Infecção Hospitalar  
e suas Interfaces na Área da Saúde

partes 9 e 10
atualizações 

 
PARTE IX: Microbiologia aplicada ao controle de infecção hospitalar
*
83. Agentes antimicrobianos
Nelson Ribeiro Filho
  • Introdução
  • Ação antimicrobiana
  • Farmacocinética

  • - Volume de distribuição
    - Biodisponibilidade
    - Ligação às proteínas
    - Meia-vida
    - Depuração (ou clearance) 
  • Farmacodinâmica

  • - Proporção terapêutica
  • Efeito colateral dos antibióticos

  • - Efeitos colaterais de natureza irritativa
    Efeitos irritativos gastrointestinais
    Efeitos irritativos para o músculo
    Efeitos irritativos para a veia
    - Efeitos colaterais de natureza alérgica
    - Efeitos colaterais de natureza tóxica
    Reações locais
    Reações fototóxicas
    Reações neurotóxicas
    Reações nefrotóxicas
    Reações gastrointestinais
    Reações hematológicas
  • Reações metabólicas
  • Principais grupos de antibióticos

  • - Penicilinas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Classificação
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico das principais penicilinas e características particulares
    - Cefalosporinas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Classificação
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico das principais cefalosporinas e características particulares
    - Outros antibióticos ß-lactâmicos
    Carbapenemos
    Monobactâmicos
    Inibidores de ß-lactamases
    - Aminoglicosídeos
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Macrolídeos
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Glicopeptídeos
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Quinolonas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Lincomicina e clindamicina
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Cloranfenicol
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Sulfamídicos e Sulfametoxazol-Trimetoprin
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Classificação
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Tetraciclinas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Metronidazol
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Rifamicinas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Polimixinas
    Mecanismo de ação
    Resistência bacteriana
    Propriedades farmacológicas
    Reações adversas
    Uso clínico
    - Uso tópico de antibióticos
    *
    84. Uso profilático de antibióticos em clínica e cirurgia
    Nelson Ribeiro Filho 
    Hélio Vasconcelos Lopes
    Renato Satovschi Grinbaum

  • Introdução
  • Antibioticoprofilaxia clínica

  • - Neisseria meningitidis
    - Neisseria gonorrhoeae
    - Haemophilus influenzae tipo B
    - Streptococcus pneumoniae
    - Streptococcus do grupo A
    - Streptococcus do grupo B
    - Herpes simplex
    - Difteria
    - Febre reumática
    - Esplenectomizados
    - Endocardite bacteriana
    - Fístula liquórica
    - Granulocitopenia
    - Infecção urinária de repetição
    - Pneumocystis carinii
    - Tétano
    - Tuberculose
    - Otite média de repetição
    - Peritonite espontânea
    - Transplantados
    - Influenza
    - Oftalmia neonatal
    - Mordeduras
    - Vírus da imunodeficiência humana (HIV)
    - Malária
  • Antibioticoprofilaxia cirúrgica

  • - Princípios farmacodinâmicos e farmacocinéticos
    Início da profilaxia antimicrobiana
    Repetição do antibiótico no intra-operatório
    Duração da profilaxia
    Uso tópico de antimicrobianos
    Critérios gerais para a escolha do antimicrobiano
    Critérios para indicação da profilaxia
    Profilaxia em situações específicas
    - Riscos da profilaxia
    85. Resistência bacteriana aos antibióticos
    Nelson Ribeiro Filho

  • Introdução
  • Conceito de resistência, tolerância e persistência
  • Genética da transferência de resistência
  • Mecanismos de resistência

  • - Alteração no sítio de ligação
    - Inativação ou destruição enzimática
    - Diminuição da entrada ou aumento da retirada da droga
  • Prevenção da disseminação de resistência

  • - Medidas de vigilância e isolamento de pacientes com cepas multirresistentes
    - Medidas para diminuir a mutação e a transferência genética
    - Medidas para diminuir a pressão seletiva através do uso correto de antimicrobianos
    *


    86. Estratégias para o controle de antimicrobianos
    Nelson Ribeiro Filho
    Patrícia Santos Prado Scuracchio

  • Introdução
  • Utilização de antimicrobianos
  • Princípios do uso correto de antimicrobianos
  • Métodos para o uso racional de antimicrobianos

  • - Divulgação de taxas de resistência e sensibilidade dos microrganismos aos antimicrobianos periodicamente
    - Formulário de prescrição de antibióticos com justificativa do seu emprego
    - Liberação de antimicrobiano pela farmácia somente após autorização por um membro da CCIH
    - Impedir compra de antimicrobianos pela farmácia a partir de padrão de resistência / sensibilidade
    - Promover rodízio de antibióticos disponíveis no hospital
    - Classificação escalonada para prescrição
    - Discutir a realização de trabalhos científicos com novos antibióticos na CCIH e Comissão de ética
  • Etapas para a implantação do programa de uso racional de antimicrobianos
  • Avaliação do programa de uso correto de antimicrobianos
  • *
    87. Laboratório de microbiologia
    Carlos Emílio Levy
  • Introdução
  • A realidade da microbiologia no Brasil
  • O papel do microbiologista
  • Recursos para o laboratório de microbiologia
  • Automação
  • Atividades básicas do laboratório de microbiologia

  • - Normas de colheita, conservação e transporte
    - Realizar uma rotina adequada
  • A importância de um resultado microbiológico confiável

  • - Antibioticoterapia racional
    Urocultura
    Coprocultura
    Secreções
    Hemocultura
    - Utilidade do  arquivo do laboratório de microbiologia
    - Elaboração e aplicação  de relatórios
    - Controle  do uso antimicrobianos
    - Monitoramento da resistência microbiana a nível nacional
  • Participação do laboratório de microbiologia na vigilância epidemiológica e investigação de surtos de infecção hospitalar
  • *
    88. Manual de coleta microbiológica
    Cássia Zoccoli
    Nina Reiko Tobouti
    Flávia Rossi
    Carlos Emílio Levy

  • Introdução
  • Instruções gerais para transporte apropiado das amostras
  • Materiais clínicos e refrigeração
  • Requisição de análises microbiológicas
  • Considerações de segurança
  • Instruções gerais de coleta
  • Transporte de amostras
  • Meios de transporte
  • Amostras para análise microbiológica
  • Instruções de coleta

  • - Hemoculturas
    Antissepsia
    Volume
    Número de frascos
    Técnicas de coleta
    - Trato respiratório
    Escarro
    Aspirado traqueal (secreção traqueal)
    Secreção de orofaringe
    Lavado bronco alveolar
    - Urina
    Instruções para coleta de urina (mulheres)
    Instruções para coleta de urina na pesquisa de baar
    Transporte do material
    - Ponta de cateter intravascular
    Técnica de retirada da ponta de cateter
    - Ponta de sonda vesical
    - Fluidos orgânicos estéreis
    - Feridas profundas, aspirados e amostras de tecido
    Mordeduras
    Ossos
    Feridas profundas ou abcessos
    Biópsia de pele
    Aspirado de tecido mole
    Tecido subcutâneo e amostras de pele
    Ferida superficial, bacteriana
    Lesão superficial, fungo
    Úlceras e nódulos
    - Fezes
    Coleta de fezes
    Coleta de swab retal
    - Secreção de ouvido
    - Secreção conjuntival
    - Secreção uretral
    - Secreção cervical e vaginal
    - Secreção anal
    - Anaeróbios
    Princípio
    Amostra
    Transporte
    *
    89. Germes multirresistentes
    Marinês Dalla Valle Martino
    Lycia Mara Jenne Mimica
    Eitan N. Berezin

  • Introdução
  • Staphylococcus aureus

  • - Histórico
    - Mecanismos de resistência
    - Virulência do MRSA
    - Mecanismos de transmisssão
    - Diagnóstico laboratorial
    - Tratamento
    - Medidas de controle
  • Staphylococcus coagulase-negativo
  • Enterococcus

  • - Histórico
    - Mecanismos de resistência
    - Virulência
    - Fatores predisponentes e transmissão
    - Diagnóstico laboratorial
    - Antimicrobianos  que agem na parede celular
    Penicilina e ampicilina
    Vancomicina
    - Aminoglicosídeos
    - Medidas de controle
    Precauções de contacto
    - Tratamento
  • Streptococcus  pneumoniae

  • - Epidemiologia
    - Diagnóstico
    - Tratamento
    - Medidas de controle
  • Bacilos Gram-negativos multi-resistentes

  • - Histórico
    - Introdução
    - Mecanismos de resistência
    - Quadro clínico e prevenção
  • Mycobacterium tuberculosis resistente

  • - Histórico
    - Introdução
    - Mecanismos de resistência
    - Epidemiologia
    - Prevenção e tratamento
    *

    90. Métodos clássicos e de biologia molecular aplicados ao controle de infecções hospitalares
    Carlos Emílio Levy

  • Etiologia das infecções hospitalares
  • Origem das bacterias hospitalares
  • Caractéristicas das bactérias hospitalares
  • Fatores que condicionam a colonização
  • Papel da microbiologia no controle das infecções hospitlares
  • Recursos laboratoriais para estudos epidemiológicos
  • Métodos básicos de classificação bacteriana
  • Principais bactérias envolvidas em infecção hospitalar
  • A escolha do método de tipagem

  • - Caracterização do surto
    - Coleção de cepas
    - Seleção do método de tipagem
  • Métodos clássicos de tipagem bacteriana

  • - Principais métodos de tipagem
    Sorotipagem
    Tipagem pelas bacteriocinas
    Fagotipagem
    - Utilidade dos métodos clássicos de tipagem
    - Interpretação dos resultados das tipagens
    - Quando e como usar os métodos de tipagem clássicos
    - Condições para selecionar cepas para tipagem
  • Métodos de biologia molecular para tipagem bacteriana

  • - Proteinas, lipopossacárides e enzimas
    - DNA cromossômico e extracromossômico (plasmidial)
    Extração
    Aplicação
    - Plasmídios digeridos com endonucleases de restrição
    Princípio do método
    Aplicação
    Limitações
    - DNA cromossômico (genoma) digerido com enzimas de restrição
    Extração
    Aplicação
    - Sondas genéticas de DNA
    - Ribotipagem
    - Pulse Field Gel Electrophoresis  (Eletroforese em gel submetido a corrente em campo pulsátil)
    - PCR (Protein Chain Reaction)
  • Resumo e conclusões


  • PARTE X: Aspectos políticos e éticos relacionados ao controle de infecção
    *
    91. Evolução e perspectivas da assistência à saúde no Brasil
    Gonzalo Vecina Neto
    • Introdução
    • Assistência à saúde no Brasil
    • A rede hospitalar
    • Perspectivas
    • *
    92. O significado político-social das infecções hospitalares e seu controle para a saúde coletiva
    Rúbia Aparecida Lacerda
    • Introdução
    • A evolução da ocorrência e das práticas de controle de infecções hospitalares no Brasil
    • As ações governamentais para o controle de infecções hospitalares no contexto da situação de  assistência à saúde no Brasil
    • A implementação das ações de controle de IH e o movimento de qualidade
    • Conclusão
    • *
    93. Aspectos legais no controle de infecção hospitalar
    Luiz Alberto Calil Antonio
    • Introdução
    • Direito
    • Portaria nº 930, de 27 de agosto de 1.992
    • Lei Nº 9.431, de 6 de Janeiro de 1.997
    • Responsabilidade do Estado
    • Lei Nº8.078, de 11 de Setembro de 1.990
    • A infecção hospitalar nos tribunais brasileiros
    • *
    94. Ética e controle de infecção hospitalar
    Nilton José Fernandes Cavalcante
    • Introdução
    • Controle de infecção hospitalar
    • Ética e controle de infecção hospitalar

    • - Virtude antecipatória da prevenção
      - Princípio da Universalidade
      - Atenuação de conflitos
      Autonomia
      Benefício
      Primum non nocere
      Justiça
    • Como proceder na prática
    • *
    95. Implicações bioéticas das infecções hospitalares e de seu controle
    Luiz Alberto Calil Antonio
    Antonio Tadeu Fernandes
    • Princípios básicos
    • Responsabilidade e bioética
    • Dos profissionais envolvidos
    • Algumas reflexões sobre os reflexos da bioética na nossa prática profissional
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