Infecção Hospitalar  
e suas Interfaces na Área da Saúde

partes 7 e 8
atualizações

novo: capítulo 66

 
PARTE VII: Atividades de apoio e o controle de infecção
*
57. Central de material e esterilização
Márcia Galluci Pinter
Maria Cristina Gabrielloni
  • Introdução
  • Estrutura física
  • Recursos

  • - Humanos
    - Materiais
  • Classificação dos artigos médico-hospitalares
  • Processamento do material

  • - Limpeza
    Produtos de limpeza
    Tipos de limpeza
    Enxágüe e secagem
    Inspeção do material
    - Desinfecção
    Processos físicos
    Processos químicos
    - Esterilização
    Processos físicos
    Processos físico-químicos
    Processos químicos
    - Preparo e acondicionamento
    Preparo
    Tipos de embalagens
    - Estocagem e distribuição
  • Validade
  • Monitorização do processo de esterilização

  • - Indicadores químicos
    - Indicadores biológicos
  • Validação do processo de esterilização


  • 58. Endoscopia
    Maria Luiza Monteiro da Costa
  • Introdução
  • Mecanismos de transmissão infecção
  • Classificação dos endoscópios
  • Procedimentos endoscópicos e epidemiologia das infecções

  • - Endoscópios classificados como críticos
    Laparoscopia
    Cistoscopia
    Artroscopia
    - Endoscópios classificados como semi-criticos
    Endoscopia digestiva
    Endoscopia respiratória
    Doenças Virais
  • Métodos de limpeza, desinfecção, esterilização e secagem dos endoscópios

  • - Limpeza
    - Esterilização
    - Desinfecção
    - Enxágue e secagem
  • Equipamento de desinfecção automática de endoscópios
  • Área de reprocessamento de endoscópio
  • Risco ocupacional e proteção da equipe de saúde
  • Perspectivas
  • *
    59. Reprocessamento de artigos de uso único
    Terezinha de Jesus Andreoli Pinto 
    Kazuko Uchikawa Graziano
  • Introdução
  • Histórico
  • Atividade industrial vinculada ao artigos de uso único
  • Semântica da terminologia
  • Incentivos ao reuso
  • Críticas ao reuso

  • - Problemas decorrentes do “reuso”
    - Riscos Associados ao “reuso”
    - Falhas decorrentes do “reuso”
    - Infecções associadas ao uso de biomateriais
  • Problemas políticos, econômicos, legais e éticos associados ao “reuso”
  • Protocolo de um programa de reuso
  • *
    60. Farmácia hospitalar
    Luci Meire Pivelli Usberco 
    Sílvia Roberta Gastaldi
    Gustavo Alves Andrade dos Santos
    Antonio Tadeu Fernandes
    Nelson Ribeiro Filho


  • Introdução
  • Seleção de medicamentos
  • Aquisição

  • - Hipoclorito de sódio
    - PVP-I (complexo de polivinilpirrolidona iodo)
    - Álcoois
  • Armazenagem
  • Distribuição

  • - Dispensação coletiva de medicamentos
    - Dispensação por dose individualizada
    - Dispensação combinada de medicamentos (semi-individual)
    - Dispensação por dose unitária
  • Controle da utilização de medicamentos
  • Contaminação de medicamentos

  • - Contaminação na produção
    - Contaminação na farmácia
    - Contaminação no local de uso
  • Controle de qualidade

  • - Farmacovigilância
    Processos provenientes de toxicidade medicamentosa
    Interações medicamentosas envolvendo antibióticos
    Alterações em exames laboratoriais pela presença de antimicrobianos
    - Avaliação do uso de medicamentos
    - Padronização de medicamentos e Comissão de - Farmácia e Terapêutica
    - Controle de contaminação de fármacos
    - Protocolo para suspeita de reações pirogênicas
    *


    61. Nutrição parenteral
    Denise Pires Martins
    Michel Kfouri Filho


  • Introdução
  • Patogênese
  • Cuidados relativos a instalação de NPT
  • Cuidados relativos ao preparo de soluções para nutrição parenteral
  • Normas e procedimentos
  • Educação, treinamento e avaliação de pessoal
  • Armazenagem e dispensação
  • Instalações e equipamentos
  • Validação de processo
  • Análises laboratoriais
  • Testes de esterilidade
  • Controle de ambiente
  • Conclusões
  • Regulamento Técnico para a Terapia de Nutrição Parenteral
  • *
    62. Limpeza hospitalar
    Nancy Itomi Yamaushi
    Rúbia Aparecida de Lacerda
    Maria Cristina Gabrielloni
  • Distinguindo o termo “limpeza hospitalar”
  • Especificidades da limpeza hospitalar (elas existem ou não?)
  • Classificação das áreas hospitalares

  • - Áreas críticas
    - Áreas semi-críticas
    - Áreas não críticas
  • Tipos de limpeza hospitalar

  • - Limpeza concorrente
    - Limpeza imediata
    - Limpeza de manutenção
    - Limpeza terminal
  • Métodos e equipamentos de limpeza de superfícies fixas

  • - Limpeza manual úmida
    - Limpeza manual molhada
    - Limpeza com máquina de lavar tipo enceradeira a vácuo
    - Limpeza através de máquina automática de lavar e enxugar
    - Limpeza seca
    - Limpeza através de jatos de vapor d’água saturada sob pressão
  • Considerações sobre produtos de limpeza de superfícies fixas
  • Tipos de produtos químicos utilizados em limpeza de superfícies fixas

  • - Produtos tensoativos e detergentes
    Componentes dos detergentes comerciais
    Classificação dos detergentes tensoativos
    Classificação dos detergentes tensoativos conforme o pH
    Produtos detergentes para limpeza de superfícies fixas
    - Produtos alvejantes
    - Produtos desincrustantes e enzimáticos
    - Produtos desinfetantes
  • Limpeza de superfícies e outros objetos

  • - Carpetes, tapetes e cortinas
    - Banheiros, pias, saboneteiras
    - Plantas e flores
    - Paredes, janelas, portas e tetos
  • Princípios básicos na operacionalização do processo de limpeza
  • A relação do serviço de limpeza com os outros processos de trabalho do hospital
  • Considerações finais
  • Sugestão de técnica e procedimentos de limpeza

  • - Áreas críticas
    Categoria I: Centro cirúrgico e centro obstétrico
    Categoria II: UTI, pronto socorro, banco de sangue, diálise e hemodiálise, hemodinâmica, berçário, centro de material, laboratório de análises clínicas, recuperação anestésica, lavanderia, unidades de queimados e de moléstias transmissíveis, salas de preparo de medicação e de nutrição parenteral.
    Categoria III: Cozinha / lactário
    Categoria IV: Unidades de transplantados e outros pacientes imunodeprimidos
    - Áreas semicríticas
    Limpeza concorrente
    Limpeza imediata
    Limpeza de manutenção
    Limpeza terminal
    - Áreas não críticas
    Limpeza concorrente
    Limpeza de manutenção
    Limpeza terminal
    *
    63. Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde
    Vital Oliveira Ribeiro Filho

  • Introdução
  • Riscos para a saúde e o meio ambiente

  • - Identificação e localização dos riscos potenciais
    - Análise do contexto
    - Dimensionamento
    - Medidas mitigadoras
  • Classificação
  • Segregação
  • Acondicionamento
  • Manuseio dos resíduos infectantes

  • - A importância do manuseio correto
    - Recomendações para o manuseio de RSS
    Regras para o manuseio dos resíduos nos estabelecimentos geradores e nos serviços de coleta externa, tratamento e destinação final
    - Procedimentos em casos de derramamento
    - Equipamentos de proteção individual - E.P.I.
    - Cuidados com pessoal
    Treinamento
    Segurança e medicina do trabalho
  • Equipamentos e instalações

  • - Lixeiras
    - Salas de resíduos e abrigo central de resíduos sólidos
    Características das salas de resíduos
    Características dos abrigos de resíduos sólidos
    - Carros de Lixo
    - Conteiners
  • Pré-tratamento

  • - Pré-tratamento por autoclavagem
    - Trituração com lançamento em rede de esgoto sanitário
    - Gerenciamento de rejeitos radioativos
    - Peças anatômicas e perdas fetais
    Fetos e perdas fetais
    Peças anatômicas
  • Tratamento e destino final

  • - Disposição no solo sem tratamento
    Regras para disposição de resíduos infectantes no solo: vala séptica
    Recomendações gerais para implantação de vala séptica
    - Tratamento de RSS
    Incineração
    Desinfecção térmica sem oxidação
    Reciclagem
    - Disposição final
  • Esgoto sanitário

  • - Considerações gerais
    - Aspectos específicos do esgoto hospitalar
    - Aspectos legais
    - Tratamento do esgoto  hospitalar
    Pré-tratamento
    Tratamento local ou intra-unidade
    Tratamento externo ou público
    *
    64. Controle de animais sinantrópicos (artrópodes e roedores)
    Márcia Jhones Costa
  • Principais animais sinantrópicos de importância médica de encontro mais freqüente em instalações de atenção à saúde

  • - Rasteiros
    Artrópodes
    Baratas
    Formigas
    Pulgas
    Percevejos
    Carrapatos
    - Animais venenosos ou peçonhentos
    - Voadores
    Moscas
    Mosquitos
    Marimbondos, Vespas e Abelhas
    - Aves
    - Mamíferos
    Roedores
    Morcegos
    Gatos
  • Instalações gerais, localização específica de focos de abrigo e proliferação, revestimentos e circulação, inspeções, manutenção e cuidados

  • - Inspeções
  • Manejo integrado no controle de pragas urbanas

  • - Manejo integrado
    - Manipulação Ambiental
    - Educação em Saúde
    - Medidas de controle
    - Agentes de controle
    de pragas
    Praguicidas (inseticidas,dulticidas, acaricidas,raticidas etc)
    Raticidas
    Resistência
    Informações em toxicologia
    65. Unidade de Alimentação e Nutrição, dietas enterais e lactário
    Fátima Pedro Barbosa Ortolani
    Selma de Brito
    Maria Olívia Vaz Fernandes
    Kazuko Uchikawa Graziano
    Marta de Oliveira Ramalho
  • Fontes e agentes de contaminação dos alimentos

  • - Microrganismos em alimentos frescos
    - Fontes de contaminação alimentar e fatores que favorecem a multiplicação microbiana
    - Doenças microbianas de origem alimentar
    - Defesas do hospedeiro humano contra invasão de microrganismos por via digestiva
  • Estrutura da Unidade de Alimentação e Nutrição para a prevenção de contaminação alimentar

  • - Pré-requisitos para aquisição de gêneros
    - Cuidados no recebimento
    - Armazenamento
    - Pré-preparo de alimentos
    - Preparo e distribuição
    - Coleta de amostras
    - Higiene da equipe
    - Cuidados com ambiente, utensílios e equipamentos
  • Dietas enterais e fórmulas lácteas

  • - Instalações físicas
    - Recursos humanos
    - Cuidados com o ambiente durante o preparo das fórmulas
    - Utensílios e equipamentos
    Dieta enteral
    Fórmulas lácteas
  • Portaria 484/98
  • *

     

    66. Análise de perigos em pontos críticos de controle no SND
    Gillian Alonso Arruda
  • Introdução
  • Fundamentação Legal
  • Interrelação entre boas práticas e o sistema HACCP
  • Pré-requisitos para a implantação do sistema HACCP
  • Sistema HACCP
  • Aplicação prática do sistema HACCP
  • Referências bibliográficas
  • *
    67. Lavanderia hospitalar
    Antonio Tadeu Fernandes
    Maria Olívia Vaz Fernandes
    Maria Ramos Soares
  • A roupa como fonte de infecção
  • Precauções padrão e manuseio da roupa

  • - Roupa contaminada
    - Risco ocupacional biológico
    - Plano de controle do risco ocupacional
  • O processamento da roupa e o controle de infecção

  • - Coleta
    - Planta física da lavanderia
    - Área suja
    - A lavagem da roupa
    - Área limpa
    - Transporte da roupa limpa
  • Recursos humanos
  • *
    68. Engenharia clínica e de manutenção
    Lúcio Flávio Magalhães Brito
    Tales Rogério de Magalhães Brito
  • Introdução
  • Engenharia hospitalar e o controle de infecção

  • - Manutenção
    Manutenção do operador
    Manutenção especializada
    - A equipe de engenharia
    Área física para engenharia
    Equipamentos necessários
  • Engenharia hospitalar e os sistemas e instalações hospitalares

  • - Abastecimento de água
    Esgotos
    - Vácuo medicinal
    - Centrais de ar comprimido medicinal
    - Equipamentos de lavanderia
    - Centro de materiais e esterilização
    - Sistemas de ventilação, refrigeração e ar condicionado
    - Resíduos de serviços de saúde
  • Engenharia clínica e a instrumentação biomédica

  • - Ventiladores
    - Bisturi elétrico
    - Aspiradores
    - Incubadora
    - Aparelhos de anestesia
    - Nebulizadores
    - Unidades de hemodiálise
    - Outros equipamentos
  • Conclusão
  • *
    69. Arquitetura hospitalar
    Mauro Miguel Munhóz
    Francisco Soares
  • Definição dos espaços

  • Programa de trabalho
    Circulação
    - Circulações quanto a elementos limpos e sujos
  • Salas
  • Vestiários
  • Instalações em geral
  • Instalação hidráulica e elétrica
  • Ar-condicionado
  • Materiais de revestimento
  • Localização dos equipamentos
  • Procedimentos

  • - Objetivos da separação do lixo em categorias
    - Regras para o transporte de resíduos
  • Reformas
  • Planejamento evolutivo
  • *
    70. Saúde ocupacional
    Nilton José Fernandes Cavalcante
    Nélio Alves Pereira

  • Introdução
  • Riscos profissionais

  • - Doenças infecciosas
    HIV
    Virus da hepatite A - HAV
    Virus da hepatite B - HBV
    Virus da hepatite C - HCV
    Virus da hepatite D - HDV
    Outros virus de hepatite
    Mycobacterium tuberculosis
    Outros agentes
  • Proteção do trabalho e do trabalhador

  • - SESMT e CCIH
    - Sistema de vigilância
    - Medidas de controle
    Acidente com paciente portador de HIV (CRT-DST/AIDS)
    Programa de diagnóstico precoce e prevenção de tuberculose
  • Como reduzir riscos

  • - Normas de Precauções Universais/Padrão (EPIs)
    - Medidas adicionais (ambientais e organizacionais)
  • Imunização de profissionais
  • Profissional de saúde e o risco de contágio do paciente
  • *
    71. Imunização em profissionais de saúde
    Fernando Max Conceição
    Nilton José Fernandes Cavalcante
    Munir Akar Ayub
  • Introdução
  • Vacina anti-hepatite B
  • Vacina BCG
  • Vacina antirubéola
  • Vacina anti-sarampo
  • Vacina contra caxumba
  • Vacina anti-influenza
  • Vacina antitetânica e antidiftérica
  • Vacina contra a raiva
  • Vacina contra hepatite A
  • Vacina contra varicela
  • Outras vacinas
  • *
    72. Síndrome do edifício doente, o meio ambiente e a infecção hospitalar
    Luiz Fernando de Góes Siqueira
  • “Indoor enviromental”
  • A contaminação ambiental nos serviços de saúde
  • A síndrome do edifício doente
  • Profilaxia da contaminação ambiental nos serviços de saúde
  • Intervenções no sistema de condicionamento ambiental

  • - Intervenções corretivas
    - Intervenções profiláticas
  • Portaria MS 3523/98
  • *
    73. Controle microbiológico de água, alimentos, medicamentos, domissaneantes e insumos hospitalares
    Luiz Fernando de Góes Siqueira
  • Introdução
  • Águas

  • - Controle de qualidade
    Águas de consumo humano em geral
    Águas destinadas a higiene em áreas críticas
    Águas em hemodiálise
    Águas no setor de nutrição e dietética
    Outras águas
  • Alimentos

  • - Contaminação em vegetais comestíveis
    - Contaminação em alimentos de origem animal
    - Outras fontes contaminantes de alimentos de origem vegetal e animal
  • Infecções alimentares

  • - Setor de nutrição e dietética
    - Lactário
    - Banco de leite
    - Nutrição parenteral
    - Nutrição enteral
  • Medicamentos
  • Domessaneantes
  • Insumos médico-hospitalares
  • Parâmetros microbiológicos de alimentos definidos pelo Código Sanitário do Estado de São Paulo
  • *
    74. Integração da Comissão de Padronização e outras comissões com o controle de infecção
    Amilton Nunes Neto
  • Comissão de padronização de materiais
  • Comissão de ética médica
  • Comissão de revisão de prontuários médicos
  • Comissão interna de prevenção de acidentes
  • Comissão de farmácia e terapêutica
  • Interação das comissões na dinâmica hospitalar
  • Regimento interno da comissão de padronização de materiais e insumos médico-hospitalares

  • - Definição
    - Objetivos gerais
    - Composição
    - Organização interna
    - Reuniões
    - Atas
    - Constituição
    - Organização Interna
  • Protocolo de avaliação de materiais e insumos médico-hospitalares
  • Ficha de Intercorrências


  • PARTE VIII: Organização e vigilância  epidemiológica das infecções hospitalares
    *
    75. Fundamentos de epidemiologia para o controle das infecções hospitalares
    Fernando Aurélio Calligaris Galvanese
    Eliseu Alves Waldman
  • Introdução
  • Aspectos históricos, conceitos e definições

  • - Um pouco de História
    - Definições e conceitos
    Definição de epidemiologia
    Conceitos fundamentais
  • O método epidemiológico

  • - Identificação dos problemas epidemiológicos
    - Instrumentos de descrição e análise
    O problema da definição de caso
    Medidas de frequência de doenças
  • Delineamento de estudos epidemiológicos

  • - Epidemiologia descritiva
    Tempo, lugar e pessoas
    Estudos ecológicos
    Estudos de caso ou de série de casos
    Estudos de corte transversal
    - Epidemiologia analítica
    Estudos observacionais
    Estudos de intervenção (Ensaios Clínicos)
  • Medidas de associação

  • - Risco relativo
    - Odds Ratio
    - Interpretação de dados obtidos em investigações epidemiológicas
    - Análise estatística
    *
    76. Estatística básica aplicada ao controle de infecção
    Antonio Tadeu Fernandes
    Nelson Ribeiro Filho
    Nilton José Fernandes Cavalcante
  • Introdução
  • Conceito
  • Fases do trabalho estatístico

  • - Planejamento
    - Coleta de dados
    - Crítica dos dados
    - Organização e apresentação de dados
    - Análise e interpretação dos dados
  • Medidas de tendência central
  • Medidas de dispersão ou variabilidade
  • Curva normal
  • Decisão com base na estatística
  • Conceitos específicos e noções sobre método em estatística
  • Correlação e análise de regressão
  • A informática aprimorando o cálculo estatístico

  • - Programa Excel®
    - Programa Epi-Info®
    77. Vigilância em Saúde Pública e investigação de surtos
    Eliseu Alves Waldman
    Fernando Aurélio Calligaris Galvanese
    • Vigilância em saúde pública

    • - Evolução conceitual de vigilância como prática de Saúde Pública
      - Características básicas da vigilância em Saúde Pública
      - Aspectos da operacionalização de sistemas de Vigilância em Saúde Pública
      Critérios para a identificação de prioridades para o desenvolvimento de sistemas de vigilância epidemiológica
      Requisitos para a elaboração de sistemas de Vigilância em saúde pública
      Tipos de sistemas de Vigilância Epidemiológica
      Objetivos e definição de caso para sistemas de Vigilância
      Fontes de dados para sistemas de Vigilância Epidemiológica
      - Aspectos da avaliação de sistemas de Vigilância em Saúde Pública
      Utilidade
      Oportunidade
      Aceitabilidade
      Simplicidade
      Flexibilidade
      Representatividade
      Sensibilidade
      Valor Preditivo Positivo (VPP)
      - Vigilância epidemiológica e controle de infecções hospitalares: práticas fundamentais
    • Investigação de surtos epidêmicos

    - Processo epidêmico
    - Tipos de epidemias
    - Investigação epidemilógica de campo
    - Operacionalização de uma investigação epidemiológica de campo
    1ª Etapa: Confirmar a existência do surto
    2ª Etapa: Verificar o diagnóstico
    3ª Etapa: Definir, identificar e contar os casos
    4ª Etapa: Analisar os dados disponíveis
    5ª Etapa: Desenvolver hipóteses
    6ª Etapa: Testar hipóteses
    7ª Etapa: Avaliar medidas de prevenção e controle
    8ª Etapa: Comunicar a todos os interessados os resultados
    *
    78. Métodos de vigilância epidemiológica das infecções hospitalares
    Antonio Tadeu Fernandes
    Maria Olívia Vaz Fernandes
    • Histórico da abordagem epidemiológica das infecções hospitalares
    • Importância da vigilância epidemiológica das infecções hospitalares

    • - Reduzir a incidência e gravidade das infecções hospitalares
      - Aprimorar o processo de atendimento e seus resultados
      - Estimular a aderência dos profissionais do hospital ao - Programa de Controle de Infecção
      - Estabelecer o padrão epidemiológico das infecções hospitalares
      - Realizar investigação epidemiológica de surtos hospitalares
      - Estar de acordo com organismos reguladores
      - Defender contra ações de má prática profissional
      - Validar o sistema de vigilância
      - Estimular o desenvolvimento de pesquisas
      - Comparação de resultados entre hospitais
    • Principais métodos de vigilância epidemiológica das infecções hospitalares

    • - Métodos passivos de vigilância
      - Métodos retrospectivos de vigilância
      - Vigilância contínua global
      - Vigilância vinculada ao laboratório de microbiologia
      - Métodos de prevalência
      - Métodos de vigilância direcionada
      Vigilância por objetivos
      Vigilância por alvo
      Vigilância por rotação
      - Vigilância pós-alta
    • Principais indicadores epidemiológicos aplicados no controle de infecção
    • *
    79. Investigação de surtos de infecção hospitalar
    Antonio Tadeu Fernandes
    Maria Olívia Vaz Fernandes
    • Introdução
    • Investigação epidemiológica
    • Etapas de uma investigação epidemiológica

    • - Confirmar o diagnóstico
      - Definir o caso
      - Desenhar a curva epidêmica e distribuição geográfica
      - Comprovar o surto
      - Revisar literatura
      - Informar os setores envolvidos, microbiologia, administração e saúde ocupacional
      - Preservar os microrganismos isolados de pacientes, fontes ou veículos suspeitos
      - Registrar diariamente os passos da investigação
      - Revisar os registros hospitalares dos pacientes afetados e elaborar lista de fatores de risco potenciais
      - Formular hipótese sobre reservatório e modo de transmissão
      - Instituir medidas de controle temporárias
      - Confirmar estatisticamente as hipóteses
      - Documentar microbiologicamente os reservatórios de transmissão
      - Demonstrar a plausibilidade biológica do reservatório suspeito e do modo de transmissão
      - Atualizar as medidas de controle
      - Alterar métodos de vigilância e procedimentos se necessário
      - Documentar a eficácia das medidas de controle através de uma vigilância continuada
      - Elaborar relatório para os setores envolvidos, CCIH e a direção do hospital 
    • Protocolo para investigação epidemiológica de surtos

    • - Objetivo
      - Vigilância
      - Procedimentos
    • Principais agentes envolvidos em surtos hospitalares

    • - Bactérias gram negativas
      Acinetobacter sp
      Burkholderia cepacea
      Burkholderia  pickettii
      Citrobacter sp
      Enterobacter sp
      E. coli
      Flavobacterium sp
      Klebsiella sp
      Pseudomonas sp
      Salmonella sp
      Serratia sp
      Shigella sp
      Stenotrophomonas maltophilia
      Legionella sp
      Haemophilus influenzae
      Campylobacter sp
      Vibrio cholerae
      Cocos gram negativos
      Outras bactérias gram negativas
      - Bactérias gram positivas
      Enterococcus sp
      Corynebacterium sp
      Staphylococcus aureus
      Staphylococci coagulase negativo
      Streptococcus sp
      Streptococcus pneumoniae
      Clostridium sp
      Outras bactérias gram positivas
      - Bacilos álcool-ácido resistentes
      Mycobacterium tuberculosis (complexo)
      Micobactéria atípica
      - Fungos
      Aspergillus sp
      Candida sp
      Malassezia sp
      Mucor sp
    • Reservatórios ambientais de microrganismos
    • *
    80. Componentes de vigilância de acordo com a metodologia NNISS
    Antonio Tadeu Fernandes
    • Por que surgiu o projeto NNIS
    • O que muda com a introdução do sistema NNIS
    • A metodologia NNISS na prática hospitalar

    • - Componente de vigilância global
      - Componente de terapia intensiva
      - Componente de berçário de alto risco
      - Componente cirúrgico
    • Perspectivas
    • *
    81. Informática aplicada ao controle de infecção
    Evelyn Serra Pirutti
    • Introdução

    • - Dificuldades para a informatização de sistemas hospitalares
      - A importância da informatização do registro clínico
      Qualidade na organização da base de dados
      Inteligência na capacidade de  exploração dos dados
      Segurança na manutenção da privacidade de dados do paciente
      Aspectos técnicos
    • A utilização da informática na infecção hospitalar

    • - Áreas de aplicações
      - Custos envolvidos
      Custo inicial de hardware/softwares
      Custo de manutenção
      Custo de digitação das informações necessárias
      - Considerações
    • Definições

    • - Hardware
      Computadores de “grande porte” ou “Mainframes”
      Minicomputadores
      Estação de trabalho
      Microcomputador ou micro
      - Software
      Sistemas operacionais
      Software aplicativo
      - Conectividade
      O que é necessário para se conectar?
      Serviços de informações médicas computadorizados
      Base de dados online
      Internet
    • Conclusão

    • - Panorama atual
      - O futuro: vigilância sanitária ideal
      *
    82. Organização e Programa de Controle de Infecção Hospitalar
    Antonio Tadeu Fernandes
    Maria Olívia Vaz Fernandes
    • A lei 9431 e o programa de controle das infecções hospitalares
    • A nossa história no controle de infecção
    • Estrutura organizacional do controle de infecção
    • Principais atividades do controle de infecção

    • - Programa de controle de infecção hospitalar
      - Vigilância epidemiológica e determinação dos limites endêmicos
      - Investigação epidemiológica
      - Vigilância sanitária
      - Implantação de medidas de proteção anti-infecciosa
      - Política de controle de antimicrobianos
      - Saúde ocupacional
      - Aprimoramento de recursos humanos
      - Aprimoramento da qualidade
      - Apoio administrativo
      - Cumprimento de normas éticas e legais
    • Portaria 2616/98
    • SHEA Position Paper: Infra-estrutura e Atividades Essenciais do Controle de Infecção e da Epidemiologia Hospitalar


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