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Um aspecto crucial no tratamento de pacientes que devem ser submetidos à terapia endovenosa prolongada é a presença de um acesso vascular adequado. Este estudo teve como objetivo analisar e discutir documentos sobre a manutenção do cateter venoso totalmente implantado. Quanto ao desenho do estudo tratou-se de uma pesquisa exploratória, descritiva através de uma análise documental e o método escolhido para o estudo foi o quanti-qualitativo. Foram utilizados documentos impressos (manuais, protocolos, diretrizes, livros e artigos científicos) que falam sobre a manutenção do cateter venoso totalmente implantado. O período de coleta dos dados foi de janeiro a maio de 2012.

Com relação ao período proposto nos documentos para realizar a manutenção do cateter o período adequado é após cada utilização e quando o mesmo não é utilizado com frequência deve ser realizada a cada 30 dias. Os documentos recomendam testar o refluxo do cateter retirando 2 a 5 ml de sangue e testar o fluxo ao realizar flushing com 10 a 20 ml de solução salina 0,9% antes de heparinizar o cateter. Quanto ao tipo de solução para realizar a manutenção do cateter os documentos propõem a utilização de solução salina heparinizada.

A dose de heparina variou de 10 a 1000 U/ml e a solução salina 0,9% variou de 3 ml a 9,8 ml. Identificamos que não existe um protocolo exato sobre a dose de heparina e sobre o volume de solução salina heparinizada. São necessários mais estudos que definam um esquema adequado de heparinização a fim de reduzir as complicações tromboembólicas.

 

Autores: Angela Alice Bilibio e Fernando Pereira Malgueiro

 

 



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