Revisão sobre o emprego de antibióticos na assistência domiciliar.

A atenção domiciliar pode ser compreendida como uma modalidade de atenção à saúde e que tem como objetivo complementar a internação hospitalar, reduzindo assim a taxa de permanência, o que expõe ainda mais os pacientes a riscos, principalmente de infecção hospitalar. A antibioticoterapia domiciliar, utilizada como recurso de desospitalização, permite que a alta hospitalar ocorra de forma segura antes mesmo do término do tratamento, quando o paciente já atinja condições clínicas que garantam sua estada em domicílio, mais precocemente. Com o objetivo de descrever o processo de desospitalização, o serviço de assistência domiciliar e a antibioticoterapia domiciliar como um recurso para a desospitalização segura, o estudo foi realizado através de revisão narrativa da literatura e mostrou como principal resultado o aumento da assistência domiciliar no Brasil, bem como a adoção da antibioticoterapia durante essa modalidade de atendimento.

Em domicílio, percebe-se uma melhor resposta aos tratamentos propostos, acredita-se que devido ao conforto no próprio ambiente doméstico, a individualização no cuidado e a presença e apoio dos familiares. Essa medida se torna assim uma alternativa mais econômica, otimizando em contrapartida os custos com internações bem como o giro dos leitos hospitalares.

Podemos concluir então que a desospitalização e assistência de enfermagem no ambiente domiciliar tem alcançado bons resultados quando comparados com os riscos que o ambiente hospitalar pode trazer ao paciente.

Na assistência domiciliar os riscos de infecções diminuem significativamente, melhorando assim a qualidade de vida e qualidade da assistência do cliente. A antibioticoterapia domiciliar tem se tornado umas das ferramentas mais importantes nessa modalidade de assistência.

 

Autora: CARMEN SILVIA MENDONÇA PINTO SANTANA

 


Ficou interessado? Veja nossos cursos MBA em CCIH e CME.