Briceland
LL e Briggs GC fizeram uma revisão no ICUMedscape Pharmacology Teatment
Update, 2000 e observaram que a elaboração de guias de antibióticos
não é particularmente efetiva [1,2].
Por outro lado, formulários para controle de antimicrobianos com
restrição para uso, esquemas de stop automático e limitações da
duração da prescrição, relatos seletivos do perfil de sensibilidade,
sistemas informatizados que auxiliam na escolha do antibiótico e
programas educativos, têm relativo sucesso em algumas instituições,
para o controle do uso de antibióticos [2-4]. Entretanto, o exato
impacto dessas intervenções no desenvolvimento de resistência microbiana
ainda não foi comprovado [4].
Source: .: Minimizing emerging resistance in the ICUMedscape Pharmacology
Teatment Update, 2000
References
1. Goldmann DA, Weinstein RA, Wenzel RP, et al. Strategies to prevent
and control the emergence and spread of antimicrobial-resistant
microorganisms in hospitals. A challenge to hospital leadership.
JAMA. 1996;275:2345-2240.
2. McGowan JE. Do intensive hospital antibiotic control programs
prevent the spread of antibiotic resistance? Infect Control
Hosp Epidemiol. 1994;15:478-483.
3. Bhavnani SM. Antimicrobial use and resistance: need for continuing
surveillance. Pharmaguide to Clinical Medicine. 1999;11(5):1-7.
4. Mainardi JL, Carlet J, Acar J. Antibiotic resistance problems
in the critical care unit. Crit Care Clin. 1998;14:199-219.
Resumido
por: Antonio Tadeu Fernandes.