Haino

Wednesday, the 20th of November 2002
  Miria: isso

  Miria: eu ja

  Mlemos: bem Vindo Dr. Haino !!

  tadeu: boas vindas para o Haino, é um prazer tê-lo conosco. Desaculpem nosso atraso.

  Daniela: seja bem vindo

  haino: boa noite. Desculpem o nosso atraso

  tadeu: vamos nos apresentar para nos conhecer melhor. Eu sou o Tadeu

  Miria: eu sou a miria, enfermeira, carangola MG

  Daniela: enfa, RS, Bento Gonçalves.

  Mlemos: Mlemos , médico infectologista de SJose dos Campos. Trabalho exclusivamente com o CIH

  ronilda: Sou formanda em enfermagem, penso em fazer pós em ccih, e acredito que terei muito aprender com todos vocês.

  tadeu: obrigado

  Mlemos: Haino : infecção hopsitalar, erro médico, imperícia, negligência. Esta viculação na cabeça do povo está morrendo ?

  haino: não, acho que não mas por isso é que nós estamos aí

  Mlemos: O CQH hoje conta com quantos hospitais?

  haino: a nós cabe esclarecer o povo e não permitir que a versão preveleça sobre os fatos

  haino: 153 hospitais

  Daniela: acho difícil que clientes, desconhecedores das ocorrências das IHs, mudarem seus conceitos... cabe a nós explicarmos incansavelmente

  Mlemos: Vale tudo ?´Público, privado, escola e filantrópico

  tadeu: Haino um administrador acredita que Ih é um erro?

  haino: sim temos hospitais públicos (estaduais, federais e municipais), privado com e sem fins lucrativos

  haino: não ; nos administradores hosapitalares não entendemos que IH tenha que ser sempre um erro

  Daniela: as vezes torna-se difícil colocar p/ a administração a necessidade de alguns recursos.... por termos de custos... mesmo que abordemos custo-benefícios...

  haino: o bom administrador não se preocupa só com custos

  Mlemos: Sabedores dos custos que envolvem a IH, por quais motivos vc acredita que nós tenhamos tanta dificuldade para assumir destaque na lista de prioridades (que é enorme)

  haino: a função politica da CCIH deve atuar nesta frente com empenho e perseverança

  Mlemos: Já fiz esta pergunta para outro "entrevistado", é possível fazer controle de infecção ou mais, atuar com qualidade em um "corredor de internação" ?

  haino: explique melhor o que é um "corredor de internação"

  Mlemos: A luz e o destaque que os prêmios obtidos por VC e pelo Tadeu,facilitam e orgulham muito quem está no front político

  Daniela: Haino, eu era enfa. da CCIH de um hospital de 311 leitos. Como atuar c/ qualidade com uma equipe tão reduzida?

  haino: quão reduzida?

  Mlemos: Corredor de internação é um corredor lotado de pacientes internados ou em observação, frequentemente encontrados próximo aos setores de emergência de hospitais de referência. São vistos com freqûencia no Brasil e o ministério da saúde os reconhece como leitos adicionais reversíveis (LAR irônico, não ?)

  haino: bons processos podem reverte más condições de estrutiura embora eu reconhço que nem sempre é fácil

  tadeu: você acha que os controladores de infecção estâo preparados para dialogar (e convencer) os administradores e os políticos?

  Daniela: eu era a única enfa. executiva... não consegui fazer tudo o que eu realmente queria... sempre trabalhamos com programas de qualidade, mas com o CIH parecia ficar de lado...

  haino: diálogo deve facilitar a sinergia necessária entre administradores (preocudos com qualidade) e controladores de IH

  Daniela: convencer é o mais difícil...acho até que eles concordam com a gente, mas não é fácil conseguirmos todo o recurso que goataríamos

  Mlemos: Este é o desafio. Nossa organização é crescente, mas falta muito para um posicionamento "político"

  Miria: acredito que bons controladores de infecção, preparados, poderão ter uma grande arma - conhecimento e bom senso

  haino: quero enfatisar a questão politica como politica institucional

  tadeu: quem deve ser responsabilizado por recursos insuficientes que geram Ih ou outras complicações?

  haino: conhecimento e bom senso são indispensáveis em qualquer situação

  Miria: digo isso pois o diálogo deve ser embasado na troca de conhecimentos, com o principal objetivo em mente; nossos clientes

  haino: boa pergunta

  Mlemos: Sim, mas mesmo dentro das instituições, falta-nos caráter de prioridade. Medicamentos armazenados adequadamente, Limpeza limpa, Reprocessamento validado .....

  haino: ações pontuais não resolvem os problemas.É preciso ver a gestão com uma visao sistemica, integrada e abrangente.

  tadeu: A CCIH é encarada como uma ferramenta para essa integração?

  haino: acho que sim

  tadeu: ela cumpre bem esse papel, ou o que falta?

  Mlemos: Acho que somos usados, na hora certa. As nossas prioriddaes, algumas vezes vão p. 2º plano

  haino: no site há um artigo sobre modelo de gestão para CCIH onde abordamos a possibilidade da CCIH atuar de maneira integrada com a administração

  Daniela: Infelizmente terei q retirar-me. Boa noite e obrigada pelos conhecimentos

  tadeu: Daniela, volte sempre e se inscreva no chat para saber das novidades.

  haino: não esqueça qe a responsabilidade nunca é unilateral. Quem é usado, não está se deixando usar ou manipulando uma situação

  tadeu: Olá Nina, boa noite.

  Nina: Olá, boa noite

  tadeu: Olá Sueli, boa noite. Junto com a Nina, se apresentem para nós.

  Nina: Sou Enfermeira, sou de Santos

  Mlemos: Temos o respeito crescente dos colegas, isto é bom. Mas aquele profissional de CIH que trabalha com o dedo no DETONADOR, acaba detonado. CIH e Qualidade são tarefas para maratonistas

  tadeu: Estamos hoje navegando pela qualidade da CCIH e interface com a administração hospitalar, recebendo o Dr. Haino em nossa sala

  haino: sem dúvida; não é tarefa para os que desistemfacilmente

  Mlemos: Haino, dá um alô sobre os corredores

  sueli: olá,boa noite. Sou médica,de Sào Paulo

  Nina: Concordo plenamente, a persistencia é uma arma que devemos carregar

  Miria:

  haino: bons processos superam mas condições de estrutur. Bons argumentos como os usado por Nightingale e Semmelweis removem montanhas

  tadeu: Boa noite Win

  Miria: gente minha conexão está engasgando, volto já

  haino: estamos esperando

  win: boa noite, tadeu

  Nina: É muito difícil trabalhar co a CCIH, porém muito gostoso, e aos poucos vamos conseguindo modificar os vícios dos profissionais envolvidos

  haino: boa noite para aqueles que eu ainda não cumprimentei

  Nina: Boa noite

  tadeu: Sueli, vc atua com CCIH?

  haino: concordo em genero numero e grau com a Nina

  win: boa noite

  haino: pequenos avanços diante de grandes dificuldades nos motivam mais do que grandes avanços sobre pequeas dificuldaddes

  Mlemos: O grama de ouro custa R$ 35,00 a 40,00.   Mlemos: Acho a estrutura do ouro mais "caprichada"

  haino: temos muito a aprender com a estrutura do ouro. É preciso buscar exemplos fora da área da saúde para resolver seus problemos.

  tadeu: eu acho que a visão do administrador é custo ou lucro, dependendo do hospital. Ao passo que a do controlador de infecção é a resistência microbiano. As vezes estamos juntos, mas com motivação distinta. Felizmente temos exceções

  Mlemos: Qual a importância da Informatização na obtenção de uma estrutura de controle

  sueli: Nào ,minha atrea nào é a de ih.

  Miria: voltei...rs

  tadeu: O CQH trabalha com benchemarking? isso pode se aplicar a hospitais?

  haino: a importancia da informatização de pende do porte do hospital

  tadeu: que quedona.....

  haino: Sim sem dúvidas. O CQH estimula a comparação de dados como forma de aprimorrorar a qualidade das ações gerenciais

  tadeu: isso pode ser aplicado também com indicadores de CCIH?

  tadeu: qual sua área, Sueli?

  haino: Claro para isso temos o nosso NACIH que visa estimular a prática do benchmarking entre instituições

  Nina: Trabalho na CCIH de um hospital e estamos tentando implantar a padronização do uso de atb durante as cirurgias, e encontramos dificuldade de modificar os hábitos dos profissionais mais velhos. É um trabalho psicológico!

  tadeu: Não indicadores gerais, mas os dados do NNISS, consumo de antibióticos em DDD e perfil de sensibilidade podem ser parâmetros para identificar melhores práticas.

  Nina: Sem dúvida

  haino: perceber a realidade e não tanto as versões é um primeiro passo para um trabalho que eu chamaria mais de educacional do que psicológico

  Mlemos: Os indicadores para comparar semelhantes. Como vc vê a tradicional separação dos hospitais em 200 leitos. Não seria mais adequado comparar por grau de complexidade ou por especialidade ?? Como é feito no CQH ?

  sueli: Como o CQH opera para estimular essas comparaçòes? Atuo na area clínica

  haino: é preciso entender que as instituições sao formadas por diferentes gerações de profissionais que contribuem com suas contradições e ambiguidades.É preciso saber tirar o melhor que cada um pode contribuir

  tadeu: Inicilamente os dados são computados de todo o conjunto. Os hospitais selados, ou os que participam do NACIH, discutem dados mais específicos. Ressalto que os dados não envolvem somente o controle de infecção.

  Miria: haino acredito que é necessário unir o educacional ao psicológico

  haino: concordo com a Mirian

  tadeu: em um dos hospitais que atuo vi, comparando com os demais do CQH que utilizava bastante um ATB em particular. Analiseri isso e elaborei estratégia específica de controle. Foi bem interessante o trabalho e deu resultado!!!!

  haino: as organizações são um reflexo da sociedade em que vivemos. Não adianta querer que elas se comportem com precisão e coerencias cartesianas quando nós sseres humanos não somos assim

  Mlemos: Implantar consensos de literatura é tarefa árdua, frente ao grupo técnico heterogêneo. O CDC é governamental e é o grande normatizador nos EUA. Que papel vc acha que cabe ao Minist. Da Saúde

  haino: O Ministério é o grande normatizador e deve exercer esta sua função

  Mlemos: Vc acha que isto está ocorrendo satisfatoriamente ?

  haino: a função normatizadora do Ministério é mais importante que qualquer ação fiscalizadora ou pontual.

  haino: Creio que tudo no seu tempo. A evolução de nossa sociedade está permitindo e cobrando cada vez mais esta função e o Ministério também está se acostumando com esta função que tem que ser aprendida como tudo mais na vida.

  tadeu: Como o administrador ve a influência crescente dos conv~enios sobre as condutas médicas e de enfermagem?

  Mlemos: Confesso, que por vezes sinto-me preocupado com as Normas que vem do MS ou SS. ( a do Ar condicionado e sínd. do Edifício Doente) é correta, mas ........ será factível ??o

  Mlemos: Boa tadeu !!

  haino: A resultante deste embate deve ser o benefício da sociedade e dos pacientes. Ações padronizadas por protocolos e consensadas entre as partes interessadas ajudam a minimizar conflitos nesta área

  tadeu: nesse sentido o apoio à padronização e controle de ATB deveria ser fundamental. Porém nnem sempre a gente observa isso.

  Mlemos: Olha o ouro, olha o ouro !!!

  haino: Sim é verdade dependendo das condições de cada hospital. Mas o que interessa são ações que levem a perenizar as boas instituições.

  haino: O ouro tem sido ao longo dos séculos parte importante davida em sociedade.

  Mlemos: Os ATB tem pouco mais de 50 anos, talvez não o compreendemos bem ainda.

  haino: Pode ser.

  Mlemos: Como vc vê o seguro por má prática da medicina, comum em outros países ?

  tadeu: algumas Portarias carecem da maior fundamentação científica e podem representar um onus adicional para as instituições de saúde.

  haino: Mas o Ministério responde a pressões politicas da sociedade; creio que o julgamento é sempre dif[ícil com já dizia Hipocrates; a resultante no conjunto da obra é mais importante que esta ou aquela ação.

  Mlemos: Tadeu, sou a favor do CDC Brasil, é claro que no eixo Rio -SP, aqui em SJCampos. è uma pena que eu perdi o telefone do LULA. rs rs rs

  tadeu: bem , estarei aí a semana que vem para minha aula e o churrasco.

  Mlemos: Haino, vejo uma grande diferença entre Política de saúde e Política na Saúde

  sueli: Sem dúvida a manutenção das boas instituições é importante, mas não devem elas ser estimuladas a permanebte,modernizaçào e evolução de seus padrões não só tecnologicos mas,tambem gerenciais?

  tadeu: boa pergunta, Sueli

  tadeu: eu também Mlemos

  haino: Sim. Cada vez mais me convenço da importancia da questão gerencial na solução dos nossos problemas de saúde. É por isso que o CQH hoje estimula a adoção de um modelo de gestão .

  Mlemos: OK, lançaremos a pedra fundamental, depois agente conta pro Lula... rsrsrs (Tadeu a reunião perigou de ser Restrita

  tadeu: por que?????

  tadeu: explique esse modelo CQH

  haino: O modelo de gestão proposto pelo CQH é sistêmico, integrado e coerente.. Fornece um norte para as organizações seguirem sem ser restritivo.

  Mlemos: Existe uma grande diferença de resultado ( CQH ) entre o publico e o privado

  haino: O modelocompõe-se de sete elementos que são aquelas coisas com as quais todo administrador deve se preocupar: liderança; planejamento, clientes, informação, pessoas processos e resultados.

  haino: Não. Cada vez me convenço mais de que existem instituições bem e mal administradas e nao a tão falada diferença entre público e privado. Existem instituições públicas bem e mal administradas assim como as organizações privadas bem e mal administradas.

  tadeu: Existe correspondências entre o modelo CQH e o Premio Nacional da Qualidade

  tadeu: boa noite Regina

  Mlemos: A lei de licitação, não obriga por vezes a comprar porcaria (o mais barato) ?. O bom hospital pode confiar em remédios similares ?

  Regina: Tem algum médico aí? gostaria de fazer perguntas tecnicas

  tadeu: tem sim Regina, você poderá escolher a vontade.

  Mlemos: Use o DDT, discagem direta "prô"Tadeu

  haino: O modelo adotado pelo CQH é o mesmo da Fundação para o Premio Nacional da Qualidade que, por sua vez é baseado em vários modelos de outros premios internacionais.

  haino: Estamos no momento articulando a criação de um premio nacional da qualidade em saúde que será uma sequencia natural de desafio paraos hospitais participantes do CQH com novos patamares de qualidade.

  tadeu: algum hospital já ganhou o Premio Nacional da Qualidade?

  haino: Felizmente para nós da área da saúde, em 2002 um dos tres ganhadores foi a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, considerada como empresa classe mundial. É preciso destacar que ela concorreu com empresas de todos os ramos da atividade economica e não apenas da saúde.

  tadeu: o que um hospital tem que fazer para partcipar do CQH? é um passo para o PNQ?

  Mlemos: Haino, o que é mais decisivo: O bom médico, a área física e os equipamentos modernos ou políticas de gestão. escolha só 1, aqule que vc acha que faz a diferença

  haino: Vontade política é o requisito mais importante; querer participar inicia tudo. O processo é muito simples, bastando o hospital preencher um termo de adesão e começar a enviar mensalmente indicadores e demais requisitos.

  sueli: O premio ganho pela Sta. Casa é um feito memorável não so para ela mas para todo o setor da saúde, jáque mostra ser possivel trabalhar com altíssima qualidade ,

  haino: Se a escolha é apenas uma fico com as políticas de gestão que englobam as demais.

  haino: E os recursos escassos que caracterizam a maioria das santas-casas no país. Perseverança para aplicar o modelo de gestão por sete anos até conseguir reverter condição pré-falimentar e transformar-se em empresa de classe mundial.

  Mlemos: Perseverança, taí a palavra que resume o trabalho de CIH. A figura dos administradores profissionalizados é nova. É mais frequente a figura do dono, do filho do dono ...

  Mlemos: O salário foi motivo de ajuste, juntamemnte com esta transformação da Santa Casa de POA ??

  haino: Empresas familiares não são necessariamente empresas mal administradas.Profissionalismo tambem é possível em empresas familiares. Com coronelismo é que não se pode conviver; felizmente acho que estão sendo ultrapassados.

  haino: Todos os teóricos da administração s~~ao unanimes em concordar que a remuneração não é o principal motivador para o trabalho. Não saberia dizer mas é bem possível que com a melhora da gestão , a Sta.Casa tambem pode melhorar os salários das pessoas que lá trabalham.

  Mlemos: Vc acha que há condições para oferecer Saúde Pública e gratuita, abrangente para tratamentos de alto custo, com medicação gratuita nos postos de saúde. É viável em termos de Brasil ou precisamos rediscutir o modelo assistencial ?

  haino: Rodar o ciclo do PDCA nos ensina que revisar é preciso sempre; portanto rediscutir o modelo assistencial é fundamental não só na área de medicamentos e outros tratamentos de alto custo.

  Mlemos: Os teóricos da administração também tem conhecimento da realidade salarial. A pesquisa do CRM SP, mostra que somos atendidos por profissionais cansados, extenuados por plantões,

  tadeu: Quando o convênio glosa um medicamento ou procedimento, quem deve arcar com as despesas?

  Mlemos: pdca ?

  haino: Seguramente não os pacientes como as vezes se tenta fazer.De novo padronização de procedimentos ajuda a diminuir conflitos nesta área.

  tadeu: e quando temos pacotes fechados?

  haino: O ciclo do PDCA resume a atividade do gestor (ou de resto de qualquer pessoa): planejar, fazer, checare atuar definitivamente ou recomeçar o planejamento de novo etc.

  tadeu: CCIH é isso, não é?

  haino: Os pacotes fechados são a padronização em forma quase absoluta.

  tadeu: nesses casos controlar infecção é fundamental, se não o custo explode!!!!!

  tadeu: e aí, paradoxalmente seremos mais valorizados

  Mlemos: A velocidade das coisas é grande. Temos a atividade de CIH regulamentada por lei. Em Brasília, os prazos podem ser astronômicos.

  haino: Voltando à realidade salarial de profissionais extenuados por plantões sucessivos, creio que os teóricos estudam também isso porque a teoria nos ajuda a trabalhar com realidades de escassez; fazer o máximo com o mínimo. Em situações de abundancia de recursos não precisa teoria e nem há dificuldades práticas. Profissionais se preparam e existem para resolver situações difíceis e desafiadoras; as fáceis se resolvem sozinhas.

  tadeu: Tem gente que acha que o que é habitualmente glosado não deve ser prescrito, independente sua correta indicação. Essa é uma postura válida? Quem deve arcar com as conseqüências dessas condutas não realizadas?Paciente? médico? administrador? convênio?

  haino: Deve ser prescrito o que o paciente necessitar realmente, independentemente de quem vai pagar. A autonomia de tomar as melhores decisões não pode ser afetada por razões economicas.

  Mlemos: A prescrição tem grande impacto nos custos. temos recursos finitos, sobretudo públicos. Quem paga a conta ?

  tadeu: A gente gostaria de agradecer a sua participação e colocar nosso teclado a sua disposição para suas considerações sobre este chat

  haino: Uso criterioso e modelos adequados ajudam a redirecionar recurso onde eles são realmente necessários. Faltam recursos para a saúde no Brasil mas o mais grave é que os existentes são mal gastos por deficiencia de gestão.

  Mlemos: Achei excelente. Já havia assistido apresentações do Haino, onde ele demonstrou que a carência de vagas tem um fundo de mal gerenciamento enorme.

  tadeu: não é para nos gabar, mas o nível dos chats está excelente mesmo!!!!!

  Mlemos: Em breve vamos bombardear o Jorge, Presidente da ABIH, não é mesmo ?

  tadeu: na semana que vem....

  Mlemos: Quem será "A próxima Vítima"

  tadeu: o Jorge, presidente da ABIH

  Mlemos: tchan, tchan, tchan.

  tadeu: e depois comemoramos na aula e no churrasco ai em SJC

  sueli: Foi muito bom ,ótimo nível tchau

  tadeu: Boa noite drjc, de onde vc tecla?

  Mlemos: No Congresso Brasileiro de CIH, foi proposta a criação de uma comissão de ètica. Haja polêmica com relação ao viés científico ...

  tadeu: sueli, se inscreva no chat e volte sempre.

  tadeu: é só clicar em adicionar perfil

  tadeu: e o título de especialista, heim?

  haino: Obrigado pelo seu teclado. Gostei muito de estar no chat hpje a noite. Espero ter podido contribuir com algumas idéias e sucitar mais dúvidas que são as grandes impulsionadors da humanidade

  Mlemos: CDC de São José. Isto depois de uns chopps

  haino: Boa noite obrigado e até a próxima. Um abraço afetuoso.

  Mlemos: Obrigado

  tadeu: isso mesmo. Só fiquei preocupado quando vc falou reuniâo restrita. espero que não seja a daí.

  tadeu: Obrigado Haino e esperamos contar mais vezes com sua participação.

  Mlemos: Se for, eu viro ONG e participo . rsrsrs

  tadeu: isso mesmo!!!!

  Mlemos: Faço um cartaz " Tadeu coberto de pele de animal" like Gisele . rsrs

  Mlemos: Fui ..