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Infecção hospitalar em UTI neonatal: incidência e fatores de risco
Segundo
os autores, a infecção hospitalar é um problema
significante de saúde pública no Brasil e desde 1992
o Ministério da Saúde recomenda a utilização
da busca ativa de casos. O Centro Geral de Pediatria, hospital localizado
em Belo Horizonte (MG), contém 129 leitos, sendo seis em
Unidade de Terapia Intensiva e 18 em unidade de emergência.
Desde 1992 o Hospital realiza busca ativa de casos, empregando os
critérios diagnósticos do CDC, implantando a metodologia
NNIS. No período de 1.993 a 1.997 a densidade de incidência
de infecção foi 8,9 por mil pacientes dias e a taxa
de infecção 7,9 por 100 altas. A taxa de infecção
caiu de 15%, em 1.993, para 5,7 em 1.007 e a densidade de incidência
foi de 16,6 por mil pacientes dias para 7,0 por mil pacientes dias.
Estas reduções foram significativas. As principais
topografias observadas foram: olhos, ouvido, nariz, garganta e boca
37,7%; pele 21,7%; pneumonia 11,5%; partes moles 5,5%; corrente
sangüínea laboriatorialmente confirmada 4,4%; trato
urinário 4,1%; corrente sangüínea clinicamente
confirmada 3,8% e sítio cirúrgico 3,3%. Fonte:
Lopes JMM, Tonelli E, Lamourier JÁ, Couto BRGM, Siqueira
AL, Komatsuzaki F, Champs AP, Starling CEF. Prospective Surveillance
Applying the National Nosocomial Infection Surveillance Methods
in a Brazilian Pediatric Public Hospital. Am j Infect Control
(30); 1, 1-7, 2002. Resumido por: Antonio Tadeu Fernandes. Envie
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