Aberturas graduais devem ter abordagens em fases e ser baseadas em dados para controlar novos surtos de COVID-19, afirma OPAS

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, afirmou nesta terça-feira (30) que os países que planejam relaxar as medidas de saúde pública devem adotar uma abordagem em fases, com base nas condições locais, e estar preparados para impor medidas preventivas novamente se a situação epidemiológica mudar.

“A chave é pensar em nível nacional e local e basear as decisões nos dados mais recentes. Quanto mais granular a nossa compreensão de onde o vírus ocorre, mais direcionada será a nossa resposta”, disse Etienne.

A diretora da OPAS disse ainda que a reabertura exige medidas de saúde pública para rastrear novos casos e criar capacidade suficiente para detectar e controlar novos surtos. “A transmissão em uma região deve diminuir de maneira sustentável, as mortes devem diminuir e as taxas de ocupação dos leitos hospitalares devem ser baixas” antes que as restrições sejam relaxadas.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6208:aberturas-graduais-devem-ter-abordagens-em-fases-e-ser-baseadas-em-dados-para-controlar-novos-surtos-de-covid-19-afirma-opas&Itemid=812

OMS – Prevenção e controle de infecções durante os cuidados de saúde quando houver suspeita ou confirmação de doença de coronavírus (COVID-19)

A OMS disponibilizou um documento que fornece orientação provisória sobre estratégias de prevenção e controle de infecção (PCI) durante os cuidados de saúde quando houver suspeita ou confirmação de doença de coronavírus (COVID-19). Destina-se a profissionais de saúde, incluindo gerentes de assistência à saúde e equipes do IPC em nível de instalação, mas também é relevante para os níveis nacional. Nesta versão atualizada, o escopo e a estrutura das orientações anteriores foram expandidos com várias seções novas ou revisadas, reunindo outras recomendações provisórias, bem como considerações e conselhos de especialistas internacionais.

Fonte: https://www.who.int/publications/i/item/WHO-2019-nCoV-IPC-2020.4

OMS – Preparação para ciclones, tempestades tropicais, tornados, inundações e terremotos durante a pandemia de COVID-19

Este comunicado de saúde da OMS fornece orientação aos países sobre como adaptar todos os planos de preparação e resposta ao COVID-19 frente a ciclones, tempestades tropicais, tornados, inundações, terremotos e potenciais surtos de outras doenças. Também fornece conselhos sobre como testar as capacidades necessárias através das simulações para garantir a obtenção dos objetivos estratégicos da resposta à pandemia:

  • retardar e interromper a transmissão, evitar surtos e atrasar propagação;
  • fornecer atendimento otimizado a todos os pacientes, especialmente aqueles que estão gravemente doentes;
  • minimizar o impacto nos sistemas de saúde, serviços sociais e atividade econômica.

Fonte: https://www.who.int/publications/i/item/WHO-2019-nCoV-Advisory-Preparedness-2020.1

CDC- Recomendações para visitas médicas e à farmácia

  • Se possível, converse com seu médico on-line, por telefone ou e-mail.
    • Use telemedicina, se disponível, ou comunique-se com seu médico ou enfermeiro por telefone ou e-mail.
  • Converse com seu médico sobre procedimentos de reagendamento de procedimentos ou consultas que não são necessárias com urgência.
  • Se você precisar visitar pessoalmente, proteja-se e a outras pessoas.
    • Se você acha que tem o COVID-19, notifique o médico ou profissional de saúde antes da sua visita e siga as instruções.
    • Cubra a boca e o nariz com uma cobertura de pano quando precisar sair em público.
    • Não toque nos olhos, nariz ou boca.
    • Fique a pelo menos 6 pés de distância dos outros enquanto estiver dentro e em filas.
    • Ao pagar, use métodos de pagamento sem toque, se possível. Se você não puder usar o pagamento sem toque, desinfete as mãos depois de pagar com cartão, dinheiro ou cheque. Lave as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos quando chegar em casa.

 

  • Limite visitas pessoais à farmácia.
    • Planeje fazer o pedido e pegar todas as suas prescrições ao mesmo tempo.
    • Se possível, ligue com antecedência para pedidos de receita médica. Use janelas drive-thru, serviços na calçada (aguarde no seu carro até que a prescrição esteja pronta), pedidos por correio ou outros serviços de entrega. Faça o mesmo com medicamentos para animais.
    • Verifique com seu médico e farmacêutico se você pode obter um suprimento maior de seus medicamentos para não precisar visitar a farmácia com tanta frequência.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/daily-life-coping/doctor-visits-medicine.html

CDC – Rastreando Síndrome inflamatória Multissistêmica (SIM) em crianças americanas

Confira no site do CDC um infográfico completo com o perfil epidemiológico dos casos de SIM nos EUA.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/covid-data/infographic-mis-c.html

Teste de infecção passada (teste de anticorpos)

Os testes de anticorpos verificam seu sangue procurando anticorpos, que podem indicar se você já teve uma infecção passada pelo vírus que causa o COVID-19. Anticorpos são proteínas que ajudam a combater infecções e podem fornecer proteção para não contrair a doença novamente (imunidade). Os anticorpos são específicos da doença. Por exemplo, os anticorpos contra o sarampo o protegerão contra o sarampo se você for exposto a ele novamente, mas eles não o protegerão contra a caxumba se você for exposto a caxumba.

Exceto nos casos em que o teste viral é atrasado, os testes de anticorpos não devem ser usados para diagnosticar uma infecção atual por COVID-19. Um teste de anticorpos pode não ser exibido se você tiver uma infecção por COVID-19 atual, pois pode levar de 1 a 3 semanas após a infecção para o seu corpo produzir anticorpos. Para ver se você está infectado no momento, você precisa de um teste viral. Os testes virais identificam o vírus em amostras do sistema respiratório, como um cotonete do interior do nariz.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/testing/serology-overview.html

Ações da Anvisa para coibir sobrepreço de medicamentos

Para coibir o preço abusivo dos anestésicos e relaxantes musculares, a Anvisa priorizou e ampliou as ações de fiscalização desses produtos. Esses medicamentos são utilizados no manejo clínico de pacientes com Covid-19, que necessitam de ventilação mecânica.

Além disso, a Agência também deu total priorização à avaliação de tudo que se refere ao combate do novo coronavírus e executa outras ações para ampliar o abastecimento. Confira a seguir algumas dessas ações:

1 – Análise prioritária das denúncias e dos processos administrativos sancionatórios.

2 – Ampliação das redes de contato e ações para a fiscalização ativa.

3- Criação de um canal de comunicação específico para denúncias de sobrepreço dos medicamentos hospitalares relacionados à Covid-19: http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus

4 – Atuação estratégica com os outros órgãos de controle.

5 – Atuação estratégica com ministérios.

6 – Solicitação aos entes públicos e privados de informações sobre denúncias de sobrepreço envolvendo medicamentos sedativos e bloqueadores musculares.

7 – Antecipação da apresentação do relatório de comercialização desses medicamentos, referente ao primeiro semestre de 2020.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=acoes-da-anvisa-para-coibir-sobrepreco-de-medicamentos&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5936242&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

Anvisa autoriza novo teste para vacina

A aprovação é para os testes da vacina desenvolvida pela empresa Sinovac Research & Development Co., Ltd (Sinovac Biotech Co., Ltd), sediada na China. O pedido de autorização foi realizado pelo Instituto Butantan (SP) e os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil.

A vacina (CoronaVac) adsorvida Covid-19 (inativada) será estudada com o objetivo de avaliar sua segurança e eficácia na imunização ativa contra a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

O estudo aprovado é um ensaio clínico fase III duplo-cego, randomizado, controlado com placebo para avaliação de eficácia e segurança em profissionais da saúde da vacina adsorvida Covid-19 (inativada) produzida pela Sinovac.

A vacina que será testada é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus. A proposta prevê o teste de 9 mil pessoas no país, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=anvisa-autoriza-novo-teste-para-vacina-contra-covid-19&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5936568&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content 

Em parceria com a rede MHPSS.net e OPAS/OMS, atriz Carol Castro interpreta “Meu herói é você” para ajudar crianças a lidar com a pandemia

Explicar às crianças o que é a pandemia de COVID-19 e quais suas consequências pode ser uma dura tarefa para mães, pais, cuidadores(as) e professores(as). Para ajudá-los nesta missão, a atriz brasileira Carol Castro interpreta direto de sua casa a história “Meu herói é você”, que busca ensinar às crianças sobre a COVID-19 e sobre como é possível lidar com este momento difícil.

videobook é resultado de uma parceria entre a Rede Internacional de Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergência Humanitárias (MHPSS.net) e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6212:em-parceria-com-a-rede-mhpss-net-e-opas-oms-atriz-carol-castro-interpreta-meu-heroi-e-voce-para-ajudar-criancas-a-lidar-com-a-pandemia&Itemid=875

Novo relatório detalha ampla resposta da OPAS à pandemia de COVID-19 nas Américas

Em um novo relatório, o organismo internacional detalha sua ampla resposta em mobilização e apoio técnico à emergência desde que os primeiros casos foram notificados, em janeiro de 2020.

A COVID-19 já se propagou em todos os 54 países e territórios das Américas; até o momento, foram registrados 5 milhões de casos e mais de 244 mil mortes. “O epicentro da pandemia de COVID-19 agora é a Região das Américas”, afirma o relatório. Juntos, Estados Unidos e Brasil representam 75% de todos os casos e 74% de todas as mortes já notificadas na região.

O novo relatório analisa a situação epidemiológica por regiões – América do Norte, América Central, América do Sul e Caribe – e nacionalmente, fornecendo detalhes sobre a resposta da OPAS em cada país.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6211:novo-relatorio-detalha-ampla-resposta-da-opas-a-pandemia-de-covid-19-nas-americas&Itemid=875

Gravidade do COVID-19 em idosos

Entre os adultos, o risco de doença grave por COVID-19 aumenta com a idade, com os idosos em maior risco. Doença grave significa que a pessoa com COVID-19 pode precisar de hospitalização, cuidados intensivos ou um ventilador para ajudá-la a respirar, ou pode até morrer.

À medida que envelhece, seu risco de doença grave por COVID-19 aumenta. Por exemplo, pessoas na faixa dos 50 anos de idade correm maior risco de doenças graves do que pessoas na faixa dos 40 anos. O maior risco de doença grave do COVID-19 é entre aqueles com 85 anos ou mais.

Também existem outros fatores que podem aumentar o risco de doenças graves, como condições médicas subjacentes. Ao entender os fatores que colocam você em risco aumentado, você

pode tomar decisões sobre que tipo de precauções a serem tomadas em sua vida diária.

grafico boletim 08 julho

 

 

 

 

 

É especialmente importante para as pessoas com risco aumentado de doença grave do COVID-19 e para quem mora com eles se protegerem do COVID-19.
A melhor maneira de se proteger e ajudar a reduzir a propagação do vírus que causa o COVID-19 é:

Limite suas interações com outras pessoas o máximo possível;

Tome precauções para evitar o COVID-19 ao interagir com outras pessoas;

Se você começar a sentir-se doente e achar que pode ter COVID-19, entre em contato com seu médico em 24 horas.

Você está considerando visitas pessoais com familiares e amigos? Aqui estão algumas coisas a considerar para ajudar a tornar sua visita o mais segura possível:

  • Adie ou cancele uma visita se você ou seus visitantes tiverem sintomas de COVID-19 ou foram expostos a alguém com COVID-19 nos últimos 14 dias.
  • Qualquer pessoa que tenha tido contato próximo com uma pessoa com COVID-19 deve ficar em casa e monitorar os sintomas.

Em geral, quanto mais pessoas você interage, mais você interage com elas e quanto mais essa interação, maior o risco de disseminação do COVID-19. Então, pense sobre:

  • Com quantas pessoas você irá interagir?
  • Você pode manter um metro e meio de espaço entre você e os outros?
  • Você estará ao ar livre ou dentro de casa?
  • Quanto tempo você estará interagindo com as pessoas?
  • Incentive o distanciamento social durante sua visita

Visite seus amigos e familiares ao ar livre, quando possível. Se isso não for possível, verifique se a sala ou o espaço está bem ventilado (por exemplo, janelas ou portas abertas) e grande o suficiente para acomodar o distanciamento social.

Organize mesas e cadeiras para permitir o distanciamento social. Pessoas da mesma família podem estar em grupos juntos e não precisam se separar um metro e meio.

Considere atividades em que o distanciamento social possa ser mantido, como giz na calçada ou jogos no quintal.

Tente evitar contato próximo com seus visitantes. Por exemplo, não aperta as mãos, dê cotoveladas ou abraços. Em vez disso, acene e cumprimente-os verbalmente.

Se possível, evite outras pessoas que não estejam usando coberturas faciais de pano ou peça a outras pessoas ao seu redor que usem coberturas faciais de pano.

Considere manter uma lista das pessoas que você visitou ou que o visitaram e quando a visita ocorreu. Isso ajudará no rastreamento do contrato se alguém ficar doente.

Coberturas de rosto de pano devem ser usadas sobre o nariz e a boca. As coberturas para o rosto de pano são especialmente importantes quando é difícil ficar a pelo menos um metro e meio de distância dos outros ou quando as pessoas estão em ambientes fechados para ajudar a proteger umas às outras.

As coberturas para o rosto de pano podem retardar a propagação do vírus e ajudar as pessoas que podem ter o vírus e que não o conhecem de transmiti-lo a outras pessoas

Usar uma cobertura de pano ajuda a proteger outras pessoas no caso de você estar infectado, enquanto outras usam uma para protegê-lo, caso estejam infectadas.

Quem NÃO deve usar coberturas faciais de pano: Crianças menores de 2 anos ou qualquer pessoa com dificuldade em respirar, está inconsciente ou incapaz ou incapaz de remover a máscara sem assistência.

Todos devem lavar as mãos por pelo menos 20 segundos no início e no final da visita e sempre que achar que suas mãos podem estar contaminadas.

Se sabão e água não estiverem prontamente disponíveis, como em visitas ou atividades ao ar livre, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 60% de álcool. Cubra todas as superfícies de suas mãos e esfregue-as juntas até que se sintam secas.

Lembre os convidados a lavar ou higienizar as mãos antes de servir ou comer.

Use toalhas de mão descartáveis ​​ou toalhas de papel para secar as mãos, para que os visitantes não compartilhem toalhas. Tenha uma lata de lixo sem toque disponível para uso dos hóspedes.

Limite o contato com superfícies comumente tocadas ou itens compartilhados

Incentive seus visitantes a trazer sua própria comida e bebida.

Limpe e desinfete as superfícies comumente tocadas e quaisquer itens compartilhados entre o uso.

Se você optar por usar itens compartilhados reutilizáveis ​​(por exemplo, capas de assento, toalhas de mesa, guardanapos de linho), lave, limpe e higienize-os após o evento.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html

OMS interrompe pesquisa com hidroxicloroquina e lopinavir / ritonavir para COVID-19

A OMS aceitou hoje a recomendação do Comitê Diretor Internacional do Estudo Solidarity, de interromper os braços de hidroxicloroquina e lopinavir / ritonavir. O Estudo Solidarity foi estabelecido pela OMS para encontrar um tratamento COVID-19 eficaz para pacientes hospitalizados.

O Comitê Diretor Internacional formulou a recomendação à luz das evidências de hidroxicloroquina versus padrão de tratamento e lopinavir / ritonavir versus padrão tratamento a partir dos resultados provisórios do estudo Solidarity e de uma revisão das evidências de todos os ensaios apresentados em Cúpula da OMS de 1 a 2 de julho sobre pesquisa e inovação COVID-19.

Esses resultados provisórios mostram que a hidroxicloroquina e o lopinavir / ritonavir produzem pouca ou nenhuma redução na mortalidade de pacientes com COVID-19 hospitalizados quando comparados ao padrão de atendimento. Os investigadores do estudo de Solidarity interromperão os estudos com efeito imediato.

Para cada um dos medicamentos, os resultados intermediários não fornecem evidências sólidas de aumento da mortalidade. Havia, no entanto, alguns sinais de segurança associados nos resultados do laboratório clínico do estudo Discovery, um participante do estudo Solidarity. Eles também serão relatados na publicação revisada por pares.

Essa decisão se aplica apenas à condução do estudo Solidarity em pacientes hospitalizados e não afeta a possível avaliação em outros estudos de hidroxicloroquina ou lopinavir / ritonavir em pacientes não hospitalizados ou como profilaxia pré ou pós-exposição para COVID-19. Os resultados provisórios do Solidarity estão agora sendo preparados para publicação revisada por pares.

Fonte: https://www.who.int/news-room/detail/04-07-2020-who-discontinues-hydroxychloroquine-and-lopinavir-ritonavir-treatment-arms-for-covid-19 

A rotina de trabalho em um laboratório de pesquisa e a pandemia de Covid-19

O portal PEBMED traz o relato da rotina laboratorial de Gustavo Barcelos Barra, mestre e doutor em Farmacologia Molecular e coordenador de pesquisa e desenvolvimento do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica.

A pandemia de coronavírus atual é uma ótima oportunidade para os cientistas mostrarem o seu valor, diagnósticos, tratamentos e vacinas inexistentes só podem se originar da pesquisa. É muito bonito ver o compartilhamento do conhecimento, quase que em tempo real por causa da internet, das descobertas em relação ao vírus. Do sequenciamento do genoma do vírus, surgem os testes diagnósticos e evidências da sua origem. Do crescimento do vírus em laboratórios, surgem as opções de tratamento medicamentoso. Os ensaios clínicos testam a eficácia dessas drogas. E torço para que, em breve, haja uma vacina para a Covid-19”, diz Gustavo Barra.

Fonte: https://pebmed.com.br/a-rotina-de-trabalho-em-um-laboratorio-de-pesquisa/?fbclid=IwAR1liN3YeZTPFdqUzwvf_PSv9Qdqj1yzse0zWonuHlutQXIohgTQzr-mhI0&_branch_match_id=780904568624629623

Estudo indica que infecção por coronavírus em crianças pode não começar com sintomas respiratórios

As crianças que sofrem de diarreia, juntamente com febre ou histórico de exposição ao coronavírus, devem ser suspeitas de estarem infectadas com COVID-19, recomenda um novo estudo publicado na Frontiers in Pediatrics.

A pesquisa também sugere que os sintomas gastrointestinais sofridos por algumas crianças sugerem uma potencial infecção pelo trato digestivo, já que o tipo de receptores nas células nos pulmões visados pelo vírus também pode ser encontrado nos intestinos.

“A maioria das crianças é levemente afetada pelo COVID-19 e os poucos casos graves geralmente têm problemas de saúde subjacentes. É fácil perder seu diagnóstico no estágio inicial, quando uma criança apresenta sintomas não respiratórios ou sofre de outra doença”, diz o autor deste estudo, Dr. Wenbin Li, que trabalha no Departamento de Pediatria do Hospital Tongji, Wuhan. China.

Leia a matéria na íntegra em: https://www.revistasaberesaude.com/infeccao-por-coronavirus-em-criancas-pode-nao-comecar-com-tosse/?fbclid=IwAR3b9MwEWOeKGWHmcqlbLU3SnXl2OxkbDCFMxBpcHwqEz_h8rHQEunImUnE

E o artigo em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fped.2020.00258/full?utm_source=fweb&utm_medium=nblog&utm_campaign=ba-sci-fped-children-covid-symptoms

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

Contatos: laura_czeats@hotmail.com  ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104

 


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