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No Brasil, até o momento, não foram confirmados casos de falsificações, exceto por um episódio isolado, envolvendo uma unidade da vacina CoronaVac. O imunizante foi adulterado de forma grosseira, com a utilização de um frasco original, provavelmente reaproveitado, preenchido com um líquido desconhecido. O produto foi identificado como adulterado pela falta de integridade dos dispositivos de segurança e pela coloração distinta do líquido, o que evitou sua utilização.

A Agência também recebeu algumas denúncias, especialmente relacionadas às vacinas Oxford/AstraZeneca, Sputnik V e EpiVacCorona. Nesses casos, as investigações realizadas pela Anvisa, pela Polícia Federal, pelas autoridades policiais e sanitárias locais, de forma isolada ou conjunta, concluíram que se tratava de falsas ofertas de vacina. O objetivo era receber pagamento antecipado de possíveis compradores em contrapartida a unidades de vacina inexistentes.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/acoes-da-anvisa-nas-denuncias-de-falsificacao-e-adulteracao-de-vacinas

Elaborado por Laura Czekster Anthochevis

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