Estudo realizado pelo departamento de patologia da FMUSP faz descobertas preocupantes sobre a disseminação do Sars-CoV-2 em cadáveres examinados por micro autópsia. Tudo indica que teremos que conviver muito tempo com restrições devido esta pandemia. Várias entidades têm orientado o que fazer em escolas, academias, se você teve contato com caso suspeito, entre outras medidas. Também temos relato de estudo brasileiro com anticorpos produzidos por cavalos infectados. Estas e outras novidades importantes em nosso boletim. 

Covid-19: qual papel dos aerossóis e o resultado de autópsias minimamente invasivas

O departamento de patologia da FMUSP utiliza técnicas avançadas de micro autópsia para avaliar o comprometimento sistêmico em pacientes que faleceram por Covid-19, comparando com pacientes que faleceram por outras causas. Neste programa você saberá os surpreendentes e preocupantes achados que contribuirão para entender sua fisiopatologia e possibilidades terapêuticas. O professor titular Dr. Paulo Saldiva também estuda o papel dos aerossóis e gotículas na transmissão desta doença.

Fonte: https://youtu.be/daElUFOVGrs

Programação da TV CCIH na semana de 17 a 21 de agosto

De segunda à sexta você tem informações atualizadas e confiáveis sobre esta pandemia, controle de infecções, centro de material, segurança do paciente, qualidade e políticas de saúde. Veja a programação da semana.

Data Hora Programa Tema Convidados Link
17/08 20:00 Encontro com professores Investigação de surtos Fernando Galvanese Antonio Tadeu https://youtu.be/lVWrYS65I7s
18/08 20:00 SuperAção     SOS coronaírus Vigilância em saúde Magda Machado

Lara Villanova

https://youtu.be/l8_o20hNWys
19/08 20:00 Encontro com professores Esterilização de termosessíveis Rafael Queiroz https://youtu.be/DaFuc6wmICw
20/08 20:00 SuperAção

SOS coronaírus

Consequências sociais Aurea Ianni https://youtu.be/x-04FrysHq4
21/08 20:00 Encontro com professores Maketing e pesquisa qualitativa Antonio Tadeu https://youtu.be/PZ73JT96__Y

Soro de cavalo para Covid: pedido de registro não foi formalizado à Anvisa

Até o momento, não há pedido de condução de estudo ou de registro de produto feito a partir do soro de equinos para tratamento da Covid-19 junto à Anvisa.  É importante frisar que a análise da Anvisa começa a partir da solicitação do laboratório farmacêutico. Desta forma, não é possível para a Agência fazer qualquer avaliação ou pronunciamento em relação à qualidade, segurança e eficácia deste produto antes que tenha acesso a dados oficiais apresentados pelo laboratório. Também não é possível fazer qualquer afirmação sobre expectativa de aprovação e de tempo antes que haja uma solicitação formal à Anvisa deste produto específico.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/

ANVISA – Vacina de Oxford: alterações no protocolo de pesquisa

Nesta segunda-feira (10/8), a Anvisa autorizou, a pedido, uma mudança no protocolo de pesquisa da vacina de Oxford contra a Covid-19. O produto está em fase de pesquisa como possível proteção contra a doença.

A alteração aprovada inclui a administração de uma dose de reforço para os voluntários que estão participando do estudo. A dose de reforço será dada aos voluntários que já haviam sido vacinados e também aos que ainda vão entrar para o estudo.

Além dessa alteração, a Agência autorizou a ampliação da faixa etária para a realização dos testes. Com isso, voluntários com idade entre 18 e 69 anos poderão participar da pesquisa. A faixa etária inicialmente aprovada era dos 18 aos 55 anos, ou seja, a vacina em teste era a única que ainda não possuía dados para justificar a vacinação de voluntários na faixa etária entre 55 e 69 anos de idade. Após a apresentação das informações necessárias pela empresa, a autorização para testes em voluntários com até 69 anos foi deferida.

O intervalo para a segunda dose dos participantes deve ser de quatro semanas. Para os voluntários que já passaram pelo estudo, a segundo dose deve ser aplicada no prazo de quatro a seis semanas. Neste caso, a variação do prazo se deve à necessidade de entrar em contato com os voluntários e mobilizá-los novamente para a aplicação da dose de reforço.

A inclusão da segunda dose na pesquisa foi motivada pela publicação de alguns resultados que mostraram que a dose de reforço aumenta a chance de imunização.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias?p_p_id=101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=2&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_groupId=219201&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_urlTitle=vacina-de-oxford-alteracoes-no-protocolo-de-pesquisa&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_assetEntryId=5977825&_101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU_type=content

COVID-19 ameaça controle e eliminação de doenças infecciosas nas Américas, afirma diretora da OPAS

A pandemia de COVID-19, que matou mais de 390 mil pessoas nas Américas, está ameaçando os planos regionais para eliminar e controlar doenças infecciosas, incluindo tuberculose, HIV e hepatites, disse nesta terça-feira (11) Carissa F. Etienne, diretora da OPAS.

Com mais de 10,5 milhões de casos de COVID-19 nas Américas e 100 mil novos casos sendo notificados todos os dias, “os países não podem atrasar a luta contra COVID-19, mas não devem permitir que a doença nos atrase para completar a agenda inacabada de eliminar e controlar as doenças infecciosas em nossa região”, afirmou Etienne em coletiva de imprensa.

Desafios na distribuição de tratamentos de TB durante a pandemia foram relatados por 80% dos países da América Latina e do Caribe, o que poderia transformar casos controláveis de TB em infecções ativas. Da mesma forma, 30% das pessoas que vivem com HIV evitam procurar atendimento e os medicamentos antirretrovirais são limitados. Interrupções nos exames de hepatites, chave para detecção e tratamento, também foram relatadas por um terço dos países.

A diretora da OPAS lembrou que a prevenção e o tratamento de doenças infecciosas foram o ímpeto para a criação da Organização Pan-Americana da Saúde há quase 120 anos e que a região continua “na vanguarda da eliminação de doenças infecciosas”.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6247:covid-19-ameaca-controle-e-eliminacao-de-doencas-infecciosas-nas-americas-afirma-diretora-da-opas&Itemid=812

Duas em cada cinco escolas de todo o mundo não tinham instalações básicas para lavar as mãos antes da pandemia de COVID-19, afirmam UNICEF e OMS

Enquanto as escolas em todo o mundo lutam para reabrir, os dados mais recentes do Programa de Monitoramento Conjunto (JMP, na sigla em inglês) da OMS e do UNICEF revelam que 43% das escolas em todo o mundo não tinham acesso à lavagem básica das mãos com água e sabão em 2019 – uma condição fundamental para as escolas serem capazes de operar com segurança em meio à pandemia de COVID-19.

“O fechamento mundial de escolas desde o início da pandemia de COVID-19 apresentou um desafio sem precedentes para a educação e o bem-estar das crianças”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF. “Devemos priorizar o aprendizado das crianças. Isso significa garantir que as escolas sejam seguras para reabrir – incluindo acesso à higiene das mãos, água potável e saneamento seguro.”

De acordo com o relatório, cerca de 818 milhões de crianças não têm instalações básicas para lavar as mãos em suas escolas, o que as coloca em maior risco de contrair a COVID-19 e outras doenças transmissíveis. Mais de um terço dessas crianças (295 milhões) são da África Subsaariana. Nos países menos desenvolvidos, 7 em cada 10 escolas carecem de instalações básicas para lavagem das mãos e metade das escolas carecem de saneamento básico e serviços de água.

Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6248:duas-em-cada-cinco-escolas-de-todo-o-mundo-nao-tinham-instalacoes-basicas-para-lavar-as-maos-antes-da-pandemia-de-covid-19-afirmam-unicef-e-oms&Itemid=839

CDC – COVID-19: Informações para academias e centros de fitness

A doença por coronavírus 2019 (COVID-19) é uma doença respiratória (ver lista de sintomas) causada por um vírus denominado SARS-CoV-2. Aqui está o que sabemos atualmente:

  • A principal forma de transmissão do vírus é de pessoa para pessoa, por meio de gotículas respiratórias, quando as pessoas tossem, espirram ou falam.
  • Você também pode obter COVID-19 tocando em uma superfície ou objeto que contenha o vírus e, em seguida, tocando em sua boca, nariz ou olhos.
  • O vírus pode ser transmitido por pessoas que não apresentam sintomas.
  • COVID-19 às vezes pode causar complicações sérias.

Como empregador de academia e centro de fitness, sua equipe pode ser exposta ao vírus quando:

  • Em contato próximo (a menos de 6 pés) com outras pessoas infectadas com o vírus SARS-CoV-2 no local de trabalho, o que pode incluir colegas de trabalho, clientes ou prestadores de serviços.
  • Tocar ou manusear superfícies e equipamentos tocados com frequência e, em seguida, tocar sua boca, nariz ou olhos.

Como você pode proteger sua equipe e outras pessoas e retardar a propagação:

  • Avalie seu local de trabalho para identificar cenários onde os trabalhadores não podem manter um distanciamento social de pelo menos 6 pés uns dos outros, clientes ou prestadores de serviços. Um comitê de trabalhadores e gerência pode ser mais eficaz na identificação de todos os cenários possíveis.
  • Ao proteger os trabalhadores, é importante observar que as recomendações de controle ou intervenções para reduzir o risco de COVID-19 devem ser compatíveis com quaisquer programas de segurança e equipamentos de proteção individual (EPI) normalmente exigidos para a tarefa de trabalho. As abordagens a serem consideradas podem incluir o seguinte:
    • Criar um Plano COVID-19 de Saúde e Segurança no Trabalho;
    • Tomar medidas se houver suspeita ou confirmação de que um funcionário possui COVID-19;
    • Desenvolva monitoramento de perigos para evitar infecção entre os trabalhadores.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/community/organizations/gym-employers.html

CDC – Quando você pode estar perto de outras pessoas depois de ter sido diagnosticado com COVID-19

Acho ou sei que tive COVID-19 e tive sintomas

Você pode estar perto de outras pessoas depois de:

– 10 dias desde o aparecimento dos primeiros sintomas e

– 24 horas sem febre, sem o uso de medicamentos para baixar a febre e

– Outros sintomas de COVID-19 estão melhorando ** A perda do paladar e do olfato pode persistir por semanas ou meses após a recuperação e não precisa atrasar o fim do isolamento

A maioria das pessoas não precisa de testes para decidir quando pode ficar perto de outras pessoas; no entanto, se o seu provedor de serviços de saúde recomendar testes, eles o informarão quando você puder voltar a conviver com outras pessoas com base nos resultados dos seus testes.

Observe que essas recomendações não se aplicam a pessoas com COVID-19 grave ou com sistema imunológico gravemente enfraquecido (imunocomprometido).

Testei positivo para COVID-19, mas não tive sintomas

Se continuar sem sintomas, você pode estar com outras pessoas após 10 dias desde que teve um teste viral positivo para COVID-19. A maioria das pessoas não precisa de testes para decidir quando pode ficar perto de outras pessoas; no entanto, se o seu provedor de serviços de saúde recomendar testes, eles o informarão quando você puder voltar a conviver com outras pessoas com base nos resultados dos seus testes.

Se você desenvolver sintomas após o teste ser positivo, siga a orientação acima para “Acho ou sei que tive COVID-19 e tive sintomas”.

Eu estava gravemente doente com COVID-19 ou tinha um sistema imunológico gravemente enfraquecido (imunocomprometido) devido a um problema de saúde ou medicamento. Quando posso estar perto de outras pessoas?

Pessoas gravemente doentes com COVID-19 podem precisar ficar em casa por mais de 10 dias e até 20 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas. Pessoas gravemente imunocomprometidas podem exigir testes para determinar quando podem estar perto de outras pessoas. Fale com seu médico para obter mais informações. Se o teste estiver disponível em sua comunidade, ele pode ser recomendado por seu médico. Seu médico irá informá-lo se você pode voltar a estar perto de outras pessoas com base nos resultados de seus testes.

Seu médico pode trabalhar com um especialista em doenças infecciosas ou com o departamento de saúde local para determinar se o teste será necessário antes que você possa estar perto de outras pessoas.

Para qualquer pessoa que vive perto de uma pessoa com COVID-19

Qualquer pessoa que teve contato próximo com alguém com COVID-19 deve ficar em casa por 14 dias após sua última exposição a essa pessoa.

No entanto, qualquer pessoa que tenha tido contato próximo com alguém com COVID-19 e que:

– desenvolveu a doença COVID-19 nos 3 meses anteriores e

– se recuperou e

– permanece sem sintomas de COVID-19 (por exemplo, tosse, falta de ar)

não precisa ficar em casa.

Fonte: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/if-you-are-sick/end-home-isolation.html

OMS – Atendimento domiciliar para pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19 e gerenciamento de seus contatos

Este documento é uma atualização da orientação publicada em 17 de março de 2020, intitulada “Cuidados domiciliares para pacientes com COVID-19 que apresentam sintomas leves e manejo de seus contatos”. Esta orientação provisória foi atualizada com conselhos sobre cuidados domiciliares seguros e apropriados para pacientes com doença coronavírus 2019 (COVID-19) e sobre as medidas de saúde pública relacionadas ao gerenciamento de seus contatos.

Fonte: https://www.who.int/publications/i/item/home-care-for-patients-with-suspected-novel-coronavirus-(ncov)-infection-presenting-with-mild-symptoms-and-management-of-contacts

Covid-19: ANS finaliza análise técnica e determina inclusão de testes sorológicos no Rol de Procedimentos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu incorporar de forma extraordinária ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde os testes sorológicos para detectar a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao novo Coronavírus. A decisão da Diretoria Colegiada, nesta quinta-feira (13/08), foi tomada após a ANS concluir análise técnica das evidências científicas disponíveis e promover amplo debate sobre o tema com o setor regulado e a sociedade.

A medida passa a valer a partir de amanhã (14/08), com a publicação da Resolução Normativa no Diário Oficial da União. Os procedimentos incorporados são a pesquisa de anticorpos IgG ou anticorpos totais, que passam a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde a partir do oitavo dia do início dos sintomas, nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência, conforme solicitação do médico assistente, quando preenchido um dos critérios do Grupo I e nenhum dos critérios do Grupo II destacados a seguir:

Grupo I (critérios de inclusão):

  1. a) Pacientes com Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas
  2. b) Crianças ou adolescentes com quadro suspeito de Síndrome Multissistêmica Inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2

Grupo II (critérios de exclusão):

  1. a) RT-PCR prévio positivo para SARS-CoV-2
  2. b) Pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo
  3. c) Pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de 1 semana (exceto para os pacientes que se enquadrem no item b do Grupo I)
  4. d) Testes rápidos
  5. e) Pacientes cuja prescrição tem finalidade de rastreamento (screening), retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado
  6. f) Verificação de imunidade pós-vacinal

Fonte: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/coronavirus-covid-19/coronavirus-todas-as-noticias/5872-covid-19-ans-finaliza-analise-tecnica-e-determina-inclusao-de-teste-sorologico-no-rol-de-procedimentos

Estudo afirma que enxaguante bucal pode reduzir carga viral da covid-19

Pesquisa realizada por cientistas da Universidade Ruhr-Bochum, na Alemanha, revelou que algumas fórmulas de enxaguantes bucais podem reduzir a carga viral do novo coronavírus (Covid-19). O estudo foi publicado no renomado jornal científico The Journal of Infectious Diseases.

No estudo, os cientistas analisaram oito marcas de enxaguantes bucais de diferentes composições, que são comercializados em farmácias e supermercados naquele país, misturando cada produto com partículas virais durante 30 segundos para simular o efeito do gargarejo. Os pesquisadores, então, aplicaram essa mistura em células do tipo Vero E6, que são particularmente receptivas ao novo vírus.

Segundo a pesquisa, todas as composições reduziram a concentração inicial do coronavírus nas amostras testadas. Já após uma exposição de 30 segundos aos enxaguantes, houve uma redução da carga viral de uma maneira tão eficaz que nenhum microrganismo foi encontrado. O estudo ainda ressalta que entre as oito marcas pesquisadas, três “reduziram significativamente a infecciosidade viral em até três ordens de magnitude”.

Contudo, os pesquisadores destacam que essa descoberta não quer dizer que fazer bochechos é adequado para tratar casos de pacientes com Covid-19 e nem é uma forma de proteção contra o novo vírus. No entanto, o líder da pesquisa, Toni Meister, destaca que os resultados foram animadores. Por isso, o grupo de cientistas já considera realizar um estudo clínico sobre a eficácia dos produtos no combate ao coronavírus.

Fonte: https://www.ictq.com.br/farmacia-clinica/1898-estudo-afirma-que-enxaguante-bucal-pode-reduzir-carga-viral-da-covid-19?fbclid=IwAR15I74HCcygeg5dEhPUCEjNTJN_nSPGRXiHevZYC08OlsiX5ykWdtIBfAY

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis Contatos: laura_czeats@hotmail.com   ou http://linkedin.com/in/laura-czekster-antochevis-457603104

 

 


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