Infecção Hospitalar
e suas Interfaces na Área da Saúde
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partes
7 e 8 novo: capítulo 66 |
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PARTE
VII: Atividades de apoio e o controle de infecção
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57. Central de material e esterilização
Márcia Galluci Pinter Maria Cristina Gabrielloni - Humanos - Materiais - Limpeza Produtos de limpeza Tipos de limpeza Enxágüe e secagem Inspeção do material - Desinfecção Processos físicos Processos químicos - Esterilização Processos físicos Processos físico-químicos Processos químicos - Preparo e acondicionamento Preparo Tipos de embalagens - Estocagem e distribuição - Indicadores químicos - Indicadores biológicos 58. Endoscopia Maria Luiza Monteiro da Costa - Endoscópios classificados como críticos Laparoscopia Cistoscopia Artroscopia - Endoscópios classificados como semi-criticos Endoscopia digestiva Endoscopia respiratória Doenças Virais - Limpeza - Esterilização - Desinfecção - Enxágue e secagem *
59. Reprocessamento de artigos de
uso único Terezinha de Jesus Andreoli Pinto Kazuko Uchikawa Graziano - Problemas decorrentes do “reuso” - Riscos Associados ao “reuso” - Falhas decorrentes do “reuso” - Infecções associadas ao uso de biomateriais *
60. Farmácia hospitalar
Luci Meire Pivelli Usberco Sílvia Roberta Gastaldi Gustavo Alves Andrade dos Santos Antonio Tadeu Fernandes Nelson Ribeiro Filho - Hipoclorito de sódio - PVP-I (complexo de polivinilpirrolidona iodo) - Álcoois - Dispensação coletiva de medicamentos - Dispensação por dose individualizada - Dispensação combinada de medicamentos (semi-individual) - Dispensação por dose unitária - Contaminação na produção - Contaminação na farmácia - Contaminação no local de uso - Farmacovigilância Processos provenientes de toxicidade medicamentosa Interações medicamentosas envolvendo antibióticos Alterações em exames laboratoriais pela presença de antimicrobianos - Avaliação do uso de medicamentos - Padronização de medicamentos e Comissão de - Farmácia e Terapêutica - Controle de contaminação de fármacos - Protocolo para suspeita de reações pirogênicas *
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62. Limpeza hospitalar Nancy Itomi Yamaushi Rúbia Aparecida de Lacerda Maria Cristina Gabrielloni - Áreas críticas - Áreas semi-críticas - Áreas não críticas - Limpeza concorrente - Limpeza imediata - Limpeza de manutenção - Limpeza terminal - Limpeza manual úmida - Limpeza manual molhada - Limpeza com máquina de lavar tipo enceradeira a vácuo - Limpeza através de máquina automática de lavar e enxugar - Limpeza seca - Limpeza através de jatos de vapor d’água saturada sob pressão - Produtos tensoativos e detergentes Componentes dos detergentes comerciais Classificação dos detergentes tensoativos Classificação dos detergentes tensoativos conforme o pH Produtos detergentes para limpeza de superfícies fixas - Produtos alvejantes - Produtos desincrustantes e enzimáticos - Produtos desinfetantes - Carpetes, tapetes e cortinas - Banheiros, pias, saboneteiras - Plantas e flores - Paredes, janelas, portas e tetos - Áreas críticas Categoria I: Centro cirúrgico e centro obstétrico Categoria II: UTI, pronto socorro, banco de sangue, diálise e hemodiálise, hemodinâmica, berçário, centro de material, laboratório de análises clínicas, recuperação anestésica, lavanderia, unidades de queimados e de moléstias transmissíveis, salas de preparo de medicação e de nutrição parenteral. Categoria III: Cozinha / lactário Categoria IV: Unidades de transplantados e outros pacientes imunodeprimidos - Áreas semicríticas Limpeza concorrente Limpeza imediata Limpeza de manutenção Limpeza terminal - Áreas não críticas Limpeza concorrente Limpeza de manutenção Limpeza terminal *
63. Gerenciamento de resíduos
de serviços de saúde Vital Oliveira Ribeiro Filho - Identificação e localização dos riscos potenciais - Análise do contexto - Dimensionamento - Medidas mitigadoras - A importância do manuseio correto - Recomendações para o manuseio de RSS Regras para o manuseio dos resíduos nos estabelecimentos geradores e nos serviços de coleta externa, tratamento e destinação final - Procedimentos em casos de derramamento - Equipamentos de proteção individual - E.P.I. - Cuidados com pessoal Treinamento Segurança e medicina do trabalho - Lixeiras - Salas de resíduos e abrigo central de resíduos sólidos Características das salas de resíduos Características dos abrigos de resíduos sólidos - Carros de Lixo - Conteiners - Pré-tratamento por autoclavagem - Trituração com lançamento em rede de esgoto sanitário - Gerenciamento de rejeitos radioativos - Peças anatômicas e perdas fetais Fetos e perdas fetais Peças anatômicas - Disposição no solo sem tratamento Regras para disposição de resíduos infectantes no solo: vala séptica Recomendações gerais para implantação de vala séptica - Tratamento de RSS Incineração Desinfecção térmica sem oxidação Reciclagem - Disposição final - Considerações gerais - Aspectos específicos do esgoto hospitalar - Aspectos legais - Tratamento do esgoto hospitalar Pré-tratamento Tratamento local ou intra-unidade Tratamento externo ou público * 64. Controle de animais sinantrópicos (artrópodes e roedores) Márcia Jhones Costa - Rasteiros Artrópodes Baratas Formigas Pulgas Percevejos Carrapatos - Animais venenosos ou peçonhentos - Voadores Moscas Mosquitos Marimbondos, Vespas e Abelhas - Aves - Mamíferos Roedores Morcegos Gatos - Inspeções - Manejo integrado - Manipulação Ambiental - Educação em Saúde - Medidas de controle - Agentes de controle de pragas Praguicidas (inseticidas,dulticidas, acaricidas,raticidas etc) Raticidas Resistência Informações em toxicologia |
65.
Unidade de Alimentação e Nutrição,
dietas enterais e lactário
Fátima Pedro Barbosa Ortolani Selma de Brito Maria Olívia Vaz Fernandes Kazuko Uchikawa Graziano Marta de Oliveira Ramalho - Microrganismos em alimentos frescos - Fontes de contaminação alimentar e fatores que favorecem a multiplicação microbiana - Doenças microbianas de origem alimentar - Defesas do hospedeiro humano contra invasão de microrganismos por via digestiva - Pré-requisitos para aquisição de gêneros - Cuidados no recebimento - Armazenamento - Pré-preparo de alimentos - Preparo e distribuição - Coleta de amostras - Higiene da equipe - Cuidados com ambiente, utensílios e equipamentos - Instalações físicas - Recursos humanos - Cuidados com o ambiente durante o preparo das fórmulas - Utensílios e equipamentos Dieta enteral Fórmulas lácteas 66. Análise de perigos em pontos críticos de controle no SND Gillian Alonso Arruda *
67. Lavanderia hospitalar
Antonio Tadeu Fernandes Maria Olívia Vaz Fernandes Maria Ramos Soares - Roupa contaminada - Risco ocupacional biológico - Plano de controle do risco ocupacional - Coleta - Planta física da lavanderia - Área suja - A lavagem da roupa - Área limpa - Transporte da roupa limpa *
68. Engenharia clínica
e de manutenção Lúcio Flávio Magalhães Brito Tales Rogério de Magalhães Brito - Manutenção Manutenção do operador Manutenção especializada - A equipe de engenharia Área física para engenharia Equipamentos necessários - Abastecimento de água Esgotos - Vácuo medicinal - Centrais de ar comprimido medicinal - Equipamentos de lavanderia - Centro de materiais e esterilização - Sistemas de ventilação, refrigeração e ar condicionado - Resíduos de serviços de saúde - Ventiladores - Bisturi elétrico - Aspiradores - Incubadora - Aparelhos de anestesia - Nebulizadores - Unidades de hemodiálise - Outros equipamentos *
69. Arquitetura hospitalar
Mauro Miguel Munhóz Francisco Soares Programa de trabalho Circulação - Circulações quanto a elementos limpos e sujos - Objetivos da separação do lixo em categorias - Regras para o transporte de resíduos *
70. Saúde ocupacional
Nilton José Fernandes Cavalcante Nélio Alves Pereira - Doenças infecciosas HIV Virus da hepatite A - HAV Virus da hepatite B - HBV Virus da hepatite C - HCV Virus da hepatite D - HDV Outros virus de hepatite Mycobacterium tuberculosis Outros agentes - SESMT e CCIH - Sistema de vigilância - Medidas de controle Acidente com paciente portador de HIV (CRT-DST/AIDS) Programa de diagnóstico precoce e prevenção de tuberculose - Normas de Precauções Universais/Padrão (EPIs) - Medidas adicionais (ambientais e organizacionais) *
71. Imunização
em profissionais de saúde Fernando Max Conceição Nilton José Fernandes Cavalcante Munir Akar Ayub *
72. Síndrome do edifício
doente, o meio ambiente e a infecção hospitalar
Luiz Fernando de Góes Siqueira - Intervenções corretivas - Intervenções profiláticas *
73. Controle microbiológico
de água, alimentos, medicamentos, domissaneantes e insumos
hospitalares Luiz Fernando de Góes Siqueira - Controle de qualidade Águas de consumo humano em geral Águas destinadas a higiene em áreas críticas Águas em hemodiálise Águas no setor de nutrição e dietética Outras águas - Contaminação em vegetais comestíveis - Contaminação em alimentos de origem animal - Outras fontes contaminantes de alimentos de origem vegetal e animal - Setor de nutrição e dietética - Lactário - Banco de leite - Nutrição parenteral - Nutrição enteral *
74. Integração
da Comissão de Padronização e outras comissões
com o controle de infecção Amilton Nunes Neto - Definição - Objetivos gerais - Composição - Organização interna - Reuniões - Atas - Constituição - Organização Interna PARTE VIII: Organização e vigilância epidemiológica das infecções hospitalares * Fernando Aurélio Calligaris Galvanese Eliseu Alves Waldman - Um pouco de História - Definições e conceitos Definição de epidemiologia Conceitos fundamentais - Identificação dos problemas epidemiológicos - Instrumentos de descrição e análise O problema da definição de caso Medidas de frequência de doenças - Epidemiologia descritiva Tempo, lugar e pessoas Estudos ecológicos Estudos de caso ou de série de casos Estudos de corte transversal - Epidemiologia analítica Estudos observacionais Estudos de intervenção (Ensaios Clínicos) - Risco relativo - Odds Ratio - Interpretação de dados obtidos em investigações epidemiológicas - Análise estatística *
76. Estatística básica
aplicada ao controle de infecção Antonio Tadeu Fernandes Nelson Ribeiro Filho Nilton José Fernandes Cavalcante - Planejamento - Coleta de dados - Crítica dos dados - Organização e apresentação de dados - Análise e interpretação dos dados - Programa Excel® - Programa Epi-Info® |
77.
Vigilância em Saúde Pública e investigação
de surtos Eliseu Alves Waldman Fernando Aurélio Calligaris Galvanese
- Evolução conceitual de vigilância como prática de Saúde Pública - Características básicas da vigilância em Saúde Pública - Aspectos da operacionalização de sistemas de Vigilância em Saúde Pública Critérios para a identificação de prioridades para o desenvolvimento de sistemas de vigilância epidemiológica Requisitos para a elaboração de sistemas de Vigilância em saúde pública Tipos de sistemas de Vigilância Epidemiológica Objetivos e definição de caso para sistemas de Vigilância Fontes de dados para sistemas de Vigilância Epidemiológica - Aspectos da avaliação de sistemas de Vigilância em Saúde Pública Utilidade Oportunidade Aceitabilidade Simplicidade Flexibilidade Representatividade Sensibilidade Valor Preditivo Positivo (VPP) - Vigilância epidemiológica e controle de infecções hospitalares: práticas fundamentais - Processo epidêmico - Tipos de epidemias - Investigação epidemilógica de campo - Operacionalização de uma investigação epidemiológica de campo 1ª Etapa: Confirmar a existência do surto 2ª Etapa: Verificar o diagnóstico 3ª Etapa: Definir, identificar e contar os casos 4ª Etapa: Analisar os dados disponíveis 5ª Etapa: Desenvolver hipóteses 6ª Etapa: Testar hipóteses 7ª Etapa: Avaliar medidas de prevenção e controle 8ª Etapa: Comunicar a todos os interessados os resultados * 78. Métodos de vigilância epidemiológica das infecções hospitalares Antonio Tadeu Fernandes Maria Olívia Vaz Fernandes
- Reduzir a incidência e gravidade das infecções hospitalares - Aprimorar o processo de atendimento e seus resultados - Estimular a aderência dos profissionais do hospital ao - Programa de Controle de Infecção - Estabelecer o padrão epidemiológico das infecções hospitalares - Realizar investigação epidemiológica de surtos hospitalares - Estar de acordo com organismos reguladores - Defender contra ações de má prática profissional - Validar o sistema de vigilância - Estimular o desenvolvimento de pesquisas - Comparação de resultados entre hospitais - Métodos passivos de vigilância - Métodos retrospectivos de vigilância - Vigilância contínua global - Vigilância vinculada ao laboratório de microbiologia - Métodos de prevalência - Métodos de vigilância direcionada Vigilância por objetivos Vigilância por alvo Vigilância por rotação - Vigilância pós-alta *
Antonio Tadeu Fernandes Maria Olívia Vaz Fernandes
- Confirmar o diagnóstico - Definir o caso - Desenhar a curva epidêmica e distribuição geográfica - Comprovar o surto - Revisar literatura - Informar os setores envolvidos, microbiologia, administração e saúde ocupacional - Preservar os microrganismos isolados de pacientes, fontes ou veículos suspeitos - Registrar diariamente os passos da investigação - Revisar os registros hospitalares dos pacientes afetados e elaborar lista de fatores de risco potenciais - Formular hipótese sobre reservatório e modo de transmissão - Instituir medidas de controle temporárias - Confirmar estatisticamente as hipóteses - Documentar microbiologicamente os reservatórios de transmissão - Demonstrar a plausibilidade biológica do reservatório suspeito e do modo de transmissão - Atualizar as medidas de controle - Alterar métodos de vigilância e procedimentos se necessário - Documentar a eficácia das medidas de controle através de uma vigilância continuada - Elaborar relatório para os setores envolvidos, CCIH e a direção do hospital - Objetivo - Vigilância - Procedimentos - Bactérias gram negativas Acinetobacter sp Burkholderia cepacea Burkholderia pickettii Citrobacter sp Enterobacter sp E. coli Flavobacterium sp Klebsiella sp Pseudomonas sp Salmonella sp Serratia sp Shigella sp Stenotrophomonas maltophilia Legionella sp Haemophilus influenzae Campylobacter sp Vibrio cholerae Cocos gram negativos Outras bactérias gram negativas - Bactérias gram positivas Enterococcus sp Corynebacterium sp Staphylococcus aureus Staphylococci coagulase negativo Streptococcus sp Streptococcus pneumoniae Clostridium sp Outras bactérias gram positivas - Bacilos álcool-ácido resistentes Mycobacterium tuberculosis (complexo) Micobactéria atípica - Fungos Aspergillus sp Candida sp Malassezia sp Mucor sp *
Antonio Tadeu Fernandes
- Componente de vigilância global - Componente de terapia intensiva - Componente de berçário de alto risco - Componente cirúrgico *
Evelyn Serra Pirutti
- Dificuldades para a informatização de sistemas hospitalares - A importância da informatização do registro clínico Qualidade na organização da base de dados Inteligência na capacidade de exploração dos dados Segurança na manutenção da privacidade de dados do paciente Aspectos técnicos - Áreas de aplicações - Custos envolvidos Custo inicial de hardware/softwares Custo de manutenção Custo de digitação das informações necessárias - Considerações - Hardware Computadores de “grande porte” ou “Mainframes” Minicomputadores Estação de trabalho Microcomputador ou micro - Software Sistemas operacionais Software aplicativo - Conectividade O que é necessário para se conectar? Serviços de informações médicas computadorizados Base de dados online Internet - Panorama atual - O futuro: vigilância sanitária ideal *
Antonio Tadeu Fernandes Maria Olívia Vaz Fernandes
- Programa de controle de infecção hospitalar - Vigilância epidemiológica e determinação dos limites endêmicos - Investigação epidemiológica - Vigilância sanitária - Implantação de medidas de proteção anti-infecciosa - Política de controle de antimicrobianos - Saúde ocupacional - Aprimoramento de recursos humanos - Aprimoramento da qualidade - Apoio administrativo - Cumprimento de normas éticas e legais |
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