A segurança do paciente é um dos componentes críticos da qualidade do cuidado em saúde. Como as organizações de saúde estão em processo contínuo de aprimoramento, existe o reconhecimento de que é importante estabelecer uma cultura de segurança e, para isso, é imprescindível o entendimento de valores, crenças e normas. O objetivo deste estudo foi descrever e conhecer o processo de segurança do paciente no que tange a qualidade da assistência em saúde.

A metodologia utilizada foi uma pesquisa de revisão bibliográfica em base de dados, realizada em janeiro de 2015, em periódicos, por meio da consulta de bases de dados eletrônicas, artigos na íntegra e resumos disponíveis. Dessa forma, foram os artigos encontrados nas bases de dados de 2010 á 2014 em língua portuguesa, inglesa e espanhola e após leitura e seleção, totalizaram 20 artigos e resumos para análise. Muito tem-se apontado de situações que colocam em risco à saúde do paciente.

Quedas, queimaduras, úlcera de pressão, trauma em algum procedimento, infecção hospitalar e principalmente os erros de medicações podem ser apontados como fatores que colocam em risco a vida do paciente. Logo, a assistência à saúde está cada vez mais complexa, fragmentada e não segura.

O compromisso e o empenho de profissionais individuais são atitudes imprescindíveis. Além disso, as instituições de saúde necessitam despender esforços para superar a cultura tradicional da culpa e castigo, e incentivar uma cultura do relato e do aprendizado com os erros.

Por isso, é necessário que haja um ambiente de cooperação mútua entre as lideranças administrativas, médicas e para que possam, juntas, superar as dificuldade e limitações e criar condições para que haja uma segurança adequada ao paciente.

 

Autora: DÉBORA DOS SANTOS FLEGELER CÔCO

 


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